Blogs e Colunistas

Cristina Kirchner

22/01/2015

às 18:00 \ Disseram

Inexplicado, por enquanto

“Estou esperando que alguém dê uma explicação minimamente válida.”

Ricardo Darín, maior ator do cinema argentino atual, sobre a morte do promotor Alberto Nisman, que investigava o envolvimento da presidente Cristina Kirchner no atentado à Amia, em 1994

22/01/2015

às 16:00 \ Vasto Mundo

CASO NISMAN: Cristina está “convencida” de que promotor não cometeu suicídio

Promotor Alberto Nisman, morto horas antes de apresentar denúncia (Foto: Marcos Brindicci/Reuters)

O promotor Alberto Nisman foi morto horas antes de apresentar denúncia contra a presidente Cristina Kirchner; não havia pólvora em suas mãos (Foto: Marcos Brindicci/Reuters)

Presidente muda seu discurso e afirma não ‘ter dúvidas’ de que não se trata de suicídio. Sobre as denúncias, Cristina diz que “plantaram informações falsas” para atrapalhar o trabalho do procurador-geral Alberto Nisman

De VEJA.com

“Estou convencida de que não foi suicídio”, escreveu nesta quinta-feira a presidente argentina Cristina Kirchner em uma nota divulgada em sua conta oficial no Twitter, sobre a morte do procurador-geral Alberto Nisman.

É a primeira vez que o governo e a presidente se manifestam sobre um possível assassinato de Nisman, que foi encontrado morto em sua casa, em circunstâncias estranhas, na noite de domingo para segunda-feira, com um tiro na têmpora, poucos dias depois de ter denunciado a presidente e vários de seus colaboradores pela tentativa de acobertar terroristas iranianos, que teriam sido responsáveis pelo ataque contra a associação israelita Amia, em 1994.

A total mudança de posição do governo foi ainda acentuada com a presidente afirmando em primeira pessoa: “Eu não tenho provas, mas também não tenho dúvidas” [de que não foi um suicídio]. “Usaram-no vivo e depois o quiseram morto. Tão triste e terrível”, prossegue a nota oficial.

Segundo o jornal Clarín, o novo posicionamento do governo foi notado mesmo antes da divulgação da nota de Cristina, quando os funcionários do Executivo pararam de atacar as ações do Ministério Público argentino na denúncia contra a presidente.

Sobre a denúncia, a presidente afirmou que “plantaram informações falsas” para atrapalhar a investigação de Nisman e apontou os dois agentes secretos acusados pelo procurador-geral de participação no esquema de acobertamento de serem farsantes. “Os supostos agentes de inteligência identificados por Nisman como membros de uma ‘Side paralela’ em conexão direta com a presidente, Allan Héctor Ramón Bogado e Hector Yrimia, NUNCA tinham pertencido à Secretaria de Inteligência, sob nenhum caráter”.

Em seu relatório, Nisman afirma que Bogado, agente de inteligência da Side (Secretaria de Inteligência do Estado, o serviço secreto argentino), e Yrimia, ex-promotor responsável pelo caso Amia, foram “imprescindíveis” para levar adiante os “projetos criminosos” da presidente.

No texto, Cristina também questiona os motivos de um suicídio, afirmando que Nisman enviou uma mensagem a amigos próximos contando que ele estava prestes a cumprir o trabalho de sua vida e que iria avançar nas investigações. Além disso, Cristina faz referência à última foto que Nisman enviou ao seu amigo Waldo Wolff, vice-presidente da Daia (Delegação de Associações Israelitas Argentinas).

“Por que Nisman iria se suicidar se no sábado, às 18h27 enviou uma foto para Wolff, membro da Daia, uma imagem de sua área de trabalho onde se vê papéis e canetas marcadoras, assegurando que ele estava se preparando para a apresentação de segunda-feira aos deputados?”. No dia seguinte à sua morte, Nisman iria apresentar formalmente sua denúncia no Congresso argentino, que iria sabatiná-lo.

