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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

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“A gente precisa convencer a sociedade paulistana de que ela é racista, ela precisa entender que ela é racista, pois a partir do momento que ela se assumir como racista, ela pode trabalhar isso, porque a gente perde economicamente, a gente exclui uma sociedade que pode ajudar muito o país”. Netinho de Paula, vereador reeleito […]

Por Augusto Nunes - Atualizado em 31 jul 2020, 07h05 - Publicado em 11 jan 2013, 23h23

“A gente precisa convencer a sociedade paulistana de que ela é racista, ela precisa entender que ela é racista, pois a partir do momento que ela se assumir como racista, ela pode trabalhar isso, porque a gente perde economicamente, a gente exclui uma sociedade que pode ajudar muito o país”.

Netinho de Paula, vereador reeleito pelo PCdoB, que trocou a vaga na Câmara Municipal pelo cargo de secretário da Promoção da Igualdade Racial do prefeito Fernando Haddad, que ainda não conseguiu convencer-se de que é espancador de mulheres, e precisa entender que é espancador de mulheres, pois a partir do momento em que se assumir como espancador de mulheres pode até criar vergonha, invocar a Lei Maria da Penha e solicitar à Justiça que o condene a alguns anos de cadeia.

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