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27/06/2012

às 20:00 \ Política & Cia

Brasileiro condenado à morte na Indonésia por tráfico de drogas será executado agora em julho

Marco Archer Cardoso Moreira, o brasileiro condenado à morte em Jacarta (Foto: Reuters)

Marco Archer Cardoso Moreira, o brasileiro condenado à morte em Jacarta (Foto: Reuters)

(Publicado no Jornal Já, em 22 de junho de 2012, por Elmar Bones)

A Indonésia anunciou que o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, que foi condenado à morte no país em 2004 por tráfico de cocaína, será morto por fuzilamento, de acordo com o jornal local Jakarta Post. A execução deverá ser no começo de julho.

Em entrevista à publicação no último dia 20, o procurador Andi DJ Konggoasa anunciou que as execuções de três imigrantes condenados, entre elas a do brasileiro, acontecerão no começo de julho deste ano.

De acordo com a publicação, os três prisioneiros escolheram seus pedido finais: Marco quis uma garrafa de uísque.

 

Outro brasileiro

Além de Archer, outro brasileiro também está preso por tráfico de drogas na Indonésia. O surfista Rodrigo Gularte, 39, foi detido em 2004 portando 6 kg de cocaína e condenado à morte no país no ano seguinte.

Ele e Archer são os únicos brasileiros condenados à execução no mundo.

Gularte, que levava a droga em uma prancha de surf, perdeu todos os recursos possíveis na Justiça – o último, em 2011- e sua única chance de evitar ser fuzilado é obter o perdão do presidente indonésio.

 

NA BALADA DA MORTE

Em 2005, o enviado especial do  Jornal JÁ, Renan Antunes de Oliveira, esteve em Jacarta e mandou a seguinte matéria sobre o brasileiro condenado à morte:

Rodrigo Muxfeldt Gularte, outro brasileiro condenado por tráfico na Indonésia (Foto: AP)

Rodrigo Muxfeldt Gularte, outro brasileiro condenado por tráfico na Indonésia (Foto: AP)

Ainda não caiu a ficha do paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte, 32 anos, nem a do carioca Marco Archer Cardoso Moreira, 43, os dois brasileiros condenados à morte na Indonésia por tráfico de cocaína. No dia 17 de fevereiro de 2005, Marco perdeu o último apelo à Suprema Corte, dependendo agora de um improvável perdão presidencial para ser beneficiado com prisão perpétua. O presidente Lula pediu ao seu colega indonésio clemência em favor do condenado.

Durante quatro dias de entrevistas na cadeia de Tangerang, eles deram muitas gargalhadas relembrando suas aventuras. Os dois não estavam nem aí para a possibilidade de enfrentar o Criador, via pelotão de fuzilamento, ou passar o resto de suas vidas presos nos cafundós da Ásia. Se sentem como se tudo fosse apenas uma bad trip.

Eles confessaram ser traficantes tarimbados. E demonstraram, sim, algum arrependimento, mas só por ter embalado mal a droga que levavam em seus equipamentos esportivos, permitindo a descoberta pela polícia. Ela pegou Rodrigo com seis quilos escondidos em suas pranchas de surf, em 2004. E Marco com 15 na sua asa delta, em 2003.

Os dois homens que hoje dividem a mesma cadeia chegaram lá por trajetórias diferentes no mundo das drogas. Rodrigo foi mais usuário do que traficante, começou cheirando solvente aos 13 anos. Marco entrou no tráfico aos 17, já no topo da pirâmide, diretamente com os cartéis colombianos. Ambos fizeram várias viagens bem-sucedidas para muitos países, antes de se danarem no aeroporto da capital Jacarta, portão de entrada para se chegar na ilha de Bali, o paraíso dos pirados.

Os dois faziam parte de gangues diferentes. Na cadeia, formaram um laço instantâneo. Ficaram amigos ao ponto de dividir prato e colher. Suas afinidades: não terminaram os estudos, jamais trabalharam, sempre foram sustentados por outros, exploraram as famílias, viveram só pras baladas.

 

Proteção materna

As mães deles – mulheres sofridas, esperançosas e guerreiras – estão em campanha pela liberdade dos “garotos”, como elas e parte da imprensa tratam os dois barbados. Depois de gastarem os tubos com eles, estão raspando os cofres para resgatá-los. Na falta de uma boa causa além do incondicional amor de mãe, usam a bandeira do repúdio à pena de morte, de forte apelo na fatia esclarecida da humanidade.

Dona Clarisse, de Rodrigo, mobiliza o Itamaraty para proteger o seu. Dona Carolina, de Marco, obteve da Câmara de Deputados o envio de um apelo de clemência ao parlamento indonésio. A proposta, do deputado Fernando Gabeira, foi aprovada em plenário com apenas um voto contra, do deputado Jair Bolsonaro, um ex-militar linha-dura que há décadas luta pela adoção da pena de morte no Brasil.

Os diplomatas brasileiros em Jacarta trabalham nos bastidores para reverter as sentenças. Estão confiantes que vai dar certo. Notam a moleza do sistema porque só um traficante foi executado até hoje, dos 30 condenados sob as duras leis antidrogas indonésias de 2000. Era um indiano pobretão.

Pela expectativa otimista deles será possível reduzir a pena de Rodrigo para prisão perpétua, em segunda instância, negociando em dinheiro uma redução maior ainda na terceira, para 20 anos, com soltura em sete, talvez 10 – é sabido que o Judiciário indonésio adota uma regra não escrita de trocar tempo de encarceramento por uma pena pecuniária.

Eles admitem que no caso de Marco, já sentenciado em última instância, vai ser mais difícil. Será preciso om perdão presidencial apenas para reduzir de pena de morte para prisão perpétua, e depois negociar a saída. É que ele se tornou uma causa célebre porque fugiu do aeroporto quando foi descoberto com a droga, protagonizando uma caçada policial acompanhada em rede nacional de tevê.

Os custos para dar jeitinho nas sentenças e as despesas para manter os dois em celas cinco estrelas podem chegar a quase 200 mil dólares por cabeça. Dona Clarisse tem até mais para salvar Rodrigo; dona Carolina anda passando o chapéu. O desenrosco deve ser demorado: na melhor das hipóteses seus garotos voltariam pra casa entrados em anos, um quarentão, outro cinquentão.

Agora o quadro sinistro: o fuzilamento do indiano pobretão, ocorrido em fevereiro, sinaliza uma mudança perigosa para os sonhos de liberdade dos brasileiros – a de que só dinheiro já não adianta mais.

É que a execução saiu por insistência do general durão, chefe da agência antidrogas deles. O homem está ‘‘hukuman berta bagi pembana narkotik’’. É isso mesmo: punindo severamente o narcotráfico.

General durão Togar Sianipar, chefe da agência antidrogas da Indonésia: prometeu acabar com as drogas no país até 2015

General durão Togar Sianipar, chefe da agência antidrogas da Indonésia: prometeu acabar com as drogas no país até 2015

Togar prometeu livrar a Indonésia das drogas até 2015, combatendo também a corrupção do sistema judicial – fechando o balcão de negócios a diplomatas e criminosos. Togar foi quem mandou pintar aquele aviso do hukuman em letras garrafais no aeroporto de Jacarta. Seu plano é simples e brutal: fuzilar os traficantes que pisarem no país.

 

“Morte aos cristãos”

O povão muçulmano o apoia. No tribunal, durante o primeiro julgamento de Rodrigo, em fevereiro, a plateia pedia ‘‘morte aos traficantes ocidentais cristãos’’, descrição na qual se encaixam os dois brasucas. O pedido da massa deixa o governo firme para rejeitar as campanhas internacionais por direitos humanos, livre de dúvidas existenciais sobre a pena de morte.

O modelo prende e mata já deu certo na política, em 1965, quando o país se dividia entre esquerda e direita. Em quatro meses, o presidente-general Suharto implantou o capitalismo fuzilando quase um milhão de comunistas.

Esta tradição não parece assustar os brasileiros sentenciados ao fuzilamento. Nos momentos de maior delírio eles já se enxergam, Marco em Ipanema e Rodrigo nas praias de Floripa, contando aos amigos como se livraram da fria.

Rodrigo sonha que políticos influentes amigos da mãe vão pressionar Lula para que ele interceda oficialmente a seu favor, pedindo clemência ao presidente indonésio. Marco anda tão avoado que até já encomendou de Casemiro, um amigo no Rio, o último modelo de asa-delta.

Paradoxalmente, a prisão é o momento de glória de suas vidas: “Somos os únicos entre 180 milhões de brasileiros”, diz Rodrigo, deslumbrado com a notoriedade obtida com o narcotráfico – cujo pico de audiência é entre jovens ricos praticantes de esportes radicais.

