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O novo ‘abacaxi’ do Banco Master para o Congresso e o Supremo

No programa Ponto de Vista, Mauro Paulino analisa os efeitos institucionais do caso em meio à abertura do ano legislativo e judiciário

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 fev 2026, 12h59 • Atualizado em 2 fev 2026, 15h50
  • A edição do programa Ponto de Vista, apresentada por Marcela Rahal, trouxe novos desdobramentos do caso envolvendo o Banco Master, que segue produzindo efeitos no mercado financeiro e no ambiente político-institucional (este texto é um resumo do vídeo acima).

    Na abertura do programa, Marcela destacou o pedido de recuperação judicial apresentado pelo grupo Fictor, que havia anunciado, no fim do ano passado, a intenção de adquirir o Banco Master. A operação não foi concretizada após o Banco Central decretar a liquidação da instituição financeira.

    Como o caso avança sobre o Judiciário?

    A discussão ganhou contornos institucionais mais amplos com o avanço das investigações que envolvem o Supremo Tribunal Federal. Marcela lembrou que o inquérito mira principalmente o ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, e também envolve o ministro Alexandre de Moraes, em razão de um contrato privado, de valor milionário, firmado entre o banco e a esposa do magistrado.

    O tema surge justamente na semana de abertura dos trabalhos do Judiciário e do Congresso Nacional, em sessões solenes que reúnem autoridades dos três Poderes.

    Qual é o impacto político dessa crise?

    Ao comentar o cenário, o colunista Mauro Paulino, colunista de VEJA e especialista em opinião pública, destacou que o caso se insere em um ambiente já marcado por forte desconfiança da população em relação às instituições políticas.

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    Segundo Paulino, pesquisas recentes mostram que a desaprovação do Congresso Nacional segue superior à aprovação. Dados citados por ele indicam que, em dezembro, a reprovação atingiu 31%, enquanto a aprovação ficou em 21%.

    Por que a imagem do Congresso preocupa em ano eleitoral?

    Na avaliação do colunista, esse quadro representa um desafio adicional para deputados e senadores no início do ano legislativo, especialmente em um contexto eleitoral. A combinação de investigações sensíveis, suspeitas envolvendo figuras do Judiciário e baixa confiança institucional tende a aumentar a tensão política ao longo do ano.

    Paulino ressaltou que a desconfiança da sociedade em relação ao Congresso e ao Judiciário pode se aprofundar caso episódios como o do Banco Master avancem sem respostas claras, ampliando o desgaste das instituições diante da opinião pública.

    VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Ponto de Vista (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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