30/12/2009
às 16:02 \ CinemaSherlock Holmes
Isabela Boscov fala sobre o novo filme do diretor Guy Ritchie, o mesmo de Snatch – Porcos e Diamantes; Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes e RocknRolla. Aqui, Robert Downey Jr. faz o detetive Sherlock Holmes, enquanto Jude Law vive seu assistente Watson, tentando solucionar mais um mistério na Londres vitoriana.
Tags: ação, detetive, Guy Ritchie, Jude Law, Mark Strong, Rachel McAdams, Robert Downey Jr.


Setor privado terá espaço de debate durante a Rio+20
Figurante morre após gravação para o programa de Fátima Bernardes
Macacos separados da mãe após nascimento têm mais chances de desenvolver doenças
DIU é mais eficaz que pílula para prevenir gravidez










Deixe o seu comentário
Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.
» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA
27 Comentários
Leonardo
-13/01/2012 às 21:44
A verdade é que nenhum filme de Sherlock é fiel aos escritos de Conan Doyle. É por isso que não me interesso muito em assistir aos filmes que já fizeram dele. No dia em que fizerem um filme baseado em O Signo dos Quatro ou O Cão dos Baskervilles, aí a gente conversa…
Eduardo Hideki Murata
-05/02/2010 às 22:13
Acho que Isabela Boscov nunca leu Arthur Conan Doyle. Alguns dos admiradores do escritor: Fernando Pessoa, Grahan Greene, Umberto Eco e Jô Soares. A crítica é superficial e tola.
Guilherme
-05/02/2010 às 15:31
“Mark Strong é um Andy Garcia muito melhorado como ator…”
Parei de assistir à crítica aí.
Camila Bononi
-31/01/2010 às 19:49
Ainda não vi o filme “Sherlock Holmes”, mas penso que Guy não quis adaptar as obras de Conan Doyle e sim fazer um filme de um detetive que investiga misterios em Londres. Por que se ele desejasse adaptar para o cinema as aventuras de Sherlock, teria ao menos inseridos caracteristicas marcantes dos personagens. como a frase famosa “elementar, meu caro Watson” e o chapeu e cahimbo.
Aproveitem e visitem meui blog http://www.camilabononiblog.zip.net
bjs e ate +
Andreia
-20/01/2010 às 12:34
Eu assisti o filme e adorei, realmente não li nenhum livro do personagem SH, no entanto, o que os fãs literários parecem não entender é que livro é diferente de filme, primeiro que se fosse exatamente igual o personagem convenhamos, que graça tem assistir aquilo que você já leu, sem modificações, estas são bem vindas, até porque, muitas vezes bom livros quanda adaptados ao pé da letra para o cinema se tornam maçantes, no filme de 2 horas de duração é necessário uma boa dose de ação; portanto, os fãs do livro podem assistir e certamente gostarão do filme se souberem fazer a distinção entre uma obra literária e uma cinematografica.
Flávia Moreira
-19/01/2010 às 21:59
O filme pra mim foi inteiro ruim, porque sou muito fã do Sherlock, LIVROS do Sherlock.
O diretor do filme, Guy Ritchie, disse que não leu NENHUM livro do Sherlock para fazer o filme..
Então vocês se perguntam, porque ele fez um filme com o nome do Sherlock?
Porque fazer um filme é dificil, agradar o publico é dificil..e isso se torna mais fácil ao usar um nome já conhecido…e fãs do Sherlock iriam assistir o filme e curiosos que já ouviram falar dele tbm (td bem que eu acho que muitos foram assistir porque viram explosão no trailer, luta e mulher bonita).
Fãs que se prezem devem ter ficado igual a mim na sala…balançando a cabeça o filme inteiro..porque é decepcionante para um fã ver o que o cara fez com a história do Sherlock..
Pessoas que gostaram do filme nunca devem ter lido um livro do Sherlock, no max devem ter procurado na wikipedia sobre o que falam as historias dele.
Watson rebelde…querendo casar e querendo abandonar seu melhor amigo, Sherlock.
Watson e Sherlock sabendo tudo de luta…
O bom da história do Sherloc (no livro) é que ele, de tão inteligente, com seu incrivel poder de observação, desvendava os crimes. O diretor do filme tirou isso do personagem, e mesmo mostrando que ele era bem observador, colocou a força física do lado dele tbm. Mostrou que não basta ser inteligente, tem que saber socar tbm.
O que ficou nesse filme foi o poder de observação do Sherlock e SÓ.
Acredito que isso, o maravilhoso Guy Ritchie deve ter achado no wikipedia tbm.