Eles acreditam nas chances de transformar o limão numa limonada. Estão com tudo pronto para botar um diário na internet. Planejam contratar videomakers para acompanhar seus dias. Negociam exclusividade na cobertura jornalística, começaram a escrever livros com a experiência.

Uma benção para os planos de libertação foi o tsunami que arrasou uma zona pobre da Indonésia: familiares e diplomatas contabilizam cada avião brasileiro de ajuda humanitária como um ponto para a futura negociação. O Itamaraty espera que os indonésios considerem isso na hora de analisar o pedido de clemência feito por Lula.

 

Mordomia na prisão

Enquanto esperam, os dois compram privilégios para viver como marajás na cadeia – ambos estão com o cordão umbilical ligado nas contas bancárias das mães: “Aqui é como numa pousada, muito legal, só que jogaram a chave fora”, diz Rodrigo, satisfeito, mesmo sendo acostumado ao conforto de sua suíte com sauna, na casa da família, em Curitiba. Marco também não resmunga, mas sente saudades dos apês na Holanda, EUA e Bali.

Enquanto os 1300 presos muçulmanos estão amontoados em 10 por jaula, cada um dos brasileiros tem sua cela. E elas estão equipadas com TV, ventilador, geladeira, forno elétrico, som pauleira. No jardim privativo criam pássaros, podam bonsais, alimentam os peixes do laguinho, cuidam da gata Tigrinha.

Rodrigo e Tigrinha: mordomia de uma pousada, mas que jogaram a chave fora (Foto: Renan Antunes de Oliveira)

Rodrigo e Tigrinha: mordomia de uma pousada, mas que jogaram a chave fora (Foto: Renan Antunes de Oliveira)

O serviço é excelente: presos pobres fazem a faxina, lavam as roupas deles, são garçons nas festas, cabeleireiros, pedicures. Os dois podem receber gente sem formalidades, todos os dias. Rodrigo já foi visitado pela família, pela namorada, a empresária carioca Adriana Andrade, e pelo parceirão Dimitri “Dimi” Papageorgiou.

Dimi é outro garotão com mais de 30, carioca de pais gregos, acusado de ser líder da quadrilha contratante do malfadado transporte das pranchas recheadas de coca. Apareceu na cadeia para ver seu mula Rodrigo, deu 2 milhões de rúpias para ele se virar, dinheirama que vale só 500 pilas. Mas agora Dimi não vai mais poder ajudar: ele foi preso, em fevereiro, pela Polícia Federal, no Brasil – aquelas rúpias dadas a Rodrigo poderão lhe fazer falta.

Marco recebeu a visita de amigos de Bali e de uma senhorita conhecida apenas como ‘Dragão de Komodo’, sua namorada indonésia. A moça também é sentenciada, está na área feminina da prisão. Dona Carolina já esteve com ele duas vezes, a última no niver, em outubro, quando deu uma festinha com brigadeiros e refris – depois, tirou uma soneca na cela do filho.

Dona ‘Carola’ é funcionária pública aposentada, superdescolada. Conquistou a simpatia dos carcereiros de Marco com seu ‘show do milhão’. Foi assim: cansada do assédio deles por dinheiro para cigarros, ela trocou 1 milhão de rúpias em notas de 10 mil (quase R$2,50) e saiu pelo pátio jogando as cédulas para o alto. Guardas e presos lutaram para recolher a mixaria.

Mais showtime na cadeia: os dois recebem suas visitas íntimas no sofá da sala do comandante. De vez em quando pinta um ecstasy. E nas noites quentes rola até um chopinho gelado, cortesia de um chefão local, preso no mesmo pavilhão. Lá, a balada não para nunca.

A comida é tudo de bom. Marco tem curso de chef na Suíça, dá show na cozinha. Na semana passada seu cardápio incluía salmão, arroz à piemontesa, leite achocolatado com castanhas para sobremesa. O fornecedor dos alimentos é Dênis, um ex-preso tornado amigão. Ele pega a lista por celular e traz tudo fresco do Hypermart.

Marco, e a comida "tudo de bom" (Foto: Renan Antunes de Oliveira)

Marco: comida "tudo de bom" (Foto: Renan Antunes de Oliveira)

Quando o amigão está ocupado e a geladeira vazia, Marco chama a cobrar a mãe no Rio, que liga pra mãe de Rodrigo em Curitiba, que aciona a Embaixada, que despacha um chofer pra garantir o fome zero da dupla.

Como Tangerang é uma prisão provisória, nos arredores de Jacarta, Rodrigo e Marco estão como naquela piada da hora do recreio no inferno. O secretário do diabo pode anunciar o fim dos privilégios a qualquer momento. Pior do que o fogo será a transferência deles para o Carandiruzão de uma remota ilha no Sul, onde serão misturados com 10 mil presos muçulmanos: aí será bom começarem a rezar para Alá.

Sempre otimistas, já têm planos para tentar se refazer lá embaixo. Rodrigo bola um jeito de demonstrar sua habilidade em pesca submarina, para presentear peixes ao comandante da nova cadeia e conquistar sua amizade.

Tangerang, prisão provisória, nos arredores de Jacarta (Foto: friendsofindonesia.org)

Tangerang, prisão provisória, nos arredores de Jacarta (Foto: friendsofindonesia.org)

Difícil saber como é que lhe ocorreu uma ideia destas. Mas é fazendo planos absurdos como esse que eles passam os dias. As baladas da cadeia, o papo encorajador das famílias, o apoio dos diplomatas e a expectativa de que suas ações possam ficar impunes dão um tom surrealista pra todas conversas deles.

Num papo, Rodrigo revela sua crescente admiração pelo companheiro, já o acha até injustiçado. “Marco teve uma vida que merece ser filmada”, exalta, contando ter oferecido um roteiro sobre o amigo à cineasta curitibana Laurinha Dalcanale. “Ele fez coisas extraordinárias, incríveis.”

O repórter pede um exemplo de tal obra. “Ué, viajou pelo mundo todo, teve um monte de mulheres, foi nos lugares mais finos, comeu nos melhores restaurantes, tudo só no glamour, nunca usou uma arma, o cara é demais.”

 

Menos, Rodrigo, menos.

Ele pára alguns segundos, reflete um pouco. Sai devagar do deslumbramento com as vantagens do narcotráfico sobre um emprego comum. Muda o tom e pede ajuda: “Por favor, brother, quando você for escrever, dê uma força, passe uma imagem positiva nossa, pra ajudar na campanha”.

Então diga lá o que você vai fazer quando for solto: “Bota aí que eu quero trabalhar 10 anos pro governo dando palestras pra crianças sobre a roubada que é o tráfico”.

Ele diz e saboreia o efeito das palavras. Traga seu Marlboro, acaricia Tigrinha. Parece sério, joga a fumaça pra cima. Quando solta tudo, o corpo já está se chacoalhando. É que ele não conseguiu conter o riso.

 

“Vou sair dessa”

Seu último desejo: voar mais uma vez em São Conrado

Marco Archer já esperava ter a pena de morte confirmada no Supremo Tribunal indonésio, como ocorreu. Sua única esperança agora é um apelo do Itamaraty ao presidente indonésio por clemência. Isto lhe pouparia a vida, mas o deixaria para sempre na cadeia. A execução ainda pode demorar cinco anos.

Quem é Marco? Um carioca, com o apelido chinfrim de Curumim. Ele cresceu classe média na Ipanema dos ricos. Queria ser um deles. Em 80, aos 17 anos, foi à Colômbia disputar um campeonato de asa delta. Voltou campeão, mas mordido pela mosca azul do narcotráfico: sacou como ganhar dinheiro fácil.

“Alguém no hotel me deu uma caixa de fósforos com cocaína. Depois da primeira viagem, nunca fiz outra coisa na vida, tenho mais de mil gols”, exagera.

Ele conta que serviu de mula no Hawai, Nova York, Europa toda. “Fazia viagens rentáveis, ficava meses sem trabalhar.”

Na cadeia, Marco passa horas olhando fotos amassadas que guarda numa imunda pasta preta. São recuerdos de suas viagens, de belas mulheres, de carrões e barcos: “Não posso me queixar da vida que levei”.

Orgulha-se: “Nunca declarei imposto de renda, nem tive talão de cheque, não servi ao Exército. Só votei uma vez na vida. Foi no Collor, amigo da família”.

Com o dinheiro do tráfico, Curumim manteve apartamentos em três continentes, abertos pra patota da asa delta, do surf, da vida boa: “Nunca perguntaram de onde vinha meu dinheiro”.

Marco conta que saiu do Brasil para morar em Bali há 15 anos, “cansado de ver meu irmão (Sérgio) bater na minha mãe para obter dela dinheiro pras drogas”. O irmão morreu de overdose em 2000, mas a estas todas ele tinha tido seu infortúnio: em 1997 caiu da asa, sofreu várias fraturas.

