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Pfizer: comprimido antiviral reduz risco de Covid-19 grave em 89%

Farmacêutica americana pedirá à FDA e aos reguladores internacionais que autorizem sua pílula o mais rápido possível

Por Da Redação 5 nov 2021, 12h07

A Pfizer anunciou nesta sexta-feira, 5, que sua pílula antiviral experimental contra Covid-19 reduz as taxas de hospitalização e morte em quase 90% em adultos mais vulneráveis. Um remédio semelhante da concorrente Merck já está em análise na Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora sanitária dos Estados Unidos, depois de mostrar bons resultados iniciais. Na quinta-feira, o Reino Unido se tornou o primeiro país a aprová-la.

A Pfizer disse que pedirá à FDA e aos reguladores internacionais que autorizem sua pílula o mais rápido possível, após especialistas independentes recomendaram interromper o estudo da empresa com base na força de seus resultados. Assim que a farmacêutica se inscrever, a agência poderá tomar uma decisão em semanas ou meses. Se autorizada, a empresa venderia o medicamento sob a marca Paxlovid.

No estudo com 775 adultos, os pacientes que receberam o medicamento com outro antiviral logo após mostrarem os sintomas de Covid-19 tiveram uma redução de 89% em sua taxa combinada de hospitalização ou morte após um mês, em comparação com aqueles que tomaram placebo. Menos de 1% dos pacientes que tomaram o medicamento precisaram ser hospitalizados e ninguém morreu. No grupo de comparação, 7% foram hospitalizados e ocorreram sete mortes.

Os participantes do estudo não foram vacinados e estavam com Covid-19 leve a moderada, e foram considerados de alto risco para hospitalização devido a problemas de saúde como obesidade, diabetes ou doenças cardíacas. O tratamento começou dentro de três a cinco dias dos sintomas iniciais e durou cinco dias. Os pacientes que receberam a droga mais cedo mostraram resultados ligeiramente melhores, ressaltando a necessidade de testes e tratamento rápidos. A Pfizer relatou poucos detalhes sobre os efeitos colaterais, mas disse que as taxas de problemas eram semelhantes entre os grupos em cerca de 20%.

As principais autoridades sanitárias do mundo continuam a enfatizar que a vacinação continuará a ser a melhor maneira de proteger contra a doença. Mas, com dezenas de milhões de adultos ainda não vacinados, tratamentos eficazes e fáceis de usar serão essenciais para conter futuras ondas de infecções.

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