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Bolsonaro indica condenado por estelionato para equipe de transição

Condenado em primeira instância, processo prescreveu após demora de julgamento em instância superior

Por Pedro Carvalho - Atualizado em 6 nov 2018, 11h37 - Publicado em 5 nov 2018, 18h31

O presidente eleito Jair Bolsonaro indicou uma equipe de 28 nomes para compor o gabinete de transição de governo. Entre os nomeados por Michel Temer, ainda dono da caneta, nesta tarde, está o deputado eleito Gulliem Charles Bezerra Lemos, conhecido como Julian Lemos (PSL-PB).

Em 2011, Lemos foi condenado em primeira instância a um ano de prisão em regime aberto por estelionato. Ele teria se envolvido no uso de uma certidão falsa por uma empresa da qual era sócio na assinatura de um contrato para a prestação de serviços junto ao governo da Paraíba, em 2004.

A demora no julgamento, porém, fez com que o processo prescrevesse antes da decisão em segunda instância.

Não é só. Ele ainda foi alvo por três vezes da Lei Maria da Penha, acusado de agressão pela irmã e pela ex-mulher. Dois dos casos, que teriam ocorrido entre 2013 e 2016, foram arquivados após ex-esposa mudar o depoimento.

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