Dali pra frente sua atividade de mula de drogas diminuiu, as contas de hospitais cresceram. Ficou quase dois anos sem andar, até conseguir se recuperar. Hoje anda com dificuldades, com as pernas cheias de pinos de metal.

Pra decolar outra vez na vida boa ele preparou aquele que seria seu último golpe, faturar 3 milhões e 500 mil dólares inundando Bali com cocaína.

Foi ao Peru, pegou 15 quilos com um fornecedor, por uma bagatela, cerca de 8 mil dólares o quilo (dinheiro que ele obteve com um chefão americano, com quem dividiria os lucros da operação).

Marco meteu a droga nos tubos de sua asa delta. Saiu de Iquitos, no Peru, para Manaus, pelos rios da Amazônia. “Eu me misturei com turistas americanos e nunca fui revistado”, gaba-se. De lá embarcou para Jacarta: “Tava tudo pronto pra ser a viagem da minha vida”.

No desembarque, mete o equipamento no raio x. A asa de Marco tinha cinco tubos, três de alumínio e dois de carbono. Este é mais rijo e impermeável aos raios: “Meu mundo caiu por causa de um guardinha desgraçado”.

Como foi: “O cara perguntou porque a foto do tubo saía preta. Eu respondi que era da natureza do carbono. Aí ele puxou um canivete, bateu no alumínio, fez tim tim, bateu no carbono, fez tom tom”.

O som revelou que o tubo estava carregado. Foi o fim de uma bem-sucedida carreira de 25 anos no narcotráfico.

Marco ainda conseguiu dar um desdobre nos guardas. Enquanto buscavam as ferramentas, ele se esgueirou para fora do aeroporto, pegou um prosaico táxi e sumiu – ajudado pelo fato de falar fluentemente a língua bahasa.

Estava com tudo pronto para escapar no iate de um amigo milionário, mas aí azar pouco é bobagem. Um passaporte frio que ele tinha foi queimado por um cúmplice que também fugia da polícia.

Depois de 15 dias pulando de ilha em ilha no arquipélago indonésio – estava tentando chegar ao Timor do Leste –, passou sua última noite em liberdade num barraco de pescador, em Lombok.

Acordou cercado por um esquadrão policial, armas apontadas. Suplicou em bahasa, tiveram misericórdia dele.

Na cadeia esperando a execução, procura levar seus dias na malandragem carioca, na maior paz com os carcereiros, sempre fazendo piadas, cozinhando-lhes pratos especiais.

Acabou pro Curumim? “Vou fazer tudo para continuar vivo e sair dessa”.

 

Nas drogas desde os treze

Rodrigo nasceu em Foz do Iguaçu. É neto de latifundiário produtor de soja, filho de mãe milionária, dona Clarisse. O pai é um médico gaúcho de Santana do Livramento, Rubens Borges Gularte.

Aos 13, já em Curitiba, Rodrigo começa nas drogas, cheirando solventes. “Era um garoto maravilhoso, a alegria da família, nunca levantou a voz”, isso é tudo o que a mãe lembra dele naquela época.

Com 18 é preso fumando baseado no parque Barigui. O pai queria deixar que ele fosse processado. A mãe não concorda, suborna um delegado com mil dólares pra soltar o garoto: “Se fossem prender todos que fumam”, justificou dona Clarisse.

O garoto ganha seu primeiro carro. Bota amigos dentro e sai pela América Latina como um Che Guevara mauricinho, bebendo e se drogando. “Fiz cada loucura”, lembra.

Aos 20 Rodrigo era um rapaz de 1,84m, magrão, modos educados, cheio de namoradas. Teve um breve romance com a professora catarinense Maria do Rocio, 13 anos mais velha, fazendo Jimmy, hoje com 12, autista. Raramente via o filho: “Eu não estava preparado para a paternidade”, admite.

Rodrigo passa a viajar muito e pira total: “Em Marrocos, fumei o melhor haxixe”. No Peru: “Coca da pura”. Na Holanda: “Ecstasy de primeira”.

Aos 24, sai bêbado e drogado de uma festa. Bate o carro num táxi, tenta fugir, bate noutro, abandona tudo e corre pra casa da mãe. Ela dá uma volta na polícia, chama um médico, interna o garoto.

Na ficha de internação, o médico João Carlos anota: “Mostrou onipotência, estava depressivo”.

Nos anos seguintes a mãe fez de tudo para ele dar certo. Abre para Rodrigo uma creperia, em Curitiba. Não deu. Uma casa de massas, em Floripa. Não deu. Mandou pra fazenda. Não deu. Rodrigo vai estudar no Paraguai. Não deu. Ele se matricula na UFSC. Não deu.

Rodrigo começa no tráfico: “Fiz várias viagens à Europa só para trazer skunk”, confessa.

“Se ele fazia isso, não sei onde metia o dinheiro, porque nunca tinha um tostão”, rebate a mãe.

A prisão: “Os carinhas me deram as pranchas com cocaína dentro. Embarquei em Curitiba, onde o raio x é ruim, pra desembarcar em Jacarta”.

 

O narco também não deu certo.

Agora ele se lamenta: “Só depois soube que os japoneses doaram um raio x potente pros indonésios, eles pegaram a droga”.

Rodrigo filosofa: “Meu erro foi a coca. O skunk é energia positiva, o ecstasy dá um barato legal, mas a cocaína é do mal”.

Um desabafo: “Se a parada tivesse dado certo eu estaria surfando em Bali, cercado de mulheres”.

Seu futuro: esperar as negociações do Itamaraty e tentar reduzir a pena em segunda instância.

Uma novidade: ele está namorando firme. Com uma menina indonésia, caixa de um supermercado, prima de um condenado. Ela entrou para visitar o parente, os dois se pegaram no olhar. Ele foi no primo, soltou um plá, consegui atrair a menina.

Dragão de Komodo: uns amassos na sala do comandante (Foto:  Renan Antunes de Oliveira)

Dragão de Komodo: uns amassos na sala do comandante (Foto: Renan Antunes de Oliveira)

Ela vem uma vez por semana, Rodrigo dá uns amassos nela, na sala do comandante.

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107 Comentários

  1. mega rick

    -

    29/07/2014 às 13:10

    Quero parabenizar a Legislação Indonesa, pois me sinto envergonhado deste país chamado Brasil. Eles pensaram que lá é igual aqui? Ora, ainda por cima nem estão arrependidos! É por causa do tráfico que milhares de pessoas de bem morrem todos os dias, e todos os crimes que ocorrem no Brasil tem relação com o tráfico de drogas. E ainda tem idiotas que sentem peninha e os defendem! Parabéns aos países sérios, e que asco e vergonha eu ter nascido nessa república das bananas! Lugar de traficante é no inferno!

  2. J.R.

    -

    15/07/2014 às 17:50

    Só lamento não termos aqui no Brasil, uma legislação penal como a da Indonésia para punição dos traficantes de drogas.
    Quanto a esses dois, pelo que foi descrito na matéria, não apresentam nenhum tipo de arrependimento pelo que fizeram e se escaparem continuarão fazendo o mesmo, então, o melhor é executa-los o mais rápido possível, que assim o mundo ficará um pouquinho melhor sem esses dois trastes.

  3. jose maria

    -

    15/06/2014 às 22:01

    esses brasileiro que ta preso na indonesia tem que ser executado rapidamente antes que eles muda de ideia e resolve soltar e eles volta a traficar drogas mate os rapidos eles os brasileiro que ta preso la nao presta sao lixos

  4. SIDNEI RODRIGUES

    -

    08/06/2014 às 18:12

    Engraçado. Todos esbravejam quando o tráfico corre solto no Brasil. Quando dois idiotas são presos num país com legislação mais séria, ficam todos exalando a hipocrisia do coitadismo, do deixa pra lá. Senta bala dos manés e pronto

  5. luiz ferreira

    -

    28/04/2014 às 16:08

    O país é uma potencial mundial e não é a toa. Sistema falido é o nosso onde 50.000 brasileiros morrem pela violencia e incompetencia do governo de controlar os bandidos. Alias o governo é cumplice da marginalidade. Liquidem esses patifes o mais rapido possivel. Parabens a Indonesia.

  6. Pedro

    -

    03/04/2014 às 21:33

    Querer colocar a cocaina no mesmo nível de álcool e tabaco é brincadeira né. O potencial de dano imediato ao ser humano da cocaina é milhares de vezes maior e devastador.