Em sua primeira manifestação sobre a morte de Nisman, também feita através de uma rede social, Cristina publicou uma longa carta falando em suicídio e desqualificando a investigação e os mais de dez anos de trabalho do procurador-geral no caso do atentado contra a Amia. O novo posicionamento de Cristina e do governo argentino adiciona mais um elemento de tensão na investigação que vem sendo conduzida pela promotora Viviana Fein.

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20/01/2015

às 0:00 \ Disseram

Ele estava certo

“Posso sair morto disso.”

Alberto Nisman, promotor federal argentino, sobre denúncias que fez a respeito da presidente Cristina Kirchner na última semana; Nisman foi encontrado morto em seu apartamento na madrugada desta segunda-feira, quando acusaria a presidente de encobrir a participação de terroristas iranianos no atentado contra a Amia (uma organização judaica), em 1994, que deixou 85 mortos 

19/01/2015

às 20:30 \ Vasto Mundo

Promotor argentino que denunciou Cristina Kirchner é encontrado morto

(Foto: Marcos Brindicci/Reuters)

O promotor federal Alberto Nisman era responsável pela investigação sobre o atentado à Amia, que deixou 85 mortos, em 1994(Foto: Marcos Brindicci/Reuters)

Alberto Nisman foi achado no banheiro de seu apartamento com uma marca de tiro na cabeça. A polícia achou também uma arma no local

De VEJA.com

O promotor federal argentino Alberto Nisman foi encontrado morto no banheiro de seu apartamento em Buenos Aires na madrugada desta segunda-feira, reporta o jornal Clarín. De acordo com a imprensa argentina, há uma marca de tiro na cabeça de Nisman, que morava em um prédio no bairro de Puerto Madero, área nobre da capital argentina. A polícia investiga o caso e informou que localizou no local um revólver de pequeno calibre.

Uma repórter do Clarín conversou com Nisman via WhatsApp neste sábado e o promotor afirmou que temia ser morto por suas acusações.

A procuradora Viviana Fein, encarregada de investigar a morte de seu colega, pediu prudência. “Estamos investigando ainda, é preciso ter muita cautela”, disse Fein, confirmando que o corpo foi encontrado pela mãe de Nisman no banheiro de seu apartamento, em um edifício com segurança particular no luxuoso bairro de Puerto Madero.

O Ministério de Segurança da Argentina divulgou um comunicado no qual detalha que Nisman “foi encontrado sem vida na noite de domingo em seu apartamento do 13º andar da torre Le Parc”, de Puerto Madero, no coração de Buenos Aires.

Leiam também:
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Procurador argentino acusa Irã de infiltração terrorista na América do Sul 
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Segundo as autoridades, Nisman tinha dez agentes da polícia para fazer sua proteção pessoal e foram eles que “alertaram sua secretária durante a tarde devido à falta de resposta aos insistentes telefonemas”. “Ao constatar que o homem também não respondia à campainha da casa e que o jornal de domingo ainda estava no corredor, decidiram avisar os familiares”, disse o comunicado.

Os seguranças buscaram a mãe do procurador, a levaram ao edifício e, ao tentar entrar, a mulher constatou que a porta estava fechada com a chave colocada na fechadura por dentro. Os familiares pediram ajuda a um chaveiro para entrar no apartamento.

“No início da noite, a mãe entrou na casa acompanhada por um dos seguranças, encontrando o corpo de Nisman no interior do banheiro de seu quarto, bloqueando a porta de entrada ao mesmo”. “Junto ao corpo de Nisman, que estava no chão, foi encontrada uma arma de fogo calibre 22, além de uma cápsula de bala”, indicou.

O procurador Nisman, de 51 anos, iria se apresentar nesta segunda-feira no Congresso para dar detalhes de sua denúncia contra a presidente Kirchner e seu chanceler Héctor Timerman e outros dirigentes, acusados por ele na quarta-feira passada de acobertar o Irã por seu suposto envolvimento no atentado contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), que deixou 85 mortos e 300 feridos em 1994.

