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Compra da Avon pela brasileira Natura vai criar o quarto grupo de beleza do planeta. Justiça italiana mantém pena de prisão perpétua para Cesare Battisti

Por Da Redação - 24 maio 2019, 07h00

SOBE

Títulos fajutos de Harvard
Após a revelação de que a química Joana D’Arc Félix não fez o curso na universidade americana que ela declarara ter feito, descobriu-se que o governador do Rio, Wilson Witzel, também incluiu Harvard no currículo sem ter pisado lá.

Chinchilas
Tal como já fizeram Chanel, Gucci, Versace e outras grifes de luxo, a Prada anunciou que não vai mais usar pele animal em seus produtos, em obediência à sua política de “responsabilidade social”.

Natura
A empresa brasileira anunciou nesta semana a compra do gigante Avon. A negociação vai criar o quarto grupo de beleza do planeta, com uma receita total de 10 bilhões de dólares. Além da Avon, a Natura adquiriu nos últimos anos a britânica The Body Shop e a australiana Aesop.


DESCE

Presidente da Fifa
Gianni Infantino queria aumentar para 48 o número de seleções na próxima Copa, no Catar, uma medida política para agradar às federações de futebol espalhadas pelo mundo. Desistiu porque não era viável: serão, como de costume, 32 times.

Theresa May
Incapaz de orquestrar um plano viável para o Brexit, a primeira-ministra britânica ainda amargou a renúncia da líder do governo na Câmara dos Comuns, Andrea Leadsom — que considerou inaceitáveis as concessões feitas à oposição na última proposta de May.

Cesare Battisti
A Corte de Apelações de Milão negou o pedido do terrorista para reduzir sua pena para trinta anos. Condenado por quatro homicídios, Battisti cumprirá prisão perpétua.

Publicado em VEJA de 29 de maio de 2019, edição nº 2636

 

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