Assine VEJA a partir de R$ 9,90/mês.

Gretchen enverga, mas não quebra

VEJA Música recebe a cantora Gretchen

Por Da Redação - 16 maio 2019, 14h00

De tempos em tempos, a paulistana Maria Odete Brito de Miranda Marques, a Gretchen, passa por um renascimento. Foi assim nos anos 80, quando ela trocou a disco music por latinos (que renderam os sucessos ‘Conga Conga Conga‘ e ‘Melô do Piripipri’) e depois para o samba rock. Foi assim na década seguinte, quando Marisa Monte passou a cantar ‘Conga Conga Conga’ nos shows da turnê do álbum ‘Mais’ e elevou Gretchen ao status de artista cult. Em 2017, foi a vez de Katy Perry chamar a rebolativa cantora para participar do vídeo de ‘Swish Swish’ – e a parceria deu tão certo que Gretchen fez uma ponta nos shows de Katy no Brasil, em 2018.

Mas a trajetória artística de Maria Odete não se resume a renascimentos provocados por terceiros. Gretchen, seu alter ego, tem se mostrado ativa. Às vésperas de completar 60 anos, ela soltou dois singles nos quais busca inspiração no pop latino. Um deles é o eletrônico ‘Suda Suda’, cantado ao lado da portuguesa Luciana Abreu. No dia 10 de maio foi a vez de ‘Bien Buena’, um reggaeton cantado em dueto com Eri Ramo.

Em entrevista ao VEJA Música, Gretchen falou dos principais fatos de sua carreira – por exemplo, a parceria com Mister Sam, que a descobriu nos anos 70 – e de como se tornou um sucesso nas redes sociais. Ela virou uma espécie de conselheira dos adolescentes e de como faz para driblar os chamados haters.

Publicidade