O governo negou a denúncia do procurador, chamando-o de mentiroso e atribuindo a atuação de Nisman a uma operação dos serviços de inteligência. Nisman havia sido designado em 2004 por Néstor Kirchner como procurador especial para o caso Amia, um ano após a anulação de um julgamento por irregularidades na investigação.

“A presidente e seu chanceler tomaram a criminosa decisão de fabricar a inocência do Irã para saciar interesses da República da Argentina”, disse Nisman. O promotor argumenta que a cúpula do governo Kirchner negociou e organizou com Teerã “um sofisticado plano” para acobertar participantes do atentado.

Afronta – A deputada opositora Patricia Bullrich disse estar consternada com a morte do procurador e afirmou que este ocorrido é “uma grave afronta à institucionalidade do país”. “Um procurador morto antes de dar um relatório ao Congresso em um caso onde há terrorismo internacional me parece de uma enorme gravidade”, acrescentou Bullrich.

A deputada disse ter falado no sábado com Nisman três vezes e ele mencionou que havia recebido várias ameaças. “Disse que se sentia tranquilo e contou que explicou a situação a sua filha de 15 anos”, disse a deputada em declarações ao canal C5N. Para a audiência desta segunda-feira o procurador solicitava que seu comparecimento ocorresse em particular, mas parlamentares governistas exigiam que a audiência fosse pública e transmitida pela televisão.

18/12/2014

às 6:00 \ Disseram

O Brasil e os Ministérios

“Você não sabe como é difícil no Brasil.”

Dilma Rousseff, dirigindo-se à presidente argentina Cristina Kirchner, ao explicar que ainda não vai anunciar seus novos ministros por causa da dificuldade em formar um gabinete

09/12/2014

às 20:15 \ Vasto Mundo

ARGENTINA: A mentira da inflação oficial e outros contos-do-vigário do governo Cristina Kirchner

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Post publicado originalmente a 29 de março de 2013

Reportagem de Duda Teixeira, de Buenos Aires, publicada na edição de VEJA que está nas bancas

Campeões-de-audiênciaO CONTO ARGENTINO

Cristina Kirchner faz com as estatísticas econômicas o mesmo que os seus militantes com os fatos históricos – uma manipulação grosseira da realidade. Quem sofre é o povo

A Argentina é um país onde o passado parece sempre mais auspicioso que o presente e o futuro. A falsificação da própria história é um traço da cultura nacional. O populista Juan Domingo Perón, que fez a desindustrialização forçada do país e o tomou dependente de importações pagas em dólares de produtos que vão de escovas de dentes a automóveis, é tido como grande inovador da economia.

Da sua mulher, Evita, não basta constatar que magnetizou as massas na Argentina como política, é preciso acreditar que ela também foi uma atriz de grandes méritos. Os kirchneristas representam muito bem essa característica e recorrem à manipulação do passado. A tentativa de enxertar no currículo do papa Francisco, um crítico do governo, um episódio de colaboração com a ditadura militar é só a mais recente dessas invenções.

Para esconder a ruína de seu desgoverno, Cristina Kirchner recorre à fabulação do presente tão intensamente quanto o faz em relação ao passado. As estatísticas econômicas oficiais viraram piada. A inflação anual oficial foi de apenas 10%. O valor real é 24%, com a projeção de bater em 30% no fim de 2013.

O ilusionismo kirchnerista é um desastre anunciado e um atentado à economia popular. Um argentino que acredite no governo e aceite a remuneração média dos investimentos em bancos, em tomo de 13%, poderá imaginar que está protegendo seu dinheiro da desvalorização. Está sendo depenado pela inflação real. Ao argentino está vedada até mesmo a fuga para o mercado imobiliário, opção preferencial em momentos de incerteza, já que as transações eram quase todas feitas em dólar.

A exemplo do que ocorre em Cuba, na Argentina ter dólar é impatriótico. Agora, a compra e a venda de imóveis têm de ser, por força de lei, em pesos. Como a maioria dos argentinos — escolados por décadas de regras econômicas voláteis — tem poupança em dólares, ser obrigado a convertê-los em pesos pelo câmbio oficial irreal equivale a ser roubado pelo governo. Por causa dessa imposição, a oferta supera em muito a procura e o valor das propriedades na Argentina está encolhendo. No último ano, a queda foi de 30%.

