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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

#SanatórioGeral: Chanceler de bolso (3)

Celso Amorim anima o início do ano com a lembrança de que chegou ao fim a política externa da canalhice

Por Augusto Nunes - 8 jan 2020, 12h42

“Por tudo o que foi dito e feito até hoje, seria difícil imaginar que a submissão a Washington deixará de prevalecer”. (Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores do governo Lula, ao constatar que o Brasil apoia os EUA no conflito com o Irã, confirmando que, se o PT ainda estivesse no poder, o Itamaraty de Celso Amorim agiria como um sabujo de governantes devotos da liberdade e da democracia como Ali Khamenei, Raúl Castro e Nicolás Maduro, fora o resto)

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