  7. ANGLITA

    -

    15/02/2014 às 12:25

    As regras para publicação de comentários no blog, conforme alertei os amigos leitores incontáveis vezes, não aceitam textos escritos somente em maiúsculas, em respeito à boa educação, aos leitores e seguindo uma norma internacionalmente praticada na web.
    Como presumo que você saiba, palavras em maiúsculas significam palavras gritadas, não é mesmo?
    Confira as regras no link http://goo.gl/u3JHm
    Obrigado

  8. ANGLITA

    -

    15/02/2014 às 12:21

    As regras para publicação de comentários no blog, conforme alertei os amigos leitores incontáveis vezes, não aceitam textos escritos somente em maiúsculas, em respeito à boa educação, aos leitores e seguindo uma norma internacionalmente praticada na web.
    Como presumo que você saiba, palavras em maiúsculas significam palavras gritadas, não é mesmo?
    Confira as regras no link http://goo.gl/u3JHm
    Obrigado

  9. marcos

    -

    29/01/2014 às 12:30

    sinto profundo sentimento de pena , nao por estas duas almas condenadas por um sistema napoleonico e falido como o indonesiano que condena a morte pessoas por carregar quilos de uma droga que realmente mata , como o alcool e o tabaco , onde na verdade e uma questao de epoca , onde num futuro sera legalizada , pois a comercializacao do alcool ja foi crime nos estados unidos no seculo passado , mas sinto pena destes dois pobres ignorantes que vivem atrapados e totalmente hipnotizados pelo sistema , estes dois fulanos dias gomes e carlos burin , sao exemplos de nossa sociedade com um sistema judicial falido e medieval, onde exibem uma mentalidade atrazada , pobre , ignorante, de causar profunda pena

  10. Dias Gomes

    -

    19/01/2014 às 10:35

    Esses caras tem que morrer por ai mesmo, pra que soltar esses destruidores de vidas e traser para o brasil? será que aqui ta faltando traficantes? pena de morte neles já

  11. carlos burin

    -

    17/01/2014 às 7:27

    manda eses traficantes logo pro inferno ,traficante deve morrer , e o presidente lula com sua burrise foi interceder por eles , que vergonha

  12. Fábio Teixeira - Rio de Janeiro

    -

    30/12/2013 às 22:09

    É lamentável como as drogas destroem as famílias. Não parecem, segundo a matéria, estarem arrependidos…

    Acreditam em clemência do presidente indonésio… Estão enganados! Serão fuzilados sem misericórdia!

    Malditos traficantes!

    A hora de vocês chegou!

  13. SIDNEI RODRIGUES

    -

    25/12/2013 às 19:56

    A nota jornalística não esclareceu se os dois brazucas tem direito às famosas saidinhas. Saidinha de natal, ano novo, dias dos pais, dia das mães, dia do saci, páscoa, carnaval, dia do saci, dia do duende, dia da sereia, etc.

  14. Ricardo Ferandez

    -

    22/12/2013 às 22:31

    Gostaria de saber dessas pessoas que estao protejendo esses traficantes internacionais, se as filhas ,irmãs sobrinhas deles estao cheirando cocacina ou crake ou sei la alguma droga ,e se não estao, apoiariam suas filinhas e irmazinhas ou os mais queridos a se drogarem?, para esses monstros destruidores de familia ganhem seu dinheirinho na base da desgraça de jovens(na maioria).,Esses traficantes nao sao diferente por sinal piores dos traficantes que vemos por ai pois sao concientes da barbaria que estao cometendo.Só para ilustrar estive esse ano em Bali ,Sumatra (Padang) e Jawa (jakarta ).Só lamento que a lei da Indonésia nao é aplicada aqui no Brasil

  15. jairo

    -

    12/12/2013 às 19:11

    Se você quiser saber porque seu texto foi deletado, por favor consulte as regras para publicação de comentários no blog no link http://goo.gl/u3JHm
    Obrigado.

  16. EDSON FERNANDES

    -

    23/11/2013 às 18:24

    Não publico elogios a ditadores.

  17. Roberio Costa

    -

    13/10/2013 às 20:02

    Algumas pessoas querem fazer remendo no pano com linha podre, um erro jamais consertará outro.Erros dos políticos, é um grau elevado de infraçao, traficar drogas, tambem é outro grau e bem mais serio em outros paizes.

  18. celso

    -

    02/09/2013 às 19:02

    sera que eles não sabiam que la existe pena de morte? ou quiseram pagar pra ver? ou talve quem sabe imaginaram que lá não existisse ordem que nem o brasil, a lei de la não veio atras deles,eles e que foram atras delas.

  19. Clodeildes Nunes

    -

    22/08/2013 às 2:17

    Senhores; Acredito que se não houverem penas realmente duras o Brasil continuará sofrendo com este problema. Não interessa se é pobre, rico, politico, feio ou bonito..Deveu…tem que pagar..Quem não deve pagar são os pais e mães que vivem chorando por seus filhos entregues ás facilidades e beneficios que têem estes traficantes..Será que eles não sabem que causam tanto mal à sociedade. Portanto pena de morte para mim, minha mãe, meu pai, meu filho, filha ou quem quer que derrame este veneno ao mundo.Sem hipocrisia é preciso ser duro até consigo mesmo. Não tem desculpa de pobreza eu e muitas outras pessoas já trabalhamos no cabo da enxada, mas não entramos nesta seara..portanto…

  20. Heliesse

    -

    13/08/2013 às 21:39

    Caro(a) Heliesse, não publicamos comentários escritos em letras maiúsculas, conforme as regras do blog, que podem ser conferidas aqui: http://goo.gl/u3JHm. Abraços

  21. Victor Braga

    -

    13/08/2013 às 15:00

    É imprecionante , como sem conhecer os caras , algumas pessoas condenam pessoas com tanta raiva !!! Bolssonaros da vida . Conheci o Curumim ; acredito que êle tenha um coração muito melhor que 90% de nossos políticos e administradores corruptos , que levam a óbito milhares de brasileirfos por desvio de recurços ! Os caras perderam os dentes e já sofreram como o cão , por esse crime . Em minha opinião , LIBERDADE AOS MENINOS BRASILEIROS , que já sofrerão demais ! PENA DE MORTE PARA ADMINISTRADORES E POLÍTICOS CORRUPTOS (DAQUI E DA INDONÉSIA) , que geram muito mais sofrimento e dor , com seus roubos ASSASSINOS .

  22. Santos Góes

    -

    02/08/2013 às 10:26

    Seu comentário preconceituoso e racista foi deletado.

  23. Santos Góes

    -

    26/07/2013 às 22:35

    Seu comentário continha considerações racistas e foi deletado.

  24. aloisio monteiro da costa

    -

    10/07/2013 às 12:45

    eu queria que no brasil fosse assim ………..ai sim ia mandar muito politico pra forca ……porque nenhun deles vale nada … agora virou moda tirar onda com a cara da populaçao …..ve sergio cabral bancando de bacana ….odeio politico…….

  25. Eduardo

    -

    23/06/2013 às 12:08

    Ainda bem que nem todos os políticos brasileiros são iguais a multidão que mandou soltar o marginal (Barrabás) e automaticamente condenar o inocente (Jesus) a morte.

    A droga mata e é por isto que não existe velhinhos viciados e todos os dias são mortos muitos inocentes em consequência da droga.

    Libertar um traficante é condenar inocentes a morte e fazer igual a multidão que mandou crucificar Jesus.

  26. Fabrizio Rocha

    -

    17/06/2013 às 21:30

    Só falta os dois espertos entre os 180 milhões de otários requisitarem ao NATGEO(Férias na Prisão)que suas aventuras sejam objeto de episódios.

  27. Manoel Cavaleiro de Macedo

    -

    17/06/2013 às 12:03

    Concordo com a pena de morte p/tráficante e políticos corruptos. Entendo que os dois delitos são muito danosos para a nossa sociedade.
    Quando falo em pena de morte, não é esta da Indonésia, que até hoje só matou um. Na minha opinião a sentença tinha que ser proferida, no máximo, 90 dias após o flagrante.

  28. cesar

    -

    08/05/2013 às 21:26

    ô mundo cão! A dilma cabou de viajar para lá, disseram que a pedido do presidente indonésio. Sendo o PT o partido que é, vai rolar dinheiro dos nossos impostos para liberar os bandidos nacionais. neste país, o salário mínimo está na faixa do 600 reais enquanto que o bolsa presidiário é de 900 reais. é isso…

  29. Lespal

    -

    22/04/2013 às 14:50

    Quem tá na teia da aranha são os inocentes presos no Brasil, já tivemos vários casos, cada um mais absurdo que o outro, gente acusada até de estupro, que sofreram todas a violencias e, não tem motivo para riem para fotos, em geral são pobres, sendo muitos negros.

