Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Caciques vão cobrar ‘remédios amargos’ de Lira contra Bolsonaro

Chefe da Câmara, que pode abrir processos de impeachment contra o presidente, está novamente sob pressão das bancadas na Casa

Por Robson Bonin Atualizado em 7 set 2021, 18h42 - Publicado em 8 set 2021, 07h29

Em diferentes momentos das crises provocadas por Jair Bolsonaro neste ano, o presidente da Câmara, Arthur Lira, reforçou ao distinto público a mensagem de que, apesar de ser aliado do Planalto, tudo teria limites nessa atuação destrutiva do chefe do Executivo em relação ao país.

“Remédios no Parlamento são todos amargos. Alguns, fatais”, disse Lira numa dessas ocasiões. Os remédios, segundo o chefe da Câmara, “são aplicados quando a espiral de erros de avaliação se torna uma escala geométrica incontrolável”.

O chefe da Câmara não revela se ainda acredita que consiga controlar o aliado do Planalto, mas a situação, para muitos dos aliados de Lira na Câmara, passou dos limites nesta terça.

Ao longo do feriado, caciques de diferentes bancadas partidárias trocaram telefonemas para avaliar a escalada das declarações de Bolsonaro contra o STF e na direção de uma intervenção golpista. Alguns vão cobrar de Lira o tal “remédio amargo” contra Bolsonaro.

Continua após a publicidade
Publicidade