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"Essa eleição poderá ser comparada a uma vitória de Pirro — ao vencedor, os abacaxis", escreveu Valdomiro Nenevê, de São José dos Pinhais, PR

Por Da Redação
Atualizado em 20 abr 2018, 06h00 - Publicado em 20 abr 2018, 06h00

Assuntos mais comentados

  • A eleição para presidente sem Lula (capa)
  • Artigo “Dois minutos”, de J.R. Guzzo
  • Conversa com dom Angélico Sândalo Bernardino
  • Ameaças a juízes da Lava-Jato
  • Artigo “Opinião não é argumento” (Página Aberta), de Walter Carnielli

Eleição presidencial

Em quase trinta anos como assinante de VEJA, sou testemunha de que sempre foram muito bem retratados nas capas da revista os fatos relevantes do momento e da nossa história. Desta vez não foi diferente. Marina, Ciro, Bolsonaro, Rodrigo Maia, Joaquim Barbosa…, espertalhões de última hora. VEJA consegue antecipar o circo de horrores das eleições deste ano. Quem ganha não sei, mas o povo já sai perdendo. Que Deus seja realmente brasileiro (“O jogo vai começar”, 18 de abril).
Paulo Ferreira da Silva
Belo Horizonte, MG

Dos candidatos à Presidência da República mostrados por VEJA, o único com todos os requisitos de pessoa íntegra é o ex-ministro Joaquim Barbosa, principalmente por não ter militância política.
Auberico Gomes de Oliveira
Salvador, BA

Na capa da edição 2 578, VEJA se esqueceu de citar João Amoedo, pré-candidato a presidente da República pelo Partido Novo.
Eduardo G.F. Rosa
Por e-mail

O próximo presidente da República, a partir de 2019, seja de esquerda, de centro ou de direita, terá dias difíceis pela frente e certamente perderá o encanto diante de seus inevitáveis fracassos. Essa eleição poderá ser comparada a uma vitória de Pirro — ao vencedor, os abacaxis. Como diria o escritor e antropólogo Darcy Ribeiro: “Tentei fazer o Brasil desenvolver-se autonomamente e fracassei. Mas os fracassos são minhas vitórias. Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu”.
Valdomiro Nenevê
São José dos Pinhais, PR

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Parece que, depois de catorze anos de desgoverno, populismo e corrupção, o eleitor está propenso a errar de novo. Não cabem salvadores da pátria, figuras messiânicas, demagogos e amadores. O principal nas eleições de 2018 é a recomposição do Congresso. Com esse que temos atualmente, torna-se missão impossível governar o Brasil e fazer as reformas necessárias. Precisamos de um presidente que tenha diálogo com o Congresso, que seja bom administrador, não esteja envolvido em maracutaia de nenhuma espécie e, antes de tudo, tenha serenidade.
César Marcelo de Oliveira Paiva
São Luís, MA


J.R. Guzzo

Mais uma obra-prima da inteligência de José Roberto Guzzo. O artigo “Dois minutos” mostra como a Justiça brasileira segue sempre na contramão, desafiando a lógica das pessoas. Esse texto deveria ser lido em todas as escolas e também ser adotado pelo CNJ como leitura obrigatória para todos os magistrados brasileiros.
Alberto de Sousa Bezerril
Natal, RN

O artigo de J.R. Guzzo, apesar de circunstanciado, merece ressalva no ponto em que questiona como se pode aplicar a “presunção de inocência, se o indivíduo já foi condenado duas vezes”. A prisão em segunda instância não pode ser justificada pela quantidade de condenações, mas, sim, porque os tribunais superiores não examinam provas, e, portanto, os recursos para o STF e para o STJ, por exemplo, não suspendem os efeitos da condenação do tribunal de origem. Daí por que a sentença pode ser executada provisoriamente com a prisão, dependendo das circunstâncias de cada processo.
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT

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Parabenizo J.R. Guzzo pela felicidade nos seus comentários, ao dizer que “o veto à prisão na segunda instância é uma ameaça ao brasileiro que cumpre a lei”. Os brasileiros precisam se unir contra os ministros do STF que querem libertar os políticos corruptos.
Rivaldo de Souza Guerra
Natal, RN

Impressionantes e maravilhosas as críticas de J.R. Guzzo no artigo “Dois minutos”. Com incrível habilidade, ele arrebentou a tal segunda instância. Guzzo, meus parabéns por traduzir perfeitamente em sua escrita as nossas conclusões.
Waldecy Antonio Simões
São Paulo, SP


Ameaças a juízes

A parte do Brasil que ameaça o bem e exalta o mal precisa se conscientizar da inversão de valores. Ameaçar pessoas que estão efetivamente promovendo a justiça é retroceder. Da mesma forma que é retroceder lutar para soltar pessoas comprovadamente ladras (“Juízes ameaçados”, 18 de abril).
Mônica Delfraro David
Campinas, SP

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Apesar da previsão catastrofista do ministro Marco Aurélio Mello, Lula foi preso e o país não foi incendiado.

Hélio de Lima Carvalho - São Paulo, SP

Agentes públicos realizam seu trabalho corretamente e são questionados. Sofrem ameaças, e nada ocorre de fato no quesito proteção. Vergonha.
Itacyr Salles da Silva
Curitiba, PR

CADEIA PARA O EX-PRESIDENTE – Lula ao chegar a Curitiba no sábado 7: pena de doze anos e um mês no caso do tríplex do Guarujá (Heuler Andrey/AFP)

Dom Angélico S. Bernardino

Depois de ter lido a entrevista com o bispo emérito da Arquidiocese de Blumenau, dom Angélico Sândalo Bernardino (“‘Não foi ato político’”, Conversa, 18 de abril), resolvi rever minhas condições de discernimento. Tomei essa decisão após dom Angélico, amigo de Lula, ter afirmado que no comício de São Bernardo não houve missa nem teve ato político. Pasmem! E mais: a Oração de São Francisco, citada pelo bispo, pede que “(…) onde houver erro, que eu leve a verdade”. E tenho dito!
Jorge Abdanur Estephan
São José do Rio Preto, SP

Dom Angélico Sândalo Bernardino diz: “Não foi ato político”. Meu Deus, até o bispo está pecando. Virou Pinóquio como seu amigo e ídolo.
Renato Mendes Prestes
Águas Claras, DF

Com todo o respeito ao bispo emérito dom Angélico Sândalo, quando ele aceitou celebrar ato ecumênico dentro do sindicato onde Lula se refugiou antes de se entregar à Justiça, participou, sim, do ato político que ali se realizava.
Abel Pires Rodrigues
Rio de Janeiro, RJ

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Página Aberta

Vamos ver se entendi direito. O senhor Walter Carnielli, da Unicamp, diz que é tão errado vetar o ensino de filosofia da religião quanto querer vetar o curso que categoriza o impeachment de Dilma como golpe. Ora, a diferença entre uma coisa e outra é tão sutil quanto um porco solto na missa. A primeira é fruto do exercício da razão e da experiência. A segunda não passa de propaganda ideológica disseminada pelo corporativismo populista de alguns acadêmicos (“Opinião não é argumento”, Página Aberta, 18 de abril).
José Roberto Sant’Ana
Rio Claro, SP


Radar

O Pier Mauá, que sempre acreditou no Rio de Janeiro, propôs antecipar o investimento de 60 milhões de reais para ampliar o terminal internacional de cruzeiros no armazém 4 e nos anexos 5 e 6 e garantir de forma definitiva a implantação de um polo gastronômico e de lazer nos armazéns 1, 2 e 3. Quanto aos investimentos já realizados pelo Pier Mauá na área, somam mais de 56 milhões, o que vale ressaltar ser mais que o dobro do valor de 27 milhões de reais contratuais (“A história se repete”, Radar, 11 de abril).
Hayla Leite
Rio de Janeiro, RJ

Publicado em VEJA de 25 de abril de 2018, edição nº 2579

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