  30. alessandero

    -

    13/04/2013 às 18:22

    os cars que SER OS PLAYBOYS Q FOREM, TRAFICANTES E TUDO MAS MAS ISSO NAO DA DIREITO DE TIRAR A VIDA DE NINGUEM! SINCERAMENTE ESSA INDONESIA É RIDICULA! BANDO DE GENERAIS PRESIDENTES RIDICULOS COM SUAS LEIS IMBECIS! PAIS DE GOVERNANTES MULEKES CAIAM NA REAL Q EU SEI Q SUAS FICHAM CAIRAM MAS FICAM SUSTENTANDO ESSAS MASCARAS!! e essa reportagem é tendenciosa e procura fazer piada com a historia, isso aqui nao é humor estao se tratando de vidas, se liga q o capeta gosta degente assim ein..

  31. Carlos

    -

    10/04/2013 às 13:58

    Nunca vi um texto tão ruim. Demita sumariamente o seu representante que trouxe ‘tanta notícia falsa da Indonésia. Eu pessoalmente visitei ambos, por diversas vezes entre 2006 e 2009 e te digo, quem te trouxe essas notícias, e quem escreveu o texto, carecem de vergonha na cara para ter coragem de escrever tanta bobagem junta. Lamentável o que não se faz para falar de um assunto que não se tem o domínio. Seu texto é tão tendencioso e mentiroso que me espanta que a Veja tenha permitido a publicação. A mãe do Rodrigo esqueceu do mesmo desde a prisão. E a mãe o Marcos morreu em 2011. Só algumas das imbecilidades escritas nesse pseudo-texto. cheque as suas fontes. porque vc foi sumariamente enganado. Tai meu email caso vc tenha coragem de me contatar.

    Como você mesmo viu, trata-se de texto de terceiros. Você não precisa ser tão agressivo e duvidar da minha “coragem” para contatá-lo — coisa que vou fazer. Poderia ser mais civilizado e amável.
    Entrarei em contato amanhã, e verei o que você tem a contar.
    Até lá e… tome um pouco de água com açúcar para se acalmar e tratar melhor os outros.

  32. Marcelo

    -

    21/03/2013 às 11:41

    So complementando , a Indonesia esta certa em sua posição e o Brasil deveria seguir esse exemplo para acabar com essa praga de drogas que aterroriza as pessoas de bem em nossa pais

  33. Marcelo

    -

    21/03/2013 às 11:34

    o jose Esteves abaixo falou tudo , bela carreira de ambos , procuraram o cara certo certo do PT o Lula nunca trabalhou e so viveram as custas dos outros. e acho que o Brasil tambem deveria adotar a mesma politica para a bandidagem, mas ai teria um problema , nao sobraria ninguem em Brasilia

  34. angela valentim

    -

    19/03/2013 às 20:35

    ISTO DEVERIA SERVIR DE INCENTIVO AOS DONOS DAS LEIS BRASILEIRAS.PENA DE MORTE E JA ERA.QUEM MANDOU SE METER?

  35. janaina lopes cavalcante

    -

    18/03/2013 às 23:22

    A palavra de Deus diz:Quem vive pela a espada,morre pela espada.

  36. José Esteves

    -

    22/02/2013 às 11:01

    Bela carreira de ambos! Poderiam se filiar ao PT!
    Nunca trabalharam e vivem às custas dos outros.

  37. Paulo

    -

    22/01/2013 às 9:19

    A reportagem foi boa para desmistificar alguns aspectos. Entretanto, o tom jocoso ao tratar assunto tão sério causa espécie em qualquer um com mais de dois neurônios. Quem escreveu está mais para babaca que para engracadinho…

  38. João

    -

    01/11/2012 às 17:31

    Fabio Morato, que tal se a coerência está em aniquilar os que trazem o haxixe e a cocaína para a “própria gente da Indonésia”, nesse “lugar muito pacífico”, se autodestruir? Que tal se a coerência maior é tratar os forasteiros traficantes, os que não levam a sério as leis locais e os avisos colocados nos aeroportos, como inimigo número um daquela sociedade e dar a esses, um tratamento digno para criminoso desaforado. A meu ver, só vai faltar coerência se eles se safarem!

  39. barabas

    -

    31/10/2012 às 18:11

    parabens indonesia. o brasil é um lixo, tem lei somente para trabalhador o resto ta impune politico e bandido tudo igual.tem que executa mata fase uma limpesa geral.

  40. beyonce

    -

    22/10/2012 às 15:38

    esse presidente e um desgraçado filho da mae e ele quem deveria morrer fuzilado **** do inferno

  41. Fabio Morato

    -

    03/10/2012 às 19:36

    Moro na Nova Zelandia e estive em Bali ha’ cerca de 3 semanas para curtir minhas ferias. Achei o lugar muito pacifico e sei que a partir do ataque terrorista de 2002 que matou mais de 200 pessoas a seguranca foi aprimorada. Na regiao de Kuta quando se sai ‘a noite o que muito se ve e’ gente da propria Indonesia oferecendo haxixe e cocaina e tudo isso a menos de 200 metros de viaturas da policia. Isso e’ vergonhoso. Nao sei se alguns eram agentes disfarcados ou realmente traficantes porque como nao uso drogas nao tentei compra-las. E ai’ fica a pergunta, se tem gente vendendo drogas debaixo do nariz da policia e ninguem faz nada, onde esta’ a coerencia de condenar ‘a morte estrangeiro que trafica?

  42. josecarloscabralteixeira

    -

    29/09/2012 às 9:04

    Digo meliante.Como custou a sair,não?Desculpe.É a raiva com todos estes acontecimentos,que nos desconcentra,e nos faz errar.

  43. josecarloscabralteixeira

    -

    29/09/2012 às 8:47

    Correção:quis dizer MILIANTE.OK?

  44. josecarloscabralteixeira

    -

    29/09/2012 às 7:13

    enquanto estes Srs do mal levam uma vida boa na suite da prisão.Itamarati/ex presidente da república do Brasil e sua respectiva sucessora,apelam pela liberdade destes melientes,esquecendo-se,de estender a mão para aqueles que dedicaram suas vidas divulgando o nome do Brasil pelo mundo (Varig)se encontam na miséria,sem a mínima interferencia destes SRS.Nosso fundo de pensão (Aerus)cridos por nós em 1982 com o nosso dinheiro e administrado pelo SPC hoje Previc, desapareceu pela pessima administração do Governo.O Exmo SR Juíz Jamil de Jesus, intimou a AGU à pagar os nossos salários integralmente,o que foi descumprido por este òrgão do governo.Hoje recebemos 8% dos nossos salários.O resultado desta inconsequecia desta omissão;é a pena de morte para diversos colegas a cada 3 meses,que infelizmente não tem um plano de saúde/proventos para pagar remédios,e ter uma alimentação dígna de um ser humano.Na Indonésia existe pena de morte,e aqui!Matam inocentes trabalhadores porque trabalharam honestamente?è uma vergonha a atitude deste governo.Salvem os traficantes de Bali,e matem a gente de fome.Muito obrigado pelo espaço Amigo;e que Deus esteja contigo e com a tua família.São os sinceros votos do teu leitor.
    ABRAÇOS
    José Carlos cabral teixeira

  45. Rodrigo

    -

    28/09/2012 às 21:49

    Fuzila, esquarteja e depois queima, só pra ter certeza de que morreram mesmo. Lendo a matéria eu senti um nojo profundo desses dois; acham que vão conseguir se sair bem dessa como conseguiriam se fosse nesse lixo de país que é o Brasil.

  46. Camila

    -

    25/09/2012 às 18:28

    MATA MESMO o Brasil ñ tem que interferir em nada,a lei de la é matar,MATA,tem que mandar os daqui para morrer la isso mesmo Indonésia PARABÉNS.

  47. wellington

    -

    25/09/2012 às 9:44

    Se no mundo o tráfico tivesse pena de morte, aposto que não existiriam tantas cracolandias, aposto que ele jamais daria cocaina pra um filho dele, infelizmente ele foi fazer lá fora o que fazia aqui, lá fora, em alguns países as leis são mais duras, talvez por isso não seja essa pouca vergonha que existe num país tão maravilhoso como o nosso, e, se a posição do Brasil for a de pedir clemência, estará mostrando ao mundo que o Brasil maravilhoso permite coisas que envergonham alguns brasileiros. Porque infelizmente se aqui tiver pena de morte, muitos inocentes irão morrer, mas lá fora não….. eles pegam quem merece.

