Tragédia da boate Kiss: 5 anos de impunidade | VEJA
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Tragédia da boate Kiss: 5 anos de impunidade

Veja as histórias de familiares e sobreviventes que tiveram suas vidas estraçalhadas após 27 de janeiro de 2013, data da tragédia

Por Da Redação Atualizado em 10 dez 2018, 15h02 - Publicado em 18 jan 2018, 22h49

Passados cinco anos da tragédia da boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, não houve punição. Ao contrário, o Ministério Público processa a associação de pais das vítimas, acusados de desrespeito com as autoridades. Assista às histórias de familiares e sobreviventes do desastre.

VEJA também esteve no interior do que resta da Kiss hoje. Os cantos ainda acumulam os restos de fuligem da espuma que derreteu com as chamas e virou uma fumaça tóxica. Os banheiros, onde mais de cem jovens morreram empilhados, estão horrivelmente intactos. Do lado de fora, na fachada, veem-se ainda as quatro letras que hoje representam um beijo de morte: K-I-S-S. Um painel, debaixo do letreiro, informa: “Justiça 242”, em referência aos que perderam a vida. À direita, o clamor: “Que não se repita”.

Clamor esse que caiu num abismo de silêncio aterrador. Nada melhorou. Pior. Cinco anos depois, a impunidade é a grande marca da tragédia de Santa Maria. O poder público esqueceu os mortos da Kiss.

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