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As estratégias dos jogadores do League of Legends para os candidatos

Quatro profissionais falam sobre a relação entre o esporte eletrônico e o jogo político

Por Leandro Nomura, Da Redação Atualizado em 18 ago 2018, 21h11 - Publicado em 18 ago 2018, 15h00

Com 100 milhões de jogadores ativos por mês em todo mundo — 85% deles com idade entre 16 e 30 anos — o League of Legends é um fenômeno jovem mundial. Como os ídolos do futebol, seus principais jogadores reúnem milhares de fãs e seguidores nas redes sociais. Os salários são mais modestos, começam com dois mil reais, mas podem chegar a 100.000 reais, se somados a grandes patrocínios. Nada mal para quem tem essa idade.

O LoL, como é conhecido, é essencialmente de um jogo de estratégia. O objetivo é reunir o melhor time, cada um com um papel bastante definido, para destruir a equipe adversária. Mas isso basta para comparar o jogo eletrônico com o político?

VEJA entrevistou quatro jogadores profissionais — Pedro Luiz Marcari, o LEP, 22 anos; Gabriel Bohm, o Kami, 22 anos; Felipe Zhao, o Yang, 22 anos; e Micael Rodrigues, o Micao, de 21 anos — para saber a relação entre política, eleições e League of Legends, além das melhores estratégias para os candidatos se aproximarem do público jovem.

 

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