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Noblat Por Coluna O primeiro blog brasileiro com notícias e comentários diários sobre o que acontece na política. No ar desde 2004. Por Ricardo Noblat. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Mais um boletim sobre os garotos feitos à semelhança do pai

Família que opera unida permanece unida

Por Ricardo Noblat - Atualizado em 1 abr 2020, 15h45 - Publicado em 1 abr 2020, 09h00

Carlos Bolsonaro, o Zero Dois, trocou o Rio, onde é vereador, por Brasília onde assumiu informalmente a Secretaria de Comunicação da presidência da República, sob o comando aparente do general Luiz Eduardo Ramos, ministro da Secretaria de Governo.

Dá ordens, participa calado de reuniões ministeriais promovidas pelo pai, desenha nessas ocasiões, e orienta Jair Bolsonaro a dizer isso ou aquilo outro, a avançar, a recuar e a convocar sucessivas redes de rádio e de televisão para falar à Nação.

Flávio Bolsonaro, o Zero Um, levou, ontem, uma reprimenda indireta do ministro Sérgio Moro, da Justiça e da Segurança Pública. Havia escrito nas redes sociais que recebera notícias de saques. Moro desmentiu-o. Não é verdade. Puro terrorismo.

Eduardo “Bananinha” Bolsonaro, o Zero Três, foi visto à saída do Palácio da Alvorada a filmar o pai e a conversar com a turma dos devotos do cercadinho que exaltam o presidente e perguntam o que ele quer justamente responder. Jogo combinado.

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Ex-fritador de hambúrguer nos Estados Unidos, o embaixador do Brasil em Washington que não foi, carrega no seu celular um adesivo da campanha à reeleição de Trump onde está escrito em inglês: Vote no vermelho.

Vermelho é a cor do Partido Republicano.

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