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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Cinemateca, o novo campo de batalha de Bolsonaro na cultura

Bolsonaristas estudam transferir acervo da instituição para Brasília

Por Robson Bonin - Atualizado em 16 jul 2020, 12h18 - Publicado em 16 jul 2020, 09h12

Depois de uma equipe da Fundação Roquette Pinto ter barrado a entrada de servidores do Ministério do Turismo que fariam uma vistoria no local, a turma da Secretaria de Cultura de Mario Frias passou a cogitar uma medida de impacto, como transferir o acervo da cinemateca para Brasília, de modo a rebater o que considera uma “ação política” da esquerda na Cultura.

A ação teria a simpatia de Bolsonaro, que pode usar o episódio para fustigar o “pessoal do Doria”, como os bolsonaristas se referem aos servidores da Roquette Pinto.

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“O maior incentivador se chama Jair Bolsonaro. (Tirar o acervo de São Paulo) Dá uma canelada no João Doria e no Sérgio Sá Leitão que tem o agredido na mídia”, diz um interlocutor da Cultura.

 

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