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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Combate às fake news na Câmara trata de Covid, impeachment e maconha

Serviço de checagem de informação defende Rodrigo Maia do que considera acusações falsas

Por Evandro Éboli Atualizado em 13 jan 2021, 20h42 - Publicado em 14 jan 2021, 10h16

“É falso que Rodrigo Maia tenha aprovado pedido de impeachment de Bolsonaro”.  “É falso que o projeto obrigue uso de máscara dentro de casa e permita invasão domiciliar para fiscalização”. “É falso que deputados trabalham só dois dias por semana”.

Essas são 3 das 73 checagens  feitas pelo serviço “Comprove”, que, desde o final de 2019, verifica informações que circulam a respeito da Câmara dos Deputados.

Desse total de fake news rebatidas por esse serviço, Rodrigo Maia aparece citado diretamente em 10 delas.

Mentiras que precisaram ser rebatidas, tipo: “é falso que Maia tenha fraudado votação de mudanças no fundo partidário”,  “é falsa a foto do presidente da Câmara recebendo pedido de impeachment de Bolsonaro” e até “é falso que o presidente da Câmara tenha participado de uma tentativa de golpe de estado”, se referindo a uma pseudo tentativa de se implementar o parlamentarismo no Brasil.

O “Comprove” sai em defesa também do conjunto de deputados e negou que “deputados estão liberados de de trabalho legislativo às quintas”. Esta seria uma meia mentira. É comum presidente da Casa “liberar o ponto” das quintas, permitindo parlamentares voltarem para suas bases eleitorais sem precisar bater o ponto, que é registrar a presença na Casa.

Até mesmo o projeto que tramita sobre o uso medicinal da maconha foi parar nas fake news “oficiais”. Uma das checagens negou que o portal da Câmara tente esconder a existência da proposta.

 

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