Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Onyx Lorenzoni confirma fim do Ministério do Trabalho

Funções da pasta serão divididas entre Justiça, Economia e Cidadania

Por Da Redação
Atualizado em 4 dez 2018, 13h28 - Publicado em 3 dez 2018, 11h53

O futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, confirmou na manhã desta segunda-feira, 3, o fim do Ministério do Trabalho no governo de Jair Bolsonaro. Em entrevista à Rádio Gaúcha, ele afirmou que as funções da pasta serão divididas entre os ministérios da Justiça, da Economia e da Cidadania.

“O Ministério do Trabalho ficará em parte com o Sergio Moro, na parte da concessão do registro sindical, no Ministério de Justiça e Segurança. A outra parte, no caso de políticas, emprego, ficará parte no Ministério da Economia, e outra parte no Ministério da Cidadania”, afirmou Onyx Lorenzoni.

O futuro chefe da Casa Civil também disse que o governo terá 22 ministérios a partir de 2019, sete a mais do que os 15 prometidos por Bolsonaro durante a campanha presidencial.

“Serão 20 ministérios funcionais e dois eventuais”, explicou Onyx. Segundo ele, o Banco Central e a Advocacia-Geral da União, que já têm indicados, também perderão o status de ministério. A mudança depende da aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição.

Ele também disse que faltam ser indicados os ministros do Meio Ambiente e dos Direitos Humanos, Família e Mulheres. Para esta pasta ganhou força o nome da advogada e pastora Damares Alves. “Os que faltam são esses. Ela [Damares] é a mais provável que seja confirmada ao longo da semana, mas quem confirma sempre é o presidente”, disse Onyx Lorenzoni.

O nome de Damares ganhou força depois que Bolsonaro rejeitou indicações feitas pela bancada evangélica. Damares é assessora do senador Magno Malta (PR-ES), que esperava um convite para compor o primeiro escalão. Parte da bancada avalia que a sondagem foi uma “afronta” e “ingratidão” a Malta. No sábado, Bolsonaro disse que ela está “na frente” para chefiar a pasta.

Para o Meio Ambiente, Bolsonaro informou que o nome do engenheiro agrônomo Xico Graziano não está descartado — oriundo do PSDB paulista, seu nome enfrenta resistências do núcleo militar do novo governo. “Coloquei para ele os problemas que temos, e ele é extremamente favorável a atender o que eu propus a ele”, afirmou, citando como exemplo o grande volume, segundo Bolsonaro, de multas aplicadas pelo Ibama. “O homem do campo não pode ter gente no governo maltratando quem produz”, declarou.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.