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‘Hellboy’ e o demônio das boas intenções

Acompanhe o 'Em Cartaz' dessa semana com a colunista de VEJA Isabela Boscov

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 Maio 2019, 14h25 •

No ‘Em Cartaz’ dessa semana, a colunista de VEJA Isabela Boscov fala sobre a estreia da semana: Hellboy. Tanto faz se o filme é uma produção pequena e pessoal, como O Labirinto do Fauno, ou se é uma adaptação de quadrinhos endereçada ao multiplex, como seus dois Hellboy: quando o diretor Guillermo del Toro conjura alguma coisa na tela, é sempre com a mesma ânsia de abrir uma porta para o mundo espetacular, aflitivo e complicado da sua imaginação pessoal. Místicos e torturados, e também poéticos e repletos de graça, Hellboy (2004) e Hellboy II: O Exército Dourado (2008) estão entre os mais belos feitos de Del Toro – que queria fazer um terceiro episódio da série junto, de novo, com Ron Perlman, que acertou todas as notas nas duas vezes em que interpretou o demônio poderosíssimo mas brincalhão convertido por seu pai adotivo à batalha contra o mal. O estúdio que detém os direitos da marca não quis: preferiu dar um restart no personagem, deixando-o teoricamente mais próximo da sua concepção no quadrinho, com o inglês Neil Marshall (de Abismo do Medo) na direção e David Harbour (o xerife de Stranger Things) no papel-título. Mas que erro sem tamanho. Harbour é um sujeito simpático e se esforça, mas não há nada que ele possa fazer diante de uma direção tão mão-pesada, equivocada, sem inspiração e sem ideias quanto a de Marshall. A intenção pode ter sido boa. O resultado, porém, é um desastre, do começo ao fim.

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