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PGR arquiva pedido de investigação de Toffoli no caso do Banco Master

Paulo Gonet argumentou em despacho que caso já é objeto de apuração no próprio Supremo; há outros pedidos em trâmite na PGR

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 jan 2026, 18h33 • Atualizado em 22 jan 2026, 21h24
  • O procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivou um pedido de investigação da atuação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli no caso do Banco Master. Ele argumentou que o caso já é alvo de outra investigação, ainda em andamento, na própria Corte. A representação engavetada foi apresentada pelos deputados Carlos Jordy (PL-RJ), Caroline de Toni (PL-SC) e Adriana Ventura (Novo-SP).

    “O caso a que se refere a representação já é objeto de apuração perante o Supremo Tribunal Federal, com atuação regular da Procuradoria-Geral da República. Não há, portanto, qualquer providência a ser adotada no momento”, disse Gonet no despacho, datado do último dia 15.

    Além dessa representação, agora arquivada, há pelo menos mais três com o PGR. Uma, feita pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), outra do deputado federal Luiz Phillippe de Orleans e Bragança (PL-SP) e a terceira, da vereadora de São Paulo Cris Monteiro (Novo-SP). Com exceção da proposta pelo senador, as outras foram arquivadas, com o mesmo argumento.

    A atuação de Toffoli no caso do Banco Master e os vínculos pessoais e familiares do ministro com o banqueiro Daniel Vorcaro têm sido tema sensível dentro do Supremo. Apesar da pressão para que o magistrado deixe a relatoria do caso, isso não é unanimidade entre os membros da Corte. Há uma leitura de que isso poderia abrir um precedente delicado, de que um ministro pode ser coagido a deixar uma investigação por conta da opinião pública. Por ora, Toffoli também não deve derrubar o segredo de Justiça do caso.

    As investigações sobre o caso do Banco Master, que chegaram a prender o banqueiro Daniel Vorcaro, começaram na Justiça Federal e, a pedido a defesa, foram para o Supremo por conta da suspeita de envolvimento de parlamentares federais. O caso foi distribuído a Toffoli, cujas decisões na condução do caso têm despertado críticas da opinião pública.

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