  48. Emerson Merighi

    -

    11/09/2012 às 0:55

    Bom, a casa caiu pros malandros traficantes riquinhos…tinham as melhores oportunidades e escolheram fazer o pior!!!
    acostumados com a pizza que servem de orientacao para as leis brasileiras e com a impunidade dos lugares onde passaram antes, foram tão burros que nem quiseram saber com antecedencia das leis do lugar onde iriam traficar pela milhonésima vez!
    Eu sou a favor da pena de morte para pessoas deste tipo, desprovidos de caráter e moral, traficantes, desprezíveis.o DEPUTADO JAIR BOLSONARO É OTIMO e infelizmente é dos poucos A FAVOR DE LEIS DURAS para por ordem neste prostíbulo que é o Brasil de hoje…
    o Brasil nao devia gastar 1 centavo, um pedido sequer de ajuda para facilitar a vida destes dois bandidos. PARABÉNS PARA A INDONÉSIA e sua legislação, enquanto no Brasil a impunidade continua a passos largos…
    O BRASIL TINHA TUDO PARA SER O MELHOR, e é um dos piores por causa de leis frouxas que faz prosperar assassinos, traficantes, ladroes e essa laia toda!!!
    ESTOU ESPERANDO PELA MORTE DOS DOIS VAGABUNDOS TRAFICANTES para enfim poder comemorar que do outro lado do mundo, uma unica vez, foi feito JUSTICA que faltou aqui!

  49. cicero paz pompeu

    -

    04/08/2012 às 6:11

    Parabéns ao governo da Indonésia em não dá trégua para vagabundos delinquentes como esses.

  50. Que morra!!!

    -

    30/07/2012 às 22:37

    É uma morte digna para um vagabundo, que prefere vender drogas, do que darramar suor no trabalho foçado.
    Nosso brasil só vai mudar quando essa belíssima lei, chamada Pena de morte for implantada.
    Enquanto isso, eu fico aqui com a minha .40, prontinho pra descarregar o pente no primeiro que fizer mal à minha família.
    Fiquem em paz, sucesso a todos.

  51. Júlio-Curitiba

    -

    23/07/2012 às 15:00

    Cara Renata
    a reportagem limitou-se a mostrar quem são estes malandros, que punem suas mães as obrigando a abdicarem de suas vidas para libertá-los, não se arrependem do que fizeram, nunca trabalharam seriamente, estão pensando em como vão lucrar com esta história, se acham os iluminados dentre 180 milhões de brasileiros otários e tudo o mais que foi mostrado, são seres humanos desprovidos de caráter e moral, na verdade são desprezíveis.
    Sua revolta contra a reportagem deveria ser dirigida a parlamentares, ex-presidente, consulados ou qualquer orgão governamental que gaste 1 centavo para facilitar a vida destes bandidos.
    A lei lá funciona desta forma, traficou é pena-de-morte.
    Aprenda que cada país tem suas leis e devem ser respeitadas, se não o fizer, a lei que o vai julgar é a deles e não a de seu país de origem.

  52. carlos carioca

    -

    22/07/2012 às 8:37

    putz esse PAULO WEBER é um otario..vejo ele direto na net querendo dar uma de bom samaritano nos comentarios…vai se ferrar..os otarios queriam vida mansa..tenho dó da familia nao deles
    a INDONÉSIA ta certa…BRAZIL pais de lixo

  53. OwneDxD

    -

    20/07/2012 às 15:50

    O cara acha que pode fica traficando droga igual aki no Brasil onde todos ficam impunes , foi pego na indonésia agora vai vira queijo suíço , quem tem pena desse cara é porq não viu o monte de vida que ele já estrago os tornando em viciados e acabando com as familias deles. Brasil não tem pena de morte blz resultado ai enche de traficante te assaltam a toda hora e no final é vc que é condenado a morte, isso ai viva Brasi Playground de bandido

  54. Reg Prata

    -

    20/07/2012 às 15:43

    Tem q morrer, sim. Se a lei deles pra narcotraficante, é pena de morte, q seja.
    A gente não pcisa q esses caras voltem, eles são parasitas da sociedade e o q eles estão fazendo as mães passarem – tenha dó!!! – demonstra isso claramente.
    Imagem positiva?! Pra TRAFICANTE?!?! Ah, POR FAVOR!!! Tinha é q instaurar a pena de morte pra esses caras aqui tb!!!!
    >:(

  55. antonio

    -

    20/07/2012 às 11:33

    A matéria é profunda e revela de fato quem são esses caras presos na Indonésia. Quem são? Mais dois idiotas que viraram manchete por causa da coisa mais careta do mundo: as drogas. Tenho muita pena de suas mães e deles também, pelo fato de serem completamente inconscientes da realidade transcendental da vida. Tudo de correto que retardamos retorna em dobro na contramão, mas cedo ou tarde. Isso é a vida: plantamos o que colhemos e as drogas são um prato cheio para otários de todos os tipos. Acordem enquanto é tempo.

  56. cyro casabona

    -

    19/07/2012 às 21:49

    Pelo depoimento dá pra ver o dolo e a falta de arrependimento. É o tipo de psicopata que só pensa em si. Como o “finado” Michael Frank, aquele do Caso Cláudia Lessin, se conseguir escapar vai voltar ao comportamento criminoso até ser morto. Como sempre.

  57. ADRIANO MAGALHAES MENON

    -

    19/07/2012 às 11:57

    Pior de tudo gastando tempo e dinheiro do meu imposto para mobilizar políticos diplomatas e seus funcionários para a nababesca estada dos traficantes que se gabam de seu ofício e temtam novamente dar uma volta na polícia e justiça, agora de outro país. QUE MORRAM E QUE SUAS MÃES SOFRAM JÁ QUE ACHAM QUE PARA OS FILHOS TUDO PODE E POR NÃO TEREM PERCEBIDO QUE A PROTEÇÃO EXTREMA ESTRAGOU E OS LEVOU A ISSO!

  58. Rodolfo

    -

    18/07/2012 às 17:31

    Eu acho ainda, que as pessoas de bem deveriam se mobilizar no sentido de alertar as autoridades na Indonésia que grande parcela do povo brasileiro prefere que sejam ambos fuzilados, duas porcarias que se não morrerem por lá, vão acabar por aqui, e não vai me dizer que eles vão arrumar emprego, vão é tentar acabar com mais familias espalhando droga por aqui.

  59. Rodolfo

    -

    18/07/2012 às 17:16

    Tomara que assem no inferno, pena que é no tiro, podiam ser empalados vivos.

  60. Godo

    -

    18/07/2012 às 1:28

    Imagine se fossem negros/pobres em celas lotadas no Brasil. Talvez estivessem em um situação pior, e sem apoio da opinião pública que costuma ser cruel.

  61. Godo

    -

    18/07/2012 às 1:26

    No Brasil é pior que Pena de Morte,o cara, quando vai preso, pode ir para masmorras medievais e morrer aos poucos de maus tratos ou rapidamente. Sem falar nos inocentes que vão presos por estupro, no país cristão, ocidental, democrático, mas que na prática só é cruel com os mais pobres. Justiça é para quem$$$$ e pode pagar por ela. Qual é nossa moral para criticá-los, somos piores por baixo do pano.

  62. Ailton

    -

    17/07/2012 às 11:34

    Peço corrigir: “Visinho” para “Vizinho”. no texto Ailton – 17/07/2012 ás 10:39.

    Abraços

  63. Ailton

    -

    17/07/2012 às 11:26

    No Brasil, o tráfico decretou a pena de morte para os(seus próprios) envolvidos com drogas, só de tiros, morrem anualmente, 2,5 mil brasileiros em media, gente que se envolveram com drogas em busca riquezas lúdicas, como eses dois.

    A Indonésia vai matar apenas mais dois!!

    São as escolhas de cada um, ninguém os amarraram e forçaram a traficar, eles queriam ficar ricos por uma via, que representa dor e destruição de lares para milhões de famílias, que vêem seus filhos se drogarem dia e noite, noite e dia, devido a marginais como esses.

    Que se cumpram a lei!! pelo menos nos países Islâmicos.
    .

  64. Ailton

    -

    17/07/2012 às 10:39

    As drogas condenam mais de 2,5 mil brasileiros à morte anualmente, um a mais um a menos, que diferença faz, esse Sr. surfista sabia muito bem dos riscos que seria traficar drogas para um país 100% ISLÂMICO.
    No mundo islâmico, qualquer visinho está autorizado a fúzilar um outro visinho, se esse estiver a usar alccol ou drogas em sua presença(principalmente no mundo Árabe).
    Pagou pra ver e viu, se ele não fosse preso, certamente a cocaína que transportava mataria alguma dúzia de pessoas.

  65. Anderson-SP

    -

    16/07/2012 às 17:35

    Temos que pedir um RAIO-X potente para CHINA também, enquanto aos dois são tão CARAS DE PAU, que não tão nem ai com o que está acontecendo, esses MERDINHAS MIMADOS merecem SIM serem FUZILADOS pelos seus atos , DUPLA DE OTÁRIOS, só lembrando aos que colocam DEUS no assunto DEUS é AMOR E MISERICORDIOSO sim mas também é JUSTIÇA, devem ser fuzilados? SIM.