Como governos autoritários não precisam demonstrar coerência, a Argentina oficial sem inflação precisou recorrer ao congelamento de preços. A realidade é outra. E a realidade econômica morde. Obviamente, como se aprende no 1º ano da faculdade de economia, quando se congelam preços nos supermercados o consumo aumenta e, por uma incontornável lei econômica, pressiona a alta dos preços. É o que ocorre agora na Argentina.

 

Argentina: Cristina Kirchner defende inflação "oficial" muito inferior aos cálculos do mercado (Divulgação/Casa Rosada)

Argentina: Cristina Kirchner defende inflação “oficial” muito inferior aos cálculos do mercado (Foto: Divulgação / Casa Rosada)

O governo reagiu com a patética tentativa do secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, de proibir que os supermercados publiquem ofertas nos jornais. Moreno jogou mais gasolina na fogueira: “Ficou mais difícil para os consumidores comparar preços. Como resultado, a concorrência entre os supermercados diminuiu, o que estimula a inflação”, diz o economista Juan Luis Bour, da Fundação de Investigações Econômicas Latino-americanas (Fiel), em Buenos Aires. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

04/12/2014

às 20:15 \ Vasto Mundo

A FALTA QUE FAZ A LIBERDADE DE IMPRENSA: reportagem crítica de VEJA ao governo Cristina Kirchner cai na web e milhares de leitores argentinos visitam o blog — para concordar com o que publicamos

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Post publicado originalmente a 17 de abril de 2013

campeões de audiência 02Amigas e amigos, o blog está sendo visitado por milhares de leitores da Argentina — até agora, mais de 30 mil –, atraídos por reportagem de VEJA mostrando as tramoias econômicas do governo da presidente Cristina Kirchner e reproduzida neste espaço no dia 29 de março.

Num país em que a liberdade de imprensa está cada vez mais restrita pela prepotência do kirchnerismo, e em que poucos veículos de imprensa têm coragem de publicar verdades que o governo detesta, foi só ser publicada nota a respeito no site do tradicionalíssimo jornal La Nación (fundado em 1870) na segunda-feira, 15, que a reportagem se espalhou para todo lado: o próprio jornal voltou ao assunto no dia seguinte, e o tema foi reproduzido também no Yahoo argentino e, entre outros, no site urgente24.

Abaixo, uma amostra dos comentários de leitores argentinos que confirmam o retrato triste que VEJA fez da situação da Argentina, seu governo e sua economia, e elogiam a revista e o blog. Os leitores estão identificados com o nome com que se apresentaram e os textos são reproduzidos da forma como vieram. Alguns, num português canhestro, utilizaram o Google Tradutor para enviar suas mensagens.

Confiram:

Dito – “Lastimoso que la realidad de Argentina la conozcan mejor en el exterior que en el propio país… Estamos como cuando teníamos que escuchar radios de otros países para saber cómo iba la guerra de Malvinas…”

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Fabian — “lo que dice este articulo es totalmente cierto y cualquier argentino que aparezca aqui diciendo lo contrario es un amigo del gobierno que quiere seguir haciendo creer la mentira en la que nos tienen desde hace tiempo. La prueba son las innumerables empresas extranjeras que cerraron y se fueron, y ni hablar de las empresas argentinas que se fundieron!!!”

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Francisco — “Hola gente, soy argentino. Excelente nota, coincido 100 % con lo dicho por Valentina Ponce.
Por suerte en Argentina existe un periodismo que bajo altísima presión de los medios oficiales sigue mostrando las barbaridades que hace el gobierno K. El gobierno K está desesperado por demostrar de cualquier manera que la verdad mostrada y demostrada, documentada legalmente, es mentira. Existe una máquina de decir barbaridades, que permite obrar con prepotencia inusual a los mismos funcionarios políticos para imponer “su” verdad. Es como si estuvieran viviendo en Argentina y mirando la calidad de vida en Mónaco. A principio de semana se anunció el congelamiento de los precios de los combustibles por 6 meses. En las últimas 48 horas YPF (petrolera oficial) ya lo aumentó más del 10 %. Está prohibida la compra de moneda extranjera y se castiga al que la vende; por la peatonal Florida del centro porteño hay un vendedor cada tres metros que anuncia a viva voz la venta de dólares, euros, etc. Éstos son amigos K y no se los castiga. Espero, por ser ARGENTINO que pronto toda esta miseri y decadencia podamos dejarla atrás y volver al país civilizado que habíamos empezado a disfrutar.”

