Jejum intermitente: os prós e contras, segundo a ciência
Esquema caiu nas graças das redes sociais e pode ajudar a emagrecer, mas também está ligado a efeitos colaterais e exige cuidados
O jejum intermitente voltou a ficar em evidência com a publicação de um estudo que demonstrou sua superioridade em termos de perda de peso em relação a uma dieta de restrição calórica tradicional.
Embora a notícia seja positiva, ao endossar mais um método a favor de quem precisa emagrecer, a adesão ao jejum exige certa prudência e deve ser feita, de preferência, sob orientação de um médico ou nutricionista.
Isso porque existem prós e contras a se pesar, e a decisão só pode ser tomada individualmente, considerando indicações e contraindicações.
Mapeamos, a seguir, vantagens e desvantagens apontadas por estudos recentes, inclusive publicados por periódicos do respeitado grupo Nature.
+ LEIA TAMBÉM: O que saber antes de aderir ao jejum?
Vantagens do jejum intermitente
Perda de gordura corporal: o jejum demonstrou capacidade de enxugar o estoque de gordura no corpo, a principal meta de um plano de emagrecimento consistente.
Efeito no metabolismo: há indícios de que, desde que haja aval médico, a privação temporária de comida ajude a regular os níveis de colesterol e açúcar no sangue entre pessoas saudáveis.
Apoio ao envelhecimento: experimentos apontam que a restrição calórica induzida pelo jejum tem potencial de aumentar a longevidade (algo mais comprovado em pesquisas com animais).
Facilidade: segundo análises, a incorporação de períodos sem comer à rotina pode ser menos desafiadora do que o engajamento em dietas restritivas, que exigem moderação em todas as refeições.
Desvantagens do jejum intermitente
Desequilíbrio mental: pessoas com predisposição podem desenvolver distúrbios alimentares e de imagem com a fissura pelo jejum.
Revés cardiovascular: indivíduos mais expostos ao problema só estão liberados após check-up; estudos preliminares reportaram associação com maior risco cardíaco.
Queda de cabelo: um dos efeitos colaterais mais comentados pelos praticantes e já documentado cientificamente.
Grupos de risco: faltam estudos a demonstrar a segurança da estratégia entre idosos, gestantes e crianças.
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