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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Autocrítica é isso (25)

“Vejo esse quadro com tristeza cívica. Já disse que não é possível mais a existência de tantos partidos. Temos que estabelecer regras que permitam que o partido seja o que deve ser: uma parcela da opinião pública, que pensa de uma determinada maneira, e quer chegar ao poder para executar um programa. Não temos mais […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 03h33 - Publicado em 3 jul 2014, 16h24

“Vejo esse quadro com tristeza cívica. Já disse que não é possível mais a existência de tantos partidos. Temos que estabelecer regras que permitam que o partido seja o que deve ser: uma parcela da opinião pública, que pensa de uma determinada maneira, e quer chegar ao poder para executar um programa. Não temos mais do que quatro ou cinco correntes de opinião no País”.

Michel Temer, ao comentar na entrevista ao Estadão o processo de formação de alianças que ganhou o codinome de “bacanal eleitoral”, explicando que é preciso inventar uma lei que proíba o PMDB de fazer o que faz.

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