  66. ALESSANDRO ALMEIDA BYRD

    -

    13/07/2012 às 12:04

    SONHOS DE INFANCIA DESTRUIDO NA INDONESIA TINHA QUE TER OUTO MAREMOTO TALVES ESTE POVO TAO FECHADO DO MUNDO ENTENDERIA OQUE E SER HUMANITARIO AS VEZES NAO ENTENDO MEU PAIS QUE AJUDA PAISES COMO ESSE OQUAL QUEREM FUSILAR NOSSOS CIDADOES ….PARA BRASIL CHEGA DE SER HUMANO PARA OS QUAIS AJE MOSNTRUOSAMENTE COM TIGO !!!!ALESSANDRO DE LONDRES

  67. Pedro Jr.

    -

    12/07/2012 às 17:21

    Execução aos dois JÁ…

  68. joao

    -

    11/07/2012 às 0:12

    opa! correção para 8:55: …arbítrio…

  69. Joao

    -

    10/07/2012 às 8:55

    Pessoas desequilibradas não são apenas as de mente criminosa, mas também as que dão chance aos próprios criminosos de repetirem suas barbáries ininterruptamente em detrimento da própria sociedade. As desculpas dadas a essa criminalidade são das mais benevolentes, sem levar em consideração o livre árbitro de cada ser humano. Numa sociedade de pusilânimes, todo bandido merece as mesmas considerações que um cidadão de bem,… ou mais, tendo em vista algumas “bolsas” que só bandido recebe. As vítimas que se danem!

    Para mim, alguém que usa o argumento de “ah se fosse seu filho…” é um covarde irresponsável. Lógico que o ser humano vai sempre tentar defender os seus afetos. Eu tenho certeza que faria o mesmo! Não quer dizer com isso que a justiça e a sociedade em si, tenham que se tornar refém de sentimentos sublimes direcionados a pessoas do mal.

  70. marcos martins

    -

    09/07/2012 às 16:28

    No minimo deveriam estar trabalhando pra pagar o seu sustento na prisão, e não vivendo mordomias.
    Alguém acha que eles não voltarão ao crime se forem postos em liberdade?
    Infelizmente só medidas mais restritivas sejam o ideal para esses sujeitos. E mesmo assim acho que não recupera o que sempre foi ruim.

  71. PAULO WEBER RJ

    -

    09/07/2012 às 11:56

    É MUITO FACIL JUGAR ,NAO É MESMO ? SE FOSSE UM FILHO DE VCS ,JUGARIAM ASSIM ? PESSOAS ASSIM NASCEM EM QUALQUER FAMILIA … POR UM ACASO ELES JÁ NÃO ESTÃO PAGANDO ALTO PREÇO POR ESTAREM PRESOS ESSES ANOS ,SEM O CONVIVIO DOS FAMILIARES E SEUS AMIGOS ? ERRARAM MUITO E DEVEM PAGAR PELOS CRIMES DELES ,COMO JA ESTÃO PAGANDO . AGORA PENA DE MORTE ? É POR ISSO Q NO BRASIL SÓ CRESCE A VIOLENCIA ,AS PESSOAS ESTAO CADA VEZ MAIS FRIAS COM O SERES HUMANOS . ESSE PAIS QUE ESTA CONDENANDO A MORTE ESSES BRASILEIROS ,TAMBEM TEM MATADO CRISTÃO ,MISSIONARIOS DO MUNDO INTEIRO QUE VAO LÁ SÓ PRA PREGAR O BEM E SAO MORTOS . E AINDA TEM GENTE Q EXALTA AS LEIS DELES. É TRISTE VER BRASILEIROS TORCENDO PELA MORTE DE BRASILEIROS ,POR MAIS ERRADOS Q ELES ESTEJAM , OU MESMO POR OUTROS SERES HUMANOS DE OUTRAS NACIONALIDADES .. QUE O SENHOR DEUS POSSA MUDAR AS MENTES DESSAS PESSOAS …

  72. Renata

    -

    07/07/2012 às 12:36

    A qualidade jornalística desse texto passou longe. Um mínimo de isenção na hora de escrever? Não, nenhuma. Sendo um texto da Veja, não poderia esperar outra coisa.
    Lamentável o tratamento do caso como um “efeito da malandragem” ou da personalidade dos condenados, imputando a eles somente a responsabilidade sobre a situação atual. Não abordou nada sobre a ultrapassada política internacional de proibição à comercialização de psicotrópicos (mas os de domínio dos impérios farmacêuticos podem), ou sobre direitos humanos (algo bem distante da realidade do indonésios)ou ainda sobre a questão da saúde física e, principalmente, mental desses brasileiros (a real base da questão dos “garotos” com essa vida como um todo).
    Enfim, um texto bem ruim. Elmar Bones, como jornalista, está reprovado.

  73. Paulo

    -

    06/07/2012 às 10:40

    PREZADO SETTI,
    EMBORA NÃO CONCORDE COM O QUE OS DOIS FIZERAM E NEM A VIDA DA MALANDRAGEM QUE TIVERAM, NUNCA VI UM TEXTO JORNALÍSTICO TÃO ESTUPIDAMENTE MAL ESCRITO, PRECONCEITUOSO! PARECE “PAPO DE VAGABUNDO”!

  74. floriano luiz de carvalho

    -

    04/07/2012 às 17:23

    o governo brasileiro nao tem nada que si entremeter nas leis indonesia estes canalhs tem que ser fuzilados o mais rapido posivel. uma pena que nao tem uma lei desa nobrasil.

  75. floriano luiz de carvalho

    -

    04/07/2012 às 17:17

    tem que arrebentar eles no casete choque eletrico e surra antes do fuzilamento dar uma cosa violenta deixar eles arrebentados depois fuzilar enterrar em pe para nao ocupar espaço.

  76. floriano luiz de carvalho

    -

    04/07/2012 às 17:13

    fuzila fuzila fuzila o mais rapido posivel todos estes vagabundos.pena de morte parabens indonesia parabens !!!!

  77. floriano luiz de carvalho

    -

    04/07/2012 às 17:09

    Parabens as leis da indonesia , tem que executar este vagabumdo o mais rapido posivel nao pode deixae escapar aqui no brsil deveria ser asim tambem . as leis aqui sao froxas ,aqui nao tem lei. e ma vergonha.fuzilanento para estes vagabundos , parabens indonesia.parabens!!!

  78. sebá

    -

    03/07/2012 às 21:44

    Beleza!Enquanto os “garotos” usufruem da hospitalidade indonésia,outras centenas de idiotas continuam levando a morte para milhões de otários que entram nessa roda, e viciando jovens que ainda não têm o amadurecimento necessário para escapar do vício.E a praga do crack se espalhando e como um tsunami e destruindo tudo, vidas, sonhos, famílias e milhares de talentos se perdem nesse vício maldito.Sou contra a pena de morte por princípios, mas a punição deveria exemplar, onde os traficantes, mulas e curiosos, deveriam compartilhar do sofrimento das famílias e dos viciados que são condenados à morte aos milhares.
    Que tal batalharem por seu próprio sustento, e a família, e viciados receberiam ajuda de verdade para que outros não entrassem no vício.

  79. KERSONLISI/PARNAMIRIM/RN

    -

    03/07/2012 às 11:26

    MORTE PARA ESTES CRETINOS,E JÁ!!!!E DESEJAR QUE AQUI NO BRASIL UM DIA,QUANDO NOS LIVRARMOS DOS CANALHAS DA ESQUERDA E DO PT,POSSAMOS TAMBÉM TER PENA DE MORTE PARA TRAFICANTE…SE MORREREM LÁ,SERÃO DOIS A MENOS AQUI…E ESTAS MÃES IRRESPONSÁVEIS,QUE CRIAM MARGINAIS MIMADOS,QUE SOFRAM PARA APRENDEREM A SEREM MÃES RESPONSÁVEIS…

  80. Agnes

    -

    02/07/2012 às 23:38

    Que chance tiveram esses 2 com essa vida louca.Que prisão é esta?Quem é pior neste fim de mundo?
    Os políticos no Brasil são muito piores que os garotos.
    Aqui roubam dos pobres pra usar drogas dentro de suas mansões compradas com meu dinheiro,que era pra ir para hospitais,escolas,água pro nordeste,….
    Provavelmente vão entupi-los de drogas e na hora do fuzilamento eles estarão achando graça de tudo.
    Infelizmente tem coisas deste tipo acontecendo.
    Sinto que muitas famílias passam por isto.É muito triste.