Arthur Conan Doyle deve estar se revirando no tumulo essas horas…
A famosa frase de Sherlock ainda ficou de fora “elementar, meu caro Watson”
Kate
-18/01/2010 às 22:47
Meus pêsames à colunista. Concordo plenamente com Alexandre Costa e Alice Fontoura. Mostrou uma incrível imaturidade como colunista ao interferir a matéria com sua opinião. Não pedimos sua opinião, pedimos uma matéria satisfatória. Foi o nosso Sherlock que cativou o mundo mais do que qualquer outro personagem, foi a nossa lenda que ficou marcada na história. Tolos os que subestimam a genialidade de Sir Arthur, e ainda mais, os próprios fãs e leitores. Olhe para si antes de subestimar outros, sejam personagens ou escritores, ou qualquer que seja o assunto. O sucesso do filme me é incompreensível, não tem cabimento. Desfigura toda a história de SH.
Da próxima vez, guarde para si suas opiniões e se foque apenas na matéria. Uma boa revista deveria saber agradar a todos.
Alice Fontoura
-18/01/2010 às 22:34
Olha, eu li hoje sobre sua crítica do filme. Sinceramente, odiei. Sem querer falar mal nem nada, mas, como uma grande fã de SH, levando-o até como meu personagem favorito, eu fiquei muito, muito magoada com tudo. Concordo com o que muitos aqui disseram, por exemplo o Marco e a Cláudia. Falando sobre a máteria na revista. Minha critica é: a colunista falou muito mal sobre Sir Arthur, e sobre Sherlock também, mas creio que seja impossível ler um livro de SH sem simplesmente se afeiçoar a ele. E também falou rios de maravilhas sobre o Ritchie, que, por mim, não merecia todas aquelas palavras poéticas, mas bem, não tenho nada contra ele.
No que li, no próprio texto mostrou contraversões do livro ao filme, como “mostrou todas as características ruins de Sherlock” e “finalmente, Watson está no lugar merecido” e, na minha opinião, Sherlock realmente não precisava de Watson para resolver os casos mas comentava sim sobre os casos, tanto que muitas vezes Sherlock fala sobre “Watson ser ótimo como espelho”, mostrando total desconhecimento da colunista ao escrever sobre isso, e não acho que Sherlock menosprezava Watson, muito pelo contrário, apesar de, como Watson mesmo “escreve”, “nossa longa convivência em Baker Street nos permite dizer um ao outro certas coisas que não nos magoaria”. O filme parece ser ótimo, mas parece um filme meio fora da lenda. Como a própria revista mostra, até as roupas mudaram nessa nova versão. Para mim, Ritchie fez um plágio de um Sherlock, criou o seu próprio personagem; não muito parecido como as das histórias, mas um próprio “Sherlock Holmes à la Ritchie”, o que, na minha opinão, falta com o respeito ao nosso personagem-lenda, fugindo totalmente. E, o mais importante; Sherlock Holmes nunca será um personagem de ação. Não desse tipo. Nunca. Esse é o meu desabafo.
Tati
-18/01/2010 às 1:06
Bom , gostei de alguns comentários escritos aqui..mas gostaria de deixar registrado que adorei o filme e que mesmo não retratando mt a obra….já lida….é de boa qualidade….lembremos sempre que algums filmes são mera ficção..e quem disse que existe obrigatoriedade de semelhança???? aliás se tudo fosse igual ao livro…os roteiristas e autores morreriam de fome…bastaria roteirizar o que já está escrito…..rs..fica aqui meu desabafo..!
Lidiane
-14/01/2010 às 9:14
Eu assisti ao filme ontem e achei o máximo. As falas me pareceram mto inteligentes…dei algumas boas risadas, mas não é o tipo d humor q tds compreendem e só uma meia dúzia parece ter se divertido no cinema ao msm tempo q eu…Acho q o Robert Downey Jr. merece uma indicação ao Oscar, pois está excelente no filme, assim como Jude Law; uma dupla das boas.Mal posso esperar pela sequência. O protagonista tem um quê d caricato, assim como Jack Sparrow em Piratas do Caribe. E esse tipo d caricatura precisa ser mto bem feita pra não ficar exagerada (e ruim)…e Downey Jr. deu show, assim como Johny Depp em seu filme.
Ricardo
-11/01/2010 às 22:09
Isabela Boscov só fala besteiras, aliás, ofendeu gratuitamente os fãs do detetive londrino. Mas gostei do trailer, vou assistir com certeza.
Lawrence
-11/01/2010 às 0:17
Parece difícil entender que o filme não foi baseado no Sherlock Holmes retratado no livro do Sir Arthur Conan Doyle, e sim numa HQ de Lionel Wigram que tem como base o Holmes sem enrolações e mais aficionado por ação, a adaptação do Guy Ritchie foi boa, e a crítica de Isabela Boscov com sempre com aquele ar “presunçoso” mas em grande parte verdadeiro, por que não tem nada demais em uma imagem diferente de algo que conhecemos, claro que sem ofender sua origem, oque é o caso desse Sherlock Holmes, e sim pode ficar mais interessante dependendo do seu “paladar”. O filme é interessante, e a escolha de Robert Downey Jr. pra viver o detetive foi boa, afinal nada melhor do que um ator com a espontaniedade do mesmo para atuar em um papel divertido como esse. Com ceterza, vale a pena gastar 2 horas do seu fim de semana para assistir uma adaptação inteligente e engraçada com essa.
