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O que os sociais-democratas podem aprender com Marx

O historiador Angelo Segrillo fala da biografia turbulenta do pensador alemão e diz que há um legado marxista até para quem não quer revolução

Por Da Redação - 1 ago 2018, 12h38

O filósofo alemão Karl Marx, autor de O Capital e do Manifesto Comunista (este, escrito em colaboração com seu grande parceiro, Friedrich Engels), deixou uma obra vasta e levou uma vida turbulenta, marcada pelo embate intelectual nos meios esquerdistas do século XIX.

Professor da USP, o historiador Angelo Segrillo publicou este ano, quando se lembra o 200º aniversário daquele que seria o teórico oficial do comunismo na União Soviética e em seus países-satélite — Karl Marx, Uma Biografia Dialética (editora Prismas). A obra acompanha a vida de Marx e examina criticamente o que disseram as várias biografias anteriores.

Nesta entrevista a Jerônimo Teixeira, no Clube do Livro, Segrillo conta episódios marcantes da vida de Marx — incluindo o episódio do provável filho que teve com uma empregada de sua casa — e examina o seu legado, que, diz o biógrafo, não se limita aos regimes totalitários comunistas do século XX.

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