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Lewandowski comunica a Lula seu desligamento do Ministério da Justiça

Com sentimento de 'dever cumprido', ministro teria decidido deixar o cargo após primeiros acenos de Lula ao possível desmembramento da pasta

Por Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 jan 2026, 13h23 • Atualizado em 8 jan 2026, 13h36
  • Ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski comunicou ao presidente Lula nesta quinta-feira que deixará o comando da pasta nesta sexta, 9.

    No início da semana, Lewandowski já havia conversado com auxiliares do governo, comunicando-os de sua pretensão.

    Em dezembro, o chefe da pasta teria sinalizado ao petista que gostaria de deixar o cargo por entender que a missão dada a ele já estava cumprida, além de alegar cansaço.

    Outro fator que pesou para a decisão do ministro foram os primeiros acenos de Lula ao possível desmembramento da pasta, o que representaria um esvaziamento de suas funções, resultando em um sentimento de falta de respaldo ao seu trabalho por parte do Planalto.

    Diante do cenário, a sucessão do cargo pode obedecer a uma linha natural. Secretário-executivo da pasta, Manoel Carlos de Almeida Neto seria um nome lógico para a sucessão, mas fatores internos estariam fragilizando essa possibilidade.

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    Nomes como o do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e do ministro da CGU, Vinícius de Carvalho, despontam como favoritos. O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco também seria uma alternativa, principalmente depois que Lula optou por ignorar as articulações de Davi Alcolumbre pelo parlamentar e indicou Jorge Messias ao STF no lugar de Luís Roberto Barroso.

    Última agenda

    Em uma última agenda à frente do Ministério, Lewandowski participou, nesta quinta, do ato em defesa da democracia organizado pelo Planalto, em Brasília, em memória aos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

    Primeiro a discursar, o futuro ex-ministro afirmou que crimes contra o Estado Democrático de Direito, como os atos golpistas de 8 de janeiro, não merecem perdão e devem ser punidos.

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