Melissa
-10/01/2010 às 19:18
Vi o filme quando estreou
O filme tem uns personagens bem cativantes e diálogos afiados. Muito bom .
Isabela, amo ver suas críticas, sempre que aparece um vídeo novo por aqui fico muito feliz e corro pra ver o que você vai falar.
Bruna Góes
-10/01/2010 às 0:25
Só gostaria de saber como uma pessoa ‘inteligente’ como essa que fez a crítica diz que o Holmes que o diretor criou é melhor que o criado pelo Sir Conan Doyle. Impossível comparar. São diferentes e pronto, se o Holmes real não daria dinheiro suficiente é uma coisa, agora dizer que o diretor corrigiu o que havia de errado com a obra de Conan Doyle, admirado por muitos e um milhão de vezes mais famoso que qualquer crítica de cinema já é uma completa ididotice. Holmes não era errado. Era Holmes, e pronto.
Isso sem contar o fato que ela simplesmente ridiculariza os fãs de Sherlock Holmes, dizendo que não entende o que eles vêm na obra. Eles vêm o que vc não vê, o mundo todo não precisa concordar ao redor de uma coisa, mas falar que não presta só porque vc não gosta é ridículo..
Completamente ridícula essa crítica.
Maurício
-09/01/2010 às 18:05
Qualquer pessoa que tenha um mínimo conhecimento de cinema e tenha visto os filmes de Guy Ritchie não consegue concordar com a senhora acima, que simplesmente criticou tudo e todos de uma forma muito ácida neste tópico.
tom waits
-08/01/2010 às 23:27
é incrível a capacidade da isabela boscov só falar abobrinhas e futilidades.
João
-08/01/2010 às 22:47
Isabela,
Já não consigo deixar de dar uma espiada no seu blog, ao saber da estréia de algum filme. O modo como expõe suas críticas sempre me deixa curioso, e é irresistível a tentação de confirmá-las diante das telonas. Sua opinião influencia sempre as minhas escolhas “cinematográficas”, de modo que meus amigos já sabem: se recomendo um ótimo filme é porque “isabela boscov recomendou”.
Por isso, parabéns!!! Mais uma vez saio de casa para me instalar em uma poltrona confortável, às escuras, com um saco de pipoca nas mão, mas faminto por um bom filme.
Obrigado
@MauroVS
-08/01/2010 às 21:58
Considero “Sherlock Holmes” precursor da maioria dos heróis dos quadrinhos. A engenharia dos contos, com vilão e parceiro é bem parecida com o … Como é nome mesmo?
Santo esquecimento!
Alexandre Costa
-08/01/2010 às 21:44
Crítica bem ao estilo VEJA: dona da verdade e detonadora de uma provável discordância. É até capaz de o filme ser bom, mas certamente não pelos motivos apontados pela crítica: ela certamente não leu Sherlock Holmes com profundidade suficiente para afirmar o qur afirma com propriedade.
Pura boçalidade. Ainda bem que a estupidez alheia nunca foi parâmetro para me fazer tomar a decisão de assistir a um filme…
Concluindo, a crítica é precisamente o que disse da obra de Conan Doyle: “não quer dizer muita coisa”.
andre
-08/01/2010 às 21:02
A respeito do comentario da senhora ultra-super-ser superior que voce se acha me pergunto o que faz aqui nessa parte do site que comenta sobre adaptaçoes e filmes ignorantes, com criaturas inferiores a seu graaaaaaaaaaannnnnnnnndeeeeeee nível interlectual……
deselementar.
andre
-08/01/2010 às 20:58
Marcos, seu comentario me pareceu de um fanático religioso. Depois de ler o seu infeliz comentario entendi o que a critica disse sobre relidade.
Li o livro achei uma droga. Agora gostar é uma coisa, fazer dele um livro religioso é o fim da picada.
Use essa energia pra coisas realmente úteis, como uma playboy.
Cecília
-08/01/2010 às 20:49
Idiotice achar que o filme seria fiel ao livro. Isso acontece com quase todas as outras adaptações. E é mais idiotice ainda querer que todo mundo leia os mesmos livros que você e que tenhas as mesmas opiniões que você.
Cinema atinge um público bem maior que a literatura em si. Isso é um fato.
Bruno
-08/01/2010 às 14:19
Bem, as duas primeiras críticas são a prova viva do que a Isabela diz na Crítica.
Eu acho que adaptar qualquer obra literária, ou gibis, ou melhor fazer uma adaptação é dificilimo, mas eu acho que o que é mais dificil é o publico entender que as mídias tem linguagem diferente e exigem coisas diferentes. Meu pai tem duas coleções do Sherlock Holmes, ele adora, e eu, particularmente, acho extremamente prevísivel, não me surpreende e eu sempre achei o Watson mais interessante que o Holmes. Então para mim essa adaptação do livro ficou melhor que a obra original, pra mim teve surpresas e eu não sabia o que aconteceria no final do filme, diferente do que acontece em diversos contos do Sherlock Holmes.
Eu nunca achei o Jude Law brilhante, eu acho que em alguma vezes ele foi copetente, que é o caso de “Cold Mountain”, mas o que me encomoda é essa leveza, que as vezes fica super clichê dele, de atuar. Ele tenta fazer o tipo que ele não precisa de muito pra dar verdade à personagem e isso me encomoda. Foi legal o ver com um pouco de mais energia.
De novo, ótima crítica Isabela. Muito corajosa, como sempre!
ZOE
-05/01/2010 às 3:19
Gostaria de colocar uma observacao para o Marco, do comentario acima.Olha eu vi a estreia do filme no cinema aqui em Boston e achei muito bom, pode ir ver vc nao vai se arrepender. Eu tambem leio SH, e gostei do filme, mas nao adianta a gente reclamar de filmes nao serem fieis as historias dos livros ou gibis, o cinema acabam mudando bastante as historias, mas esse ficou bom, a cidade foi retratada de forma legal, os personagens bem entrosados. Agora quando a critica disse que as pessoas acham que SH e WT sao reais e porque muuita gente escrevia cartas para o endereco de SH achando que realmente SH existia( isso eu li em uma reportagem sobre os fas de SH).Eu como gosto muito de gibis, por exemplo achei horrivel o duende verde do HAranha, mas o resto tava bom, (rsrsrs) o Constantine tambem e louro nos quadrinhos e botaram o K.REAVES com aquele cabelao preto e nem puseram uma participacao do mostro do pantano que e demais…(rsrsrs)e e claro o Hercule Poirot da AgChristie, que e um detetive muito interessante e ficou uma porcaria no filme( rsrsrs), fizeram ele ridiculo coitado. Tem jeito nao amigo, eles do cinema nunca retratam fielmente os personagens que a gente se acostuma a ver de determinado modo quando le um livro ou um gibi, fica meio decepcionante mas fazer o que ne???
PAULO BOCCATO
-04/01/2010 às 15:38
GRAAAAAAAAAAAAAANNNNNNNNNNNNNNNNDE ISABELA, NOSSA BELA !
FILMÃO !
…VAI PRO OSCAR NÉ ?
QUEM DIRIA QUE O CANASTRAO DO ROBERT ETC-ETC ACABARIA AINDA VIRANDO ATOR…E DOS BÃO !
FILMÃO !!
PS: DIZER QUE O DIRETOR MEHLOROU PÓS SEPARAÇÃO DA CABOCLA MADONNA É COISA DE “MADASTRA” !!
Claudia
-04/01/2010 às 15:17
Eu acho que a Boscov tem alguma espécie de aversão à literatura, porque em todas as críticas de adaptações dela que eu vejo ela menospreza totalmente os livros e desrespeita os fãs.
Vai ver a opinião dela é a de que as adaptações não são feitas para os fãs das obras literárias, mas para o tipo de gente ignorante que acha ler um desperdício de tempo e prefere apenas ver os filmes – mas que, claro, nunca conseguiria acompanhar a lógica do Holmes do Conan Doyle, muito menos admirar seu brilhantismo.
É óbvio que ela mesma se coloca nesse grupo infeliz.
Marco
-02/01/2010 às 19:01
Afirmar que os “Sherlokianos” se esquecem que Sherlock e Watson são personagens, mostra total falta de conhecimento,pra todos que já leram alguns livros, fica evidente a figura do grande Artur Conan Doyle e seus personagens. Se confundem apenas aqueles que nunca leram ou que ñ sabem de nada como você. Vir a público e falar que o filme onde existe muitas explosões, pancadarias, tiros e mulheres envolvidas com SH é até muito fiel ao livro e que Guy corrigiu uns erros do autor é a maior besteira que já ouvi, no meu ver Watson nunca foi tratado com subalterno muito menos com um imbecil, SH sempre foi um cavalheiro,as vezes rude mas nunca demais. Quanto você leu de Sherlock Holmes é que me intriga, se tivesse lido algo saberia porque existe uma legião de leitores.Quando soube que haveria um filme sobre Sherlock fiquei animado, mas os trailers e a voce mostraram que as pessoas que nunca o leram continuarão sem conhecer o verdadeiro Sherlock.Assim com Jason Bourne onde os filmes fogem totalmente a historia dos livros.