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Sirius: Na velocidade da luz

Acelerador de partículas situado em Campinas, interior de São Paulo, vai ajudar no desenvolvimento de várias áreas da ciência

Por Da Redação 29 jun 2019, 10h00

Situado em Campinas (SP), no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) — uma organização da sociedade civil que recebe recursos federais —, o Sirius é um acelerador de partículas que entra em operação em 2020. Com investimentos da ordem de 1,8 bilhão de reais, o Sirius será utilizado para ajudar em quebra-cabeças cuja resolução possibilitará o desenvolvimento de medicamentos com princípios ativos descobertos em meio à biodiversidade brasileira.

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    Para tanto, o projeto Brazilian Biodiversity Molecular Power House (MPH) dedica-se a desvendar e analisar a estrutura de moléculas naturais de plantas, ervas etc. oriundas de várias regiões do país. O laboratório farmacêutico nacional Aché foi o primeiro a apostar nos resultados do projeto iluminado pelo Sirius — ainda em 2017 ele firmou um contrato para o desenvolvimento de dois medicamentos.

     

     

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