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Px — “Soy argentino, vivo en Argentina. CFK es la peor presidente desde el 1983. Es un gobierno de mafiosos, estafadores, asesinos. Nada de lo que yo pueda decir les va a dar una idea de lo mal que se vive. No espero nada, a esta altura. Quiero que se vayan del gobierno.”

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Mario — “Hola, la nota dice la verdad al 100%. Agradezco que nuestros vecinos los brasileros lean la verdadera realidad de lo nefasto que es este gobierno…la corrupcion es elevadisima, impunidad es una palabra habitual hoy en dia. Seguimos asi sin que nadie haga nada, Argentina lamentablemente esta siendo enferma de un Kancer que, sin la ayuda externa, no podremos salir… el problema que veo es que de a poco la region (sudamerica) se va contagiando del mismo mal…primero Venezuela, ahora Argentina, en poco tiempo Bolivia, despues Paraguay, Ecuador y vaya uno a saber que pasa… entiendo que Brazil esta fuera de este peligro por el momento pero no se olviden que lamentablemente seremos vecinos de por vida y, si una manzana se pudre, el cajon entero se pudre.
Un abrazo y ojala ustedes brasileros hagan algo coherente por la region.”

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Mrs. Afrodita. — “Soy Argentina y lo dicho en este articulo es 100% real. Me da verguenza ajena mi pais corrupcion a gran escala en todas las esferas! Al final el presidente de Uruguay tenia razon, esta vieja es peor que el tuerto! Gracias por reflejar nuestra actualidad!”

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Tigrao – “En Argentina un grupo mafioso sustenta el poder político. Como son mafiosos utilizan métodos gansteriles para mantenerse en el poder, desde la manipulación de datos públicos, intimidación y represión a los disidentes utilizando diversas metodologías, compra de votos, prácticas populistas de distribución de fondos públicos, distorsión de los valores y premisas constitucionales y sobre todo el vaciamento permanente y constante de dinero público y proveniente de negociados corruptos, evadiéndolos a traves de paraísos fiscales. La falta de liderazgos dentro de la oposición allanan el camino fácil de estos delincuentes. Como consecuencia, la división social creó dos grupos antagónicos: los favorecidos contra el grupo que los sustenta. Gracias por ocuparse de los problemas argentinos, porque en nuestro país la libertad de prensa está restringida.”

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GAVINO — “…totalmente cierto Ricardo lo que escribis,.pero no hace falta que te lo diga, lo sabes. La mayoria de los que comentan en contra de esta nota son blogueros pagados a tal fin por el gobierno..”

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Sebastian – “Lamentablemente el daño que los KK hicieron a la sociedad tardará no menos de 20 años en revertise, y eso es si se hacen las cosas bien desde ahora… Lamentablemente, como no se dé un giro de 180°, Argentina es una causa perdida.”

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Aldo Escudero – “Muchas gracias por la nota. Refleja la realidad argentina. Una mafia llamada peronismo esta enquistada en el poder de Argentina desde hace décadas, y ha logrado pervertir el sistema democrático y republicano, de modo tal que por un mecanismo ilegal y corrupto, extraen fondos del presupuesto nacional, usandolo parte para un enriquecimiento personal y parte para financiar campañas políticas que pervierten a grandes masas populares, convirtiendolas en “clientes politicos”, acostrumbrandolos a recibir beneficios sin trabajar, y sumergiendolos en la ignorancia y la miseria, ya que tampoco acceden a una educacion que les permita decidir libremente su futuro. Peron decia ‘zapatillas si, libros no’”.

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Tabano – “Oi Galera! Es asim. Pero muchos argentinos no compartimos en absoluto su gestión, su visión de país, ni su proyecto absolutista. No nos juzguen a todos por la idiotez de algunos! Um forte abraço pra os irmãos do Brasil! Un fuerte abrazo también para ti y para el pueblo hermano de Argentina. Su país y su pueblo son mucho más grandes que los políticos.”

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Roberto — “Esto que esta en esta nota es 100% verdad. Argentina se parece cada dia mas a nuestra madre patria Venezuela.
Gracias y un afectuoso saludo desde Argentina.”

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Ama – “Estamos muy mal Yo no confio en vos CRISTINA!!!”Eu NO confio em voce CRISTINA!!!”

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Valentina Ponce — “Muy buen articulo. Los felicito por la mirada de la realidad de mi pais. Por otro lado, como argentina estoy de acuerdo con los comentarios de mis compatriotas. Pero me gustaria agregar un par de variables a la situacion: educacion y trabajo. 10 años de asistencialismo KK mediante Planes de ayuda economica, deja como herencia dos generaciones de ignorantes y vagos. La ignorancia de los derechos basicos los vivimos diariamente con por ejemplo los cortes de ruta o la toma ilegal de tierra y la vagancia de los que no trabajan porque el estado les paga un subsidio … por no trabajar. Aun cuando en las proximas elecciones el movimiento KK se retire del gobierno, el daño ya esta hecho. Triste realidad.”

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Eugenia — “Sou Argentina, a semana passada eu estive em Brasil e foi triste demais ouvir palavras muito fortes sobre meu pais. Nossa situacon e terrible… sento muita mágoa…”

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José Ignacio Bettolli — “Como argentino, me duele la nota,que por cierto describe con claridad nuestra realidad.
Es lamentable que un país con la potencialidad del nuestro esté siendo llevado al desastre por una banda de ladrones y corruptos que se han enriquecido a costillas del pueblo.”

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Albe19 – “Soy argentino y no necesite el traductor Google y para entender la nota porque manejo el idoma. Lo peor del país son los que se creen lo que cualquier periodista dice en contra del gobierno porque solo porque si…”

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Emilio — “El cáncer argentino se llama peronismo que siempre represento a la mafia enquistada en el poder de la mano de sindicatos que (unico lugar en el mundo) son peronistas o sea oficialistas si el gobierno es peronista y paran todos los dias al pais si son de otro signo partidario, asi estamos”

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DonAlfredo — “Buena lectura. A veces el soberano (o povo) se equivoca. En toda Latinoamérica pasa. Votamos a mentirosos compulsivos. Votamos a mesianicos que reciben mensajes de pajaritos (passarinhos). Votamos a personas, no votamos equipos. Y así terminamos con miles de problemas. Ahora en Argentina, estamos en serios problemas… pero también somos un país con potencial en ese 46% que no votó al actual gobierno. El tiempo dirá. Saludos”

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Millionario –”Excelente nota. Mejor infografía!!! Así nos ven afuera… tal cual somos.”

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Ignacio — “En argentina el precio de las propiedades esta en dolares porque el peso no tiene valor, perdio la mitad de su valor en 15 meses, con lo que si alguien vendio su casa hace um ano y confio en el peso ahora se podra comprar un 60% de la casa!!! Quien quiere pesos asi???”

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Mati18 — “Soy argentino y pude leer x el traductor de google, lo peor de la situaacion en mi pais es q hay gente q cree en el relato de la presidente, muy buena nota!”

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Carla — “Muy bueno el artículo. Soy argentina y es muy frustrante tener que vivir tanta impunidad de una mujer con conflicto de inferioridad. El 18/04 vamos a hacer una protesta masiva en todo el país, en contra de esta desgraciada. Invitamos a los medios brasileños. Les recomiendo una pagina argentina que habla de la realidad de nuestro país. http://www.relatodelpresente.com”

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Juan – “La mayoría de lo que dice el artículo es verdad. Y sólo se refiere a lo económico, lo demás (inseguridad, salud, educación, deuda interna social, desmantelación de prensa libre y sobre todo corrupción) es algo que aplasta y divide actualmente a la Argentina prácticamente en dos polos contrarios. Desde afuera nos ven (acertadamente) como una patética obra teatral tragi-cómica. Desde adentro, es peor. Buen artículo y excelente retrato de Cristina. Saludos desde Argentina. El 18 de Abril habrá manifestación popular por todo lo mencionado.”

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Javier – 04/04/2013 às 17:38 — “Hola, soy otro argentino que aprueba 100% lo expuesto en esta nota. Lamentablemente aca lo llmamos “relato” donde el gobierno nos cuenta su propia version de los hechos armado a su medida politica. Lamentablemente la ciudad y la provincia de buenos aires desde hace dos dias esta padeciendo la catastrofe de las inundaciones. El gran porcentaje de ayuda es gracias a las donaciones de los ciudadanos. Hay ausencia de estado, tanto para hacer obras preventivas como para elaborar un plan de emergencia sanitaria. Hay mucho desconformismo debido a la presencia en zonas afectadas de politicos oportunistas que se presentan a mostrarse para la foto, para ganar la opinion publica, recordemos que en octubre hay elecciones legislativas donde el gobierno nacional se juega la renovacion de bancas de diputados los cuales le ayudarian a modificar la constitucion para un tercer mandato. Muchos se atreven a comparar este gobierno con gobiernos militares, por su forma de autoritarismo y prepotencia como de ciertos manejos de fondos publicos y manejo de la informacion.

Estamos lejos de ser una dictadura, pero en lineas generales un 80% de los medios estan controlados por el estado por amigos que los han adquirido estos ultimos tiempos o por otros que se vuelcan a ellos por la pauta publicitaria que se otorga no por cantidad de audiencia sino por afinidad y comentarios favorables al gobierno.
(…)
Saludos”

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Angel – 03/04/ — “Otra decada perdida, inflacion ..inseguridad juridica..corrupcion ..tipo de cambio ficticio…crearon un relato y crearon resentimiento social…la crisis se acerca como cada diez anios…”

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09/11/2014

às 15:00 \ Vasto Mundo

Miguel Otero, dono do último jornal de oposição da Venezuela: “O Brasil está caminhando rumo ao populismo autoritário, cujos líderes querem perpetuar-se no poder”

(Foto: Gabriel Osorio/Archivolatino)

Impedido pelo governo de comprar papel, Miguel Henrique Otero, dono e editor do El Universal, alerta que o Brasil pode estar indo pelo mesmo caminho da Venezuela (Foto: Gabriel Osorio/Archivolatino)

“BOLSA HOJE, FOME AMANHÔ

O jornalista venezuelano vê nos planos de controle da imprensa no Brasil o mesmo padrão do chavismo e diz que manter os pobres dependentes é ruinoso, mas essencial ao populismo

Entrevista a Nathalia Watkins publicada em edição impressa de VEJA

O jornal venezuelano El Nacional é o último de alcance literalmente nacional a resistir à repressão do governo de Nicolás Maduro. Sem autorização para comprar bobinas de papel, o jeito foi reduzir o número de páginas e contar com a solidariedade de jornais estrangeiros. A matéria-prima, contudo, acaba no fim do ano e o diário corre o risco de fechar.

Seu proprietário e editor, Miguel Henrique Otero, de 67 anos, resiste bravamente. O estrangulamento imposto pelo chavismo por meio da restrição à compra de papel e de ações judiciais derrubou a tiragem dominical do jornal, fundado pelo avô de Otero em 1943, de 250 000 para 100 000 exemplares. Otero comanda a publicação desde 1988. Se tiver de fechar as portas, será o golpe final na liberdade de expressão no país.

O senhor vê semelhanças entre os caminhos trilhados pelo governo petista no Brasil e pelo chavismo na Venezuela?

Sim. O Brasil está seguindo a tendência de uma parcela da América Latina de caminhar em direção ao populismo autoritário. Esse modelo começa confrontando o setor privado e logo passa a transbordar rumo à liberdade de expressão e aos direitos humanos.

O populismo autoritário também tem como característica a intenção dos seus líderes de perpetuar-se no poder. Para isso, eles modificam as leis, de preferência a Constituição como um todo, para evitar a alternância de poder. Na Venezuela, por exemplo, Chávez acabou com o limite de mandatos para presidente.

Outra forma de conseguir isso é garantir o apoio popular, o que é obtido com políticas que distribuem à população comida e dinheiro. O problema é que essa política não gera riqueza. Com os benefícios, o povo pode até momentaneamente acreditar que sua condição melhorou, mas o fato é que permanecerá pobre, porque não terá boas opções de emprego e a economia ficará estagnada.

Nas estatísticas, eles deixam de ser considerados pobres porque recebem salário ou ajuda financeira adicional, mas a longo prazo a ascensão social é nula. É o que na Venezuela chamamos de “comida hojefome amanhã“. Para esses governantes, manter a população na pobreza é importante porque isso lhes garante a sustentação política de que precisam.

No Brasil, essa lógica ficou muito clara. No Norte, onde estão muitos dos beneficiários do Bolsa Família, o apoio ao governo é forte. No Sul, onde há uma classe média em expansão e a economia é mais produtiva, as pes- soas votaram no candidato da oposição. Fica claro que grande parte da população brasileira está condenada a ser mantida na pobreza, no que poderiam chamar de “bolsa hojefome amanhã“.

Qual é a origem desse modelo populista e autoritário?

Sem dúvida, a inspiração é o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez. Mas ele não veio do nada. Chávez é uma criação do Foro de São Paulo (o encontro de partidos e organizações de esquerda da América Latina que surgiu em 1990 de uma conversa entre o ex-presidente Lula e o ditador cubano Fidel Castro). No fundo, é a ideologia castrista de supressão das liberdades individuais não mais pela revolução armada, mas por eleições.

Pode parecer legítimo, mas não é. Quando estão na iminência de perder o pleito, eles trapaceiam, violam os resultados e exigem reformas políticas boas apenas para eles. São persistentes. Na reforma constitucional tentada por Chávez em 2007, o presidente perdeu, mas logo conseguiu o que queria de outra forma (em 2009, Chávez fez aprovar a reeleição indefinida, que havia sido rejeitada antes, em referendo).

O uso da democracia para acabar com a democracia foi a estratégia comum dos populistas na Venezuela, Nicarágua, Equador, Bolívia e Argentina.

Por essa lógica, quais seriam, a seu ver, os próximos passos do populismo no Brasil?

Provavelmente, dentro de quatro anos, o Brasil mudará a Constituição para permitir a reeleição de Dilma Rousseff, que usará a ameaça da volta de Lula para conseguir o que pretende. A perpetuação no poder é parte integrante do modelo populista totalitário, mesmo que isso não possa ser feito descaradamente.

Cristina Kirchner, na Argentina, não teve como disputar uma terceira eleição, mas o poder, que já foi do marido, Néstor, se depender dela, será passado ao filho, Máximo Kirchner. O Brasil, por ser um país continental, talvez pareça mais resistente ao populismo autoritário, mas o que se constata no seu país não é nada animador.

Quais são as características comuns aos governos que, a exemplo da Venezuela, namoram com o modelo do populismo totalitário?

A principal é reprimir a liberdade de expressão. Esses regimes simplesmente não podem sobreviver com imprensa livre. A verdade é tóxica para eles. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

24/10/2014

às 6:00 \ Disseram

Menos atenção à violência

“A integridade [das pessoas] é um tema que tem muito marketing.”

Cristina Kirchner, presidente da Argentina, em discurso sobre endurecimento do código penal; para ela, a violência recebe atenção demais

09/08/2014

às 0:00 \ Disseram

A culpa é do Brasil?

“O Brasil tem crescimento previsto de 1,3% em 2014 e é o nosso principal sócio comercial.”

Cristina Kirchner, presidente argentina, ao nomear o Brasil uma das causas da crise econômica pela qual seu país passa atualmente

 

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