  81. João Lourenço

    -

    02/07/2012 às 21:47

    Espero que no inferno estes traficantes não tenham mordomias .Valeu o esclarecimento sobre a vida que estes marginais levam lá fora e que a morte segue logo para eles e assim o mundo ficar um pouco mais limpo.Espero que os políticos ou diplomatas do Brasil não levante uma palha qualquer pra esta bandidagem.

  82. HEBERT

    -

    02/07/2012 às 10:26

    eu acho certo esse brasil num tem vergonha na cara esse gorverno num toma providencia se eu fosse em dos mandaos do congresso nao ia ser pena de cadeira eletrica para sofrer e tabem apanhar com chicote de prego que nem JESUS apanhou para os salvar , eles dveriam apahar que em JESUS.

  83. Nikolai

    -

    01/07/2012 às 17:24

    Tratados com tanta mordomia na cadeia por um crime tão hediondo que é o narcotráfico… E isso com o governo brasileiro custeando, sendo o dinheiro do povo pra esses vermes? DEVERIAM SOFRER A PENA DE MORTE POR ESMAGAMENTO POR ELEFANTE!!! TEREM SEUS CORPOS PRIMEIRO DESMEMBRADOS PRA DEPOIS TEREM SUAS CABEÇAS ESMAGADAS LENTAMENTE! TODA HUMILHAÇÃO PRA ESSES ANIMAIS É POUCA!

  84. JOSÉ MARIA PIRES

    -

    01/07/2012 às 14:27

    PARECE QUE EXISTE LEI EM ALGUM LUGAR DESSE PLANETA, ACORDA BRASIL. DEPUTADOS, SENADORES, JURISTAS, GOVERNADORES E PRESIDENTES DESTE IMENSO CONTINENTE CHAMADO BRASIL, TÁ NA HORA DE MANDAR PRÔ PAREDÃO AS PRAGAS QUE HABITAM EM TODO O CANTO DESTE EXPANSIVO PAIS, CHEGA DE BALELA. SENDO IGNORANTE COMO TANTOS VOS PERGUNTO: ” SEIS TEM MEDO DÍ QUÊ”. CUIDADO PORQUE “DEUS” EXISTE E ELE SABE DE TODAS AS COISAS.

  85. guilherme

    -

    01/07/2012 às 12:13

    Intolerantes, lhes pergunto… esses sujeitos por serem filinhos de papai merecem a morte? não invadiram o espaço de ninguem e não fizeram nada sem consentimento da outra parte negociadora, Libertação do direito individual da pessoa já!!! Sou a favor da liberação e controle das drogas por parte do governo, assim resolveriamos um grande problema que é a violência causada pelo trafico. E ai teremos só o problema de saude para resolver, que poderá ser financiado pelo imposto pago pelos usuarios da droga .

  86. Oiram

    -

    30/06/2012 às 23:19

    A esquerda brasileira é muito coerente aqui quer a liberação das drogas, lá fora apóia as execuções de traficantes em países totalitários.

  87. Milla Sampaio

    -

    30/06/2012 às 3:22

    É horrível, não o fato de condenados à morte, mas pela malandragem e cara de pau dos delinquentes. Tomara que fiquem por lá.

  88. ren

    -

    30/06/2012 às 2:12

    Churrasco brasileiro é bão!
    Dois q não servem nem p/ adubo, dá-lhe Indonésia!

  89. Fernando Mercado

    -

    29/06/2012 às 22:31

    Parabéns Indonésia!Já que o Brasil não toma vergonha na cara, exportemos os traficantes para Jacarta.

  90. Murilo S.L.Alencar

    -

    29/06/2012 às 21:27

    Dois canalhas a menos. Estivessem aqui seriam ídolos das esquerdinhas………

  91. Geneuronios

    -

    29/06/2012 às 16:29

    Sugiro ao Brasil usar a mesma punição para os traficantes daqui!

  92. marcelo

    -

    29/06/2012 às 11:50

    Já vai tarde não somou nada a vida toda só deu desgosto para os seus próprios pais e para os familiares de quem usava a droga de quem eles vendiam eu acho que não deveria pedir clemência para o presidente da indonênsia como o sapo barbudo fez, e deveria ter uma lei igual no nosso pais por isso que tem pcc e um monte de vagabundo queimando onibus e matando policiais.

  93. Jeremias-no-deserto

    -

    28/06/2012 às 23:51

    Meus mais sinceros votos de solidariedade e sucesso ao general Togar Sianipar.

  94. wilson

    -

    28/06/2012 às 22:43

    Para estes malandros que se acham “expertos” digo
    - Sua ausencia vai preencher uma vaga.

  95. Joao

    -

    28/06/2012 às 21:04

    O que mais pode ser dito? Eles se achavam muito espertos. Na realidade estavam apenas acostumados com a “justiça” brasileira e não levaram a sério as advertências, inclusive as postadas nos aeroportos do país. Esse é o preço que pagarão por terem nascido e vivido num país que não ensina seus cidadãos a acreditarem e temerem as conseqüências da criminalidade.

  96. ALGUEM ME AJUDA AI...

    -

    28/06/2012 às 20:49

    Confesso que nao sinto nenhuma pena dessas traficantes porque eles sabiam exatamente o que estavam fazendo e ate se vanglorivam das suas atividades, entao agora que arquem com as consequencias. Sinto pena de suas maes,porque a mae gera, cria o filho desde bebe,faz planos e sonhos e depois ve os marmanjos metidos no crime.

  97. Celso

    -

    28/06/2012 às 14:08

    Os dois coitadinhos não podem ser sacrificados não.Infelizmente são apenas vítimas do ovário de onde vieram:Brasil.Por outro lado como resultado dessa carnificina toda, os restos mortais servirão pelo menos para adubo? Não , é contaminado !Melhor queimar então.

  98. Carlos Costa Aguiar

    -

    28/06/2012 às 10:52

    Os caras curtem um barato? Vivem de trambiques e de dinheiro dos outros? Adoram uma mordomia e a vida fácil? Pois o Lula deveria ir se rastejar no chao para que o presidente Indonésio seja clemente: os caras nasceram petista e nao sabiam. Podem até se lançarem como deputado nas próximas eleiçoes

  99. BETHS

    -

    28/06/2012 às 10:43

    Surreal!

  100. Rafael

    -

    28/06/2012 às 10:21

    Pergunto: O mundo ficará pior sem eles?

  101. Fernando

    -

    28/06/2012 às 9:41

    Que família maravilhosa!
    A mamãe sempre passou a mão na cabeça do filhinho.
    Ela deve estar orgulhosa do resultado obtido.

  102. chagas

    -

    28/06/2012 às 8:24

    Mãe é mãe, mas condenação em um país sério é levado a sério, portanto não há clemência para um erro/crime que levou milhares para desgraça, é o pecador pagando os seus pecados como deve ser, e lá na Indonésia crimes assim tem um preço, a vida é a moeda.

  103. Lucas

    -

    27/06/2012 às 23:20

    Eles sabiam do risco que corriam e agora estão pagando pela vida criminosa que levavam. Deveriam estar arrependidos, mas todo esse apoio que recebem faz com que eles achem que a cadeia é só um passatempo. A Indonésia está certíssima em tratar com dureza os traficantes. Se os condenados começarem a ser executados de verdade, as “mulas” vão pensar duas vezes antes de botar os pés naquele país.

  104. João Lourenço

    -

    27/06/2012 às 20:47

    Acho que o governo não deve perder tempo ajudando bandidos .

  105. SHT

    -

    27/06/2012 às 19:27

    Dois deslumbrados. Infelizmente assumiram um risco que teve resultado desforável, mas ainda assim não conseguem admitir que provavelmente morrerão ou permanecerão em cárcere. Nenhum precisava estar nessa situação, um deles ainda menos. Decidiram ser parte da cadeia do tráfico e continuaram provincianos, nenhum soube se manter e ainda vislumbram liberdade, como se soubessem o que é. Nunca conheceram a liberdade, jamais conhecerão. Dois irresponsáveis completamente dependentes.

  106. Tuco

    -

    27/06/2012 às 18:55

    .

    Estava no lugar errado… Fosse
    traficante aqui no Brasil, estaria
    em bem melhor condição. Se com
    dinheiro, poderia contratar um desses
    mega-ultra-super defensores e ser
    absolvido de todos os pecados. Com um
    pouco de determinação, aliar-se-ia a
    pessoas certas e poderia obter uma
    cadeira como deputado – talvez senador.
    Mas tudo o que é ruim pode ainda piorar:
    só falta no lugar do nobre whisky lhe
    servirem whiskey – vai ter ressaca após
    a morte.


    .

  107. Luiz Carlos

    -

    27/06/2012 às 18:51

    Em primeiro lugar, os dois são muito pouco inteligentes; traficar em País que tem pena de morte!!! No Brasil, seriam alguns meses de cana e pronto!!!

 

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