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Lewandowski avisa auxiliares que pretende deixar ministério nesta semana

Com sentimento de dever cumprido, ministro teria decidido deixar o cargo após os primeiros acenos de Lula ao possível desmembramento da pasta

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 jan 2026, 11h30 • Atualizado em 6 jan 2026, 12h17
  • O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, conversou com auxiliares na segunda-feira e os avisou que pretende mesmo deixar a pasta até o fim desta semana.

    Ele deve se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre hoje e amanhã para um debate sobre os próximos passos do ministério e para tratar de burocracias que precisam ser resolvidas para a formalização de seu desligamento.

    Quem baterá o martelo sobre quando será a saída, porém, é o presidente, que pode pedir que o ministro permaneça até a última semana de janeiro.

    Além do sentimento de dever cumprido, o ministro teria decidido deixar o cargo após os primeiros acenos de Lula ao possível desmembramento da pasta, o que representaria um esvaziamento de suas funções.

    Teria contribuído para a decisão o fato de o ministro sentir uma falta de respaldo do Palácio do Planalto a temas prioritários da pasta. A insatisfação com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, é destacada por aliados do chefe da pasta.

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    A expectativa é que o petista leve em conta as considerações que Lewandowski fará para a definição do sucessor.

    O secretário-executivo Manoel Carlos de Almeida Neto seria um nome natural para a sucessão, mas fatores internos estariam fragilizando essