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19/01/2013

às 14:00 \ Política & Cia

Lobão, o ministro do Apagão: eu não disse?

Edison Lobão: credencial principal para cuidar de Minas e Energia é... Sarney (Marcia Kalume / Agência Senado)

Post publicado originalmente a 27 de outubro de 2012

Amigas e amigos do blog, esta coluna ainda não estava no ar quando o então senador Edison Lobão assumiu o Ministério das Minas e Energia, no começo de 2008. Mas tão logo começou o blog, em setembro de 2010, comecei a martelar, volta e meia, que Lobão — ex-jornalista que virou político profissional — não entendia absolutamente nada nem de minas, nem de energia.

De eletricidade, brincava eu, o que o ministro sabia era (e é) que, apertando o interruptor, a luz acende.

Pois está aí a série de apagões que não me deixa mentir a respeito da extraordinária competência gerencial e administrativa de Lobão.

Credenciais para estar no governo Lula durante dois anos e meio (saiu para se recandidatar a senador e, logo adiante, deixar a vaga para o filho), e voltar ao mesmo posto no governo Dilma desde o início, ele sem dúvida possui.

Com o padrinho, José Sarney: muita ternura pela área energética (Foto: estadao.com.br)

Bem, pelo menos uma, importantíssima: ser velho pau-mandado do senador José Sarney (PMDB-AP), por cujas mãos aquele jornalista político que defendia o golpe de 1964 em seus artigos ingressou na política — evidentemente, via Arena, partido da ditadura.

Deputado pela Arena, depois pelo partido que a sucedeu, o PDS, mais tarde pelo PFL, Lobão foi indo, foi indo, chegou ao governo do Maranhão, depois alcançou o Senado.

Tão logo apareceu o lulalato e a chance de agarrar-se firmemente ao poder central, deixou o PFL (hoje DEM) e ingressou no PMDB, que virou amiguinho de Lula. Ficar na oposição? Imagine!

É ministro única e exclusivamente porque o senador Sarney agasalha no peito uma, digamos, profunda afeição pelo setor elétrico, o mesmo que ele, enquanto presidente, entregou ao falecido ACM e do qual seu coração não mais se afastou desde então.

E, naturalmente, porque o lulalato e a presidente Dilma não abrem mão do apoio poderoso de Sarney no Congresso — da mesma forma como agasalharam, felizes, Fernando Collor, Jader Barbalho, Renan Calheiros e, entre muitos outros, Paulo Maluf.

Então, amigas e amigos do blog, enfrentemos os apagões, mas permitam-me que eu relembre: eu não disse?

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32 Comentários

  • Meméia

    -

    28/1/2013 às 0:41

    No passado, o racionamento de energia era oficial e organizado, agora é “compulsório,” eu resido há 3 anos perto do Rio Centro (RJ) e todo mês tem “apagão” que varia entre 2 à 4 hs, outro dia bateu o recorde de 14 hs… Experimente ligar para 0800 021 0196 e ouvirá a relação dos bairros que estão c/problemas de energia, eu geralmente ligo na madrugada…

  • Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões.

    -

    22/1/2013 às 4:12

    A maria jose moura – 21/01/2013 às 20:20 pensa que está falando com o rebanho de jumentos macacos:
    .
    Apagão. Blecaute só ocorrido em lugares governados por adversários do PT. “Toda vez que o assunto é o mensalão, com seus inevitáveis desdobramentos jurídicos e políticos, a razão republicana e os fundamentos democráticos do ex-presidente sofrem um apagão” (Sandro Vaia). (Ver tbm aeroporto e blecaute). O apagão faz parte de determinados sistemas comunistas. Na Coreia do Norte, Venezuela etc., não tem luz durante a noite e visto pelos satélites são os lugares mais escuro do planeta.
    .
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    .
    Abraço a Todos
    Osvaldo Aires

  • maria jose moura

    -

    21/1/2013 às 20:20

    desculpe-me pessoal da veja e augusto nunes mais o lobao e um ministro competente,um senhor discreto,um senhor cuidadoso para com o cargo que exerce, e o lobao nao tem nada a ver com apagao,voces ai da veja ainda lembram de apagao que houve no governo dos tucanos(PSDB)?nos lembramos.

  • pedrao

    -

    21/1/2013 às 19:54

    O Genio da luz: Thomas Alva Edison.
    O genio das trevas: Tomas apagão,Edison Lobão.
    Edison Lobão, o sinistro das trevas!

  • Geraldo de Freitas

    -

    20/1/2013 às 13:50

    Dilma foi ao NE e devia ter explicado para onde desviou a verba destinada à transposição do Rio São Francisco.

  • Corinthians

    -

    19/1/2013 às 16:00

    E então Dillma foi ao Piauí.
    E então houve um apagão em 33 cidades…

  • arilson sartorato

    -

    19/1/2013 às 15:13

    PERCEBAM SE O ‘BOBÃO’ NÃO TEM A CARA DO CONDE DRÁCULA.?

  • AlexRio

    -

    30/10/2012 às 6:54

    Setti:”Caro AlexRio, ele nunca foi famoso, não” Vc não entendeu, que eu falei que foi famoso e saía no Cruzeiro (acho) era “O Amigo da Onça”, eprsonagem criado pelo cartunista Péricles. Se puser um bigodinho no Lobão ai nessa foto, ele fica a cara dele, foi isso q eu disse.

  • Jarbas

    -

    29/10/2012 às 22:01

    é isto mesmo!!! esqueçam a engenharia e os profissionais!!! vamos apenas fazer politicagem e gestão (má feita) e se algo der errado vamos inventar qualquer desculpa para a sociedade..ou simplesmente não falar nada!!! que vergonha este país

  • Luiz Pereira

    -

    28/10/2012 às 20:51

    Setti,
    Fiz uma brincadeira, usando o nome de uma canção de Lyra e Boscoli.
    Tens a máxima razão, bobos somos nós.
    Os eleitores de SP tb fizeram uma bobagem – que se deve respeitar – nesse domingo.
    E de bobagem em bobagem, os sarneys não se desincrustam do Brasil e o PT mais se agarra no aparelhamento.
    Afinal, a ignorância vencerá? Será que foi pra isso que fui ao Comício da Candelária pedir Diretas Já?
    Minha filha tem 3 anos. Que país ela vai ver?
    Noto que, ao contrário da prole de da.Marisa Letícia, nem posso pedir passaporte europeu “para o caso de alguma emergência”.
    abs

  • Rosa Maria Pacini

    -

    27/10/2012 às 23:33

    Setti, em decorrência dos apagões, mas, sobretudo, pelo drama vivido pelos indígenas Guarani-Kaiowá,no MS, tenho lido e relido várias matérias sobre essa questão e pude resgatar uma entrevista que a Eliane Brum, fez há um ano, com Célio Berman, professor da USP e um dos mais respeitados especialistas na área energética. Ex-petista, ele trabalhou no governo de Lula até 2004, tendo sido assessor de Dilma Roussef. Ele faz duras críticas ao governo lulo-petista, que ele chama de governos Lula/Sarney e Dilma/Sarney e diz:o seguinte sobre o fato de Edson Lobão ser ministro de Minas e Energia: “Vou dizer de novo: não é possível a gente acreditar na capacidade gerencial de um governo que se submete a esse tipo de articulação política, colocando uma pessoa absolutamente incapaz de entender o que é quilowatt, quilowatt-hora. De ir a público sem saber a diferença entre tensão em volts e energia em quilowatts-hora.”
    Coloco o link para o blog de Telma Monteiro no qual a referida entrevista foi reproduzida.
    http://telmadmonteiro.blogspot.com.br/2011/10/belo-monte-nosso-dinheiro-e-o-bigode-do.html?spref=fb

    Valeu, prezada Rosa. Muito obrigado. Concordo inteiramente com o professor. E conheço a peça — E. L. — desde há muitos anos…

    Abração

  • Marcondes Witt

    -

    27/10/2012 às 21:02

    Ao que me lembre, apenas Collor dos nominados não apoiou o governo FHC e lhe deu governabilidade.

    Quanto às constantes falhas de energia elétrica, a um leigo parece falta de ‘investimento em manutenção’, assim como há pouco mais de 10 anos, ficou evidente a falta de ‘investimento em ampliação da geração’.

  • Luiz Pereira

    -

    27/10/2012 às 20:35

    Setti,
    Lobo bobo, hein?
    abs

    Os bobos somos nós, Luiz.
    Abração

  • JR PIT BOY CPF14933389861

    -

    27/10/2012 às 17:19

    SENADOR EDSON LOBAO MEU QUERIDO AMIGO UM FORTE ABRAÇO…

  • Pedro Luiz Moreira Lima

    -

    27/10/2012 às 17:16

    Setti:
    Felizmente o negócio(ATA) não aconteceu.
    O ESCÂNDALO SCAJOLA NA ITÁLIA E O FUTURO DA ÁREA DE DEFESA NO BRASIL

    Por Mauro Santayana

    O La Stampa, italiano, compara a uma “Caixa de Pandora” a investigação em curso naquele país, iniciada nesta semana, sobre o “canal direto” que existiria entre o ex-ministro do Desenvolvimento do Governo Berlusconi, Claudio Scajola – acusado de propósito de corrupção em uma malograda venda de fragatas italianas ao Brasil – e o então Ministro da Defesa do Governo Lula em 2010, Nelson Jobim. Naquele ano – em que a Itália insultava publicamente o Brasil devido ao Caso Battisti – já causara estranheza a carona aceita pela Marinha Brasileira, ao embarcar, em Fortaleza, em um navio aeródromo italiano, helicópteros e marinheiros brasileiros destinados ao Haiti.

    Agora, estoura na imprensa italiana, com grande destaque, a investigação sobre a projetada venda de fragatas FREMM, franco-italianas, ao Brasil. Além da busca, autorizada pela justiça, em vários endereços de Roma e Nápoles, foi efetuada também a prisão de um funcionário de alto escalão da Finmeccanica (grupo estatal italiano fabricante de armamentos), Paolo Pozzessere, envolvido em outra ponta do caso – a venda de armas e helicópteros ao Panamá. O escândalo Scajola-Finmeccanica evidencia, mais uma vez, em que plano se coloca a colaboração entre as empresas ocidentais de defesa – a maioria delas controladas por seus respectivos governos – e o nosso país.

    A idéia é, sempre, a de obter a fabricação, lá fora ou aqui mesmo, de encomendas destinadas às Forças Armadas brasileiras, desde que não se transfira tecnologia e que se assegure baixíssimo índice de conteúdo nacional. Para isso, sempre que necessário, adquire-se o controle de empresas brasileiras, algumas detentoras de projetos já desenvolvidos com as nossas forças armadas, para entrar com mais segurança no mercado. Em caso de conflito futuro do Brasil com algum país da OTAN ou com os Estados Unidos, bastará usar a tática do “último tango no front”, aplicada exemplarmente à Argentina em seu conflito com a Inglaterra nas ilhas Malvinas.

    Suspende-se a fabricação de armamento e a reposição de peças e munição para as armas e para os aviões e navios vendidos anteriormente, já que a lealdade dessas empresas sempre estará com seus donos, os governos de seus respectivos países.

    Devemos seguir o exemplo europeu, que ancorou sua estratégia de defesa em empresas estatais como a DNCS francesa (que nos vendeu os submarinos Scorpéne), a BAE britânica (que nos vendeu três fragatas recentemente) e a franco-alemã-espanhola EADS (que controla a Helibrás, e que nos prometeu passar a tecnologia de construção de helicópteros a partir de 2020). O Brasil precisa – quem sabe usando a AMAZUL como base – constituir estrutura pública própria para a pesquisa, o desenho e a construção de material bélico.

    Com essa empresa, nacional e estatal, teríamos escala para aproveitar a tecnologia desenvolvida pelas nossas próprias indústrias de armamento, que estão sendo adquiridas a ritmo avassalador por multinacionais estrangeiras. E poderíamos estabelecer, finalmente, parceria estratégica com os BRICS para o desenvolvimento de toda uma nova geração de armamentos.

    Na terça-feira, mesmo dia em que estourou o escândalo Scajola na Itália, o presidente russo Vladimir Putin declarou, à saída da reunião de uma comissão governamental, que Moscou tomou a decisão de estreitar sua cooperação técnica e militar com os outros países dos BRICS: “nossa cooperação militar e técnica com essas nações deverá atingir patamar mais elevado, que leve em consideração o alto do potencial tecnológico, industrial e científico dessas nações. A cooperação com a Índia, por exemplo, não se limita à venda de armamento russo. A pesquisa e a concepção conjunta e a produção sob licença de material destinado a terceiros países é cada vez mais freqüente.”

    Esse assunto poderá ser abordado na visita que a Presidente Dilma Roussef fará a Moscou, em dezembro. O governo russo estaria disposto a reabrir seu mercado para as carnes brasileiras em troca da exportação ou da produção conjunta de armamentos. Para voltar a participar do Programa FX, de aquisição de caças para a Força Aérea, os russos aceitariam compartilhar a tecnologia dos aviões Sukhoi 35, venderiam a Brasília seus mísseis anti-aéreos Tor, e renovariam o convite para que o Brasil participe do acordo do PAK-FA T-50, como sócio pleno do caça-bombardeio de quinta geração que estão desenvolvendo junto com a Índia, para entrar em operação por volta de 2018.

  • AlexRio

    -

    27/10/2012 às 15:50

    Não é do meu tempo, mas até alguns anos atrás eu vi em revistas e na propria net. E o personagem foi um dos mais famosos do Brasil na sua época, se não o mais. Era da extinta O Cruzieor. Pois, se puser um bigodinho no Lobão ali na primeira foto ele não é a cara do “Amigo da Onça”?

    Caro AlexRio, ele nunca foi famoso, não. E, que me lembre, nunca trabalhou em “O Cruzeiro”. Fui colega dele — eu bem mais jovem, foca ainda — na cobertura política do Congresso, em Brasília. Ele escrevia para o extinto “Diário de Notícias”, do Rio, e para algum dos jornais dos Diários Associados.

  • Corinthians

    -

    27/10/2012 às 15:46

    Caio Frascino Cassaro – 27/10/2012 às 10:36
    Concordo em tudo.
    Quase tudo – acho que os petistas vão jogar a culpa em FHC claro. Foi a falta de investimentos na época de FHC, já terminada há 10 anos, que causou isso. Dillma ? Ótima gerente, com amplos conhecimentos em energia, que fez tudo de bom para o país… Petrobrás só no prejuízo, ficando cada vez menor, apagão atrás de apagão…
    Competente foi o PT para prevenir o estrago…
    Sentido ? Lógica ? Realmente não vamos ouvir isso da turba…

  • Roberto Souza

    -

    27/10/2012 às 15:38

    Se depender do Lobão, as ações das fábricas de velas vão subir muito, afinal de contas, o mercado está sempre de olho nas perspectivas de aumento do faturamento não é mesmo?

  • Roberto Souza

    -

    27/10/2012 às 15:34

    É o gerentão da gerentona!

  • Jose Maria

    -

    27/10/2012 às 15:01

    Brasileiro anda as escuras, e faz tempo. Sombra comunista atinge todos os pontos da República, um caos, infelizmente!!! Culpados? O próprio povo!!!

  • Pedro Luiz Moreira Lima

    -

    27/10/2012 às 13:50

    Setti:
    Lobão? aí me calo mesmo!
    Abração
    Pedro Luiz

  • ALGUEM ME AJUDA AI

    -

    27/10/2012 às 13:33

    Enquanto o setor eletrico esta nas maos de um Lobao, os cordeirinhos ficam as escuras, sim, cordeirinhos, porque ninguem reclama, ninguem sai pra rua com cartaz, fica todo mundo quieto contabilizando os prejuizos.
    Enquanto isso o apedeuta fica vomitando besteiras e falando em poste, poste, poste, eu pergunto de que adianta poste sem luz?
    Eles temem a palavra “apagao” mas do jeito que a coisa vai em breve o apedeuta-mor vai andar por ai dizendo “nuncaantesnahistoriadestepaiz” houve apagao tao grande, nos somos os campeoes”

  • Examore

    -

    27/10/2012 às 12:59

    Não sejamos parciais, Setti.
    Lobão pode ser o responsável número dos do Apagão de Dilma.
    Mas foi essa senhora, Dilma, talvez incapaz de resistir aos insuperáveis charme e encantos de José Sarney, quem assinou a nomeação do apaniguado e fisicamente mirrado maranhense (representando talvez nossos irmãozinhos subnutridos do Nordeste).
    Logo, como ensinava ACM em testemunho pessoal inequívoco, ela é a chefe (ou chefa, para sermos cordiais), e por isso deve responder pessoal e funcionalmente pelo apagão que degrada a vida de milhões de brasileiros.
    E deixemos, por misericordia, Lobão descansar, ou morrer, em paz, em uma ultramoderna e conceituada clínica paulistana.
    Longe, bem longe, do SUS e suas pedestres tribulações.

  • J.R.Monteiro

    -

    27/10/2012 às 12:52

    O apagão é o aspecto mais visivel do aparelhamento do estado por incompetentes, cujo único talento é a subserviencia ao PT e ao Grande Timoneiro e seus acólitos, alguns dos quais, felizmente, irão para a cadeia.
    A grande tragédia são os milhares de cargos, ocupados por milhares de pelegos microcéfalos, que não aparecem, mas nem por isso, deixam de causar um enorme dano a eficiência do estado.
    Depois que eles se forem, vamos levar muito tempo para extirpar essas verdadeiras metásteses da era da mediocridade.
    Quem acha que o pior já passou, não perde por esperar. Estamos por perpetrar mais uma barbaridade, na maior e mais rica cidade do hemisferio Sul. Haddad, o novo, vai reinaugurar as grandes administrações da Erundina, Pita e Marta.
    Pobres paulistas…

  • Em Campinas lula é um Zé Mané

    -

    27/10/2012 às 12:42

    … R7, o seu amigo jornalista Carlos Chagas disse no SBT Brasil que a culpa é das privatizações do FHC, ocorridas a mais de 15 anos !!!!!!!!!!!!!!!

