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O terror do feminicídio: ‘Me fiz de morta para ele desistir’

Em vídeo, Silvana Maria relata como seu ex-marido descumpriu a medida protetiva e invadiu sua casa para executá-la

Por Da Redação - Atualizado em 17 fev 2020, 12h06 - Publicado em 14 fev 2020, 19h00

Com a escalada de violência praticada pelo ex-marido, a comerciante Silvana Maria obteve medida protetiva. A Justiça determinou que o ex-marido ficasse distante dela em apenas 50 metros. No dia 24 de setembro de 2019, ele pulou o portão da residência, exigiu ver o whatsapp da vítima e desferiu dezessete golpes com uma faca de cozinha. “Eu me fingi de morta para ele não arrancar o meu coração, tudo isso na frente de minha filha de 9 anos.” O caso de Silvana é apenas uma exemplo da escalada de violência contra a mulher.

De acordo com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a quantidade de tentativas de feminicídio quase triplicou entre 2018 e 2019. A média foi de dez ocorrências do tipo por dia no ano passado. Infelizmente, muitas mulheres não tiveram a mesma “sorte” de Silvana. Em 2018, registraram-se 1 206 casos de feminicídio, um aumento de 30% em comparação com 2016 — os dados de 2019 ainda não foram compilados. O assunto foi tema de uma reportagem na edição de VEJA desta semana. Clique para ler a matéria completa.

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