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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A Argentina flerta com a catástrofe

A pátria do tango precisa recuperar a sensatez e livrar-se do câncer peronista

Por Augusto Nunes - 15 ago 2019, 07h32

Tomara que a maioria do eleitorado argentino reencontre nas próximas semanas o caminho da sensatez, que passa pela reeleição de Mauricio Macri e conduz ao sepultamento definitivo do peronismo. Esse câncer que atormenta o país vizinho desde meados do século passado, na sua mutação mais recente, assumiu a forma do kirchnerismo.

Alberto Fernández é um Lula em liberdade e mentindo em espanhol. Cristina Kirchner, candidata a vice, é uma Dilma de tango. Ambos sonham com uma Argentina politicamente bolivariana e economicamente distante do mundo civilizado.

Somadas, essas duas opções balizam o caminho mais curto para a catástrofe.

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