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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

17:49 \ Judiciário

Apanhados de surpresa

Novo comando

Acostumados com o início das sessões do julgamento do Mensalão por volta das 14h40 (apesar do horário oficial ser 14h), os advogados que atuam no caso foram pegos de surpresa às 14h20, quando Joaquim Barbosa iniciou os trabalhos: somente três estavam no plenário.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

15:30 \ Judiciário

O horário do STF

Sempre pontual

No dia de estreia na presidência – mesmo que ainda interino – Joaquim Barbosa fez questão de chegar cedo ao STF.

Sua pontualidade espantou Marco Aurélio Mello, que é sempre o primeiro a pisar na Corte e o principal crítico dos constantes atrasos para o início das sessões.

Apesar da boa vontade de Barbosa, os velhos hábitos do Supremo não são fáceis de mudar.

Como nem todos os ministros chegam no horário, a sessão começou com meia hora de atraso.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

18:01 \ Judiciário

Na hora certa

Atraso é a regra

Ayres Britto fez um apelo a quase todos os ministros do STF para que as sessões do mensalão comecem no horário certo, às 14h, não às 14h30, como vem acontecendo.

A tarefa não é das mais fáceis. Marco Aurélio Mello, há anos, tenta convencer os colegas sobre o horário, sem sucesso.

Até mesmo o relator do mensalão, Joaquim Barbosa, tem dito aos colegas que não adianta chegar no horário pois a sessão nunca começa às 14h.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 17 de maio de 2012

14:22 \ Governo

Clima tenso na Anatel 1

Mais trabalho

Acaba de ser publicado na intranet da Anatel o boletim de serviço que dá fim a um benefício concedido pelo ex-presidente Ronaldo Sardenberg aos servidores da agência: a redução de uma hora na jornada de trabalho.

João Rezende assinou a portaria depois de um parecer da AGU afirmando que ele poderia ser responsabilizado pelo descumprimento de uma decisão do ministério do Planejamento. No final de 2009, a pasta considerou ilegal a flexibilização do horário, que na prática reduziu a jornada de trabalho de oito para sete horas.

Numa conversa com alguns servidores, Rezende argumentou que dois pareceres da AGU, um homologado por FHC, e outro por Lula, tiram o poder da Anatel no que diz respeito à redução da jornada dos servidores, deixando esse papel exclusivamente para o Planejamento.

Por Lauro Jardim
14:21 \ Governo

Clima tenso na Anatel 2

As explicações de João Rezende aos servidores foram em vão. Parte deles promete realizar uma operação padrão a partir de hoje.

Além de dificultar o atendimento do público e a atividade reguladora, os servidores falam em invasão da reunião do conselho e no envio de qualquer dúvida jurídica para a procuradoria da Anatel, abarrotando-a de serviço.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

7:24 \ Futebol

É tarde ou não é?

O horário do início do futebol às quartas-feiras e quintas-feiras — perto das dez da noite — é motivo de polêmicas intermináveis. Afinal, os jogos só começam a essa hora por imposição da grade de programação da Globo, detentora dos direitos de transmissão.

Volta e meia parlamentares ameaçam legislar sobre o tema, querendo obrigar a realização das partidas mais cedo. A Record, por sua vez, fustiga a concorrente afirmando que, se depender dela, os jogos começariam uma ou duas horas mais cedo.

Beleza. A Globo, porém, tem em mãos uma pesquisa feita pela Sport & Markt para mostrar ao Clube dos Treze. De acordo com a pesquisa, apenas 15% dos “torcedores que assistem jogos de futebol pela TV” se incomodam com o horário das 21h50 para o apito inicial.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 17 de março de 2010

12:14 \ Futebol

Futebol mais cedo?

O tradicional horário de exibição de jogos de futebol às 21h45, imposto pela grade de programação da Globo, que detém os direitos de transmissão dos campeonatos, está na berlinda.

O movimento começou, na semana passada, em São Paulo com a aprovação de projeto que impõe o horário de 23h15 para o término das partidas. Hoje, há jogos que acabam depois da meia noite. Para entrar em vigor, porém, falta a sanção do prefeito Gilberto Kassab.

Agora, as Câmaras Municipais de Porto Alegre e Rio de Janeiro estão discutindo projetos idênticos.

Este é um debate que faz a Globo tremer.

Por Lauro Jardim

 

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