    Pois é, o Chaguinhas, que foi secretário de Imprensa do ditador Costa e Silva, acabou virando um baluarte das esquerdas no jornalismo.

    Abraços

  • Márcia Maria

    -

    27/10/2012 às 12:23

    Seu Setti, mas o Sr. não disse q a companheirada dos CCs, estão tudo em SP, fazendo campanha, para o Haddad,e esqueceram do trabalho, que já é horrível e absurdamente caro. O desabastecimento, do q depender da companheirada é total desde da Petrobrás ou qualquer outro serviço. E depois falam mal da privatização. Ficar na mão de companheiros é um Caos é um desperdiço d dinheiro com …

  • fpenin

    -

    27/10/2012 às 11:38

    Inacreditável Futebol Clube…

  • Justiceira

    -

    27/10/2012 às 11:30

    E assim vai o Brasil, de apagões em apagões em TODOS os ministérios por nomeações políticas de gente sem competência…até quando?

    As nomeações políticas são comuns em todas as democracias. Veja bem, amiga Justiceira, os ministros em regimes parlamentaristas são, TODOS, deputados.
    O problema não é a nomeação ser política: é nomear políticos SEM A MENOR COMPETÊNCIA para os cargos, como parece que se especializou em fazer o lulalato.

    Um abração!

  • Fernando Costa

    -

    27/10/2012 às 10:46

    Disse mesmo. E o pior é a cara de pau da Dilma ao dizer que os escalões mais importantes do governo são preenchidos por critério técnico e não por critérios fisiológicos.
    Dilma e Lula apostam na ignorância e na amnésia da maioria dos brasileiros. Eles falam o que querem, pois imaginam que o povo não presta atenção.

  • Caio Frascino Cassaro

    -

    27/10/2012 às 10:36

    Prezado Setti:
    Certamente, a culpa é dos tucanos, em particular do Serra, que privatizou os serviços de fornecimento de água que vem do céu – a popular chuva -, fazendo com que chovesse apenas sobre as casas dos ricos, de modo a que eles não sofressem com apagões durante a estiagem.
    Faz sentido? Não. Mas alguma coisa que os petistas falam faz algum sentido?
    Argumento de petista é o seguinte: “Não concordo com você” (sem jamais elencar os motivos), “Isso é preconceito” ou “Isso é coisa das elites” (frases autoexplicativas e que não demandam o desenvolvimento da tese) ou com alguma tese que invariavelmente envolve algum tipo de conspiração ou denúncia vazia. Às vezes me flagro escrevendo uns “tijolões” imensos em resposta a algum comentário desse povo, gerando “posts” cheios de informações, de números, preocupado com a sintaxe, a morfologia e a consistência dos dados e do texto como um todo. E para que? Para via de regra o fulano contrapor um argumento pífio, sempre na linha dos três aforismas citados acima ou das teses conspiratórias ou ainda dos libelos acusatórios. Não se dão ao trabalho de tentar argumentar da mesma forma, ficando por vezes até mesmo irritados pela própria incapacidade de argumentar. Mesmo alguns que demonstram um certo domínio do idioma pátrio falham miseravelmente na hora em que se lhes solicita o desenvolvimento de uma tese, quiçá por serem tais teses de difícil ou impossível defesa.
    Assim, de vez em quando vou praticar fazendo o raciocínio reverso: vou argumentar segundo aquela “lógica” e ver aonde o texto nos leva, bem na linha “argumentativa” desenvolvida no parágrafo inicial.
    Um abraço

  • markito-Pi

    -

    27/10/2012 às 10:30

    Permita-me discordar, amigo Setti.
    Lobão SABE tudo que é necessário para ser o senhor da capitania hereditária chamada MME, uma divisão produtiva(?) do Maranhão. Sabe perfeitamente quem são os empreiteiros e fornecedores e o quantum de cada um. No capítulo energia, contas de luz, minas, estas coisas, não tem nenhuma importancia.Para sua administração, escuridão é melhor.

  • Agilmar Machado Filho

    -

    27/10/2012 às 10:21

    Caro Setti, permita-me corrigir a sua “De eletricidade, brincava eu, o que o ministro sabia era (e é) que, apertando o interruptor, a luz acende.” Na realidade com essa “sumidade” no ministério a certeza que se tem é que a lua não acende.

 

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