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Por que a dengue e a febre amarela são ameaças neste verão

No programa, o infectologista Artur Timerman explica porque doenças transmitidas por mosquitos sempre voltam com tudo no calor

Por Natalia Cuminale, Da Redação - 15 jan 2019, 08h12

Todos os anos, no verão, o número de casos de dengue, zika e chikungunya começa a subir. Uma conjunção de fatores explica essas epidemias – e por que elas se agravam todos os anos. Para começar, a dengue é nefasta por causa da incrível capacidade de adaptação ao ambiente urbano de seu vetor. O clima tropical, quente e úmido, é ideal para a proliferação do mosquito. Soma-se a isso a organização caótica das grandes cidades brasileiras. São cobertas por asfalto, prédios e poucos parques com espaço verde, que ajudariam no escoamento da água das chuvas. Recentemente, a febre amarela também se tornou uma ameaça para a população. Apesar do desespero inicial, nem toda população está vacinada e, portanto, protegida.

No programa Veja Saúde, a jornalista Natalia Cuminale entrevista o infectologista, Artur Timerman, presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses. Ele explica por que isso acontece e o que a população pode fazer para mudar essa trajetória. Timerman também explora a relação do brasileiro com a vacinação.

Semanalmente, o programa VEJA Saúde recebe médicos e especialistas das mais variadas áreas para falar sobre qualidade de vida e cuidados com o corpo e a mente. O programa também tem a versão curta, em pílulas, sobre vários temas.

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