Há vida no SUS
Médicos e hospitais quebram protocolos para criar gestos solidários no tratamento de pacientes com Covid-19
O maior sistema de saúde pública do planeta, o SUS, não será o mesmo depois da pandemia do novo coronavírus. Uma doença ainda não totalmente conhecida, que em apenas cinco meses já matou mais de 40 mil pessoas, escancarou o descaso dos governos ao longo de cinquenta anos de existência.
Em meio ao caos, hospitais vêm quebrando protocolos para dar vida aos infectados. Médicos levam tablets aos leitos para os pacientes terem contato com familiares, enfermeiros usam uniformes com a foto do próprio rosto para acalorar o atendimento.
No M´Boi Mirim, em São Paulo, permite-se a entrada de parentes no quarto de pessoas à beira da morte para o ritual de despedida – conduta rara em muitos hospitais privados. “Diz Fabiana Rolla, diretora do hospital: “Esse calor humano não fez bem só para os doentes e familiares, mas aliviou a angústia de todos os profissionais de saúde”.






![[RELAMPAGO] PAYWALL (728 x 90 px) Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo e branco, ao lado de Você pediu, a gente ouviu! em branco. À direita, capas de revistas e um celular com tela ligada, e um ícone de árvore à esquerda.](https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-728-x-90-px.gif)
![[RELAMPAGO] PAYWALL - 328x79 Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo neon, acompanhado de um raio. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas: SUPER com um copo de milk-shake, VEJA com paisagem e MUNDO ESTRANHO com carros. Um ícone de árvore estilizada no canto superior direito](https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-328x79-1.gif)