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Mpox: Campanha foca em viajantes para alertar sobre variante mais letal

Anvisa e Ministério da Saúde instalam painéis em aeroportos e portos para reduzir risco de entrada de doença que ficou conhecida como 'varíola dos macacos'

Por Paula Felix Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 nov 2024, 13h28 • Atualizado em 5 nov 2024, 13h32
  • Em meio aos primeiros casos isolados fora da África da nova variante da mpox, zoonose viral que ficou conhecida como varíola dos macacos monkeypox, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) instalaram painéis informativos em aeroportos e portos para apresentar os principais sintomas para os viajantes e indicar o que deve ser feito em caso de sinais da doença. O objetivo é evitar a disseminação do novo clado no Brasil.

    “Caso alguma pessoa apresente os sintomas ao retornar de viagem, a recomendação é para procurar imediatamente o serviço de saúde mais próximo – utilizando roupas que cubram as lesões –, evitar contato com outras pessoas e não compartilhar objetos”, informou, em nota, a Anvisa. Além de lesões na pele, a infecção causa febre, dor de cabeça, ínguas, calafrios, fraqueza e dores no corpo.

    Segundo a agência, os banners foram colocados nas áreas de embarque e desembarque nacional e internacional do aeroporto de Brasília por onde passam, todos os dias, cerca de 40 mil viajantes. “As mensagens também estão sendo veiculadas nos painéis eletrônicos disponíveis nos aeroportos. Além de português, a mensagem tem tradução para inglês, espanhol e francês.”

    Nova linhagem da mpox

    A preocupação com a nova linhagem, o clado Ib que está em surto principalmente na República Democrática do Congo, tem relação com o fato de ela levar a quadros mais graves e ser mais letal. Enquanto a cepa anterior, o clado II, matava 1% dos acometidos, a nova versão chega a 10%.

    Diante dessa constatação e da rápida disseminação da cepa, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou em agosto desde ano o retorno da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (PHEIC, na sigla em inglês) para a mpox.

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    Até o momento, foram confirmados casos da nova variante na República Democrática do Congo, Ruanda, Uganda, Quênia e Burundi. Suécia, Tailândia, Índia, Alemanha e Reino Unido tiveram episódios importados. A nova cepa não foi detectada no Brasil nem em outros países das Américas.

    A emergência global pela doença, que causa erupções na pele e pode matar, foi declarada pela primeira vez em 2022encerrada em maio do ano passado, quando o surto foi contido e o vírus demonstrou que não estava levando a mudanças nos sintomas nem na gravidade dos casos.

    Entenda a mpox

    Descoberta em 1958, a mpox chegou a ser chamada de varíola dos macacos por ter sido observada pela primeira vez em primatas utilizados em pesquisa. Ela circula principalmente entre roedores, e humanos podem se infectar com o consumo da carne, contato com animais mortos ou ferimentos causados por eles.

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    Entre os sintomas, febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, linfonodos inchados, calafrios e exaustão. A erupção cutânea começa geralmente no rosto e, depois, se espalha para outras partes do corpo, principalmente as mãos e os pés. A doença é endêmica em países da África central e ocidental, como República Democrática do Congo e Nigéria.

    Análises preliminares sobre os primeiros casos do surto na Europa e na América do Norte que ocorreram em 2022 demonstraram que o vírus foi detectado por serviços de cuidados primários ou de saúde sexual e os principais pacientes eram homens que fazem sexo com homens. A OMS alertou que esta não é uma doença que afeta grupos específicos e que qualquer pessoa pode contraí-la se tiver contato próximo com alguém infectado. A doença levou a 99 000 casos e 200 mortes em 116 países entre maio de 2022 e junho deste ano.

    No Brasil, foram registrados mais de 10 mil casos em 2022 e 853 casos no ano passado da variante antiga. Em 2024, até 25 de outubro, foram notificados 1.495 casos.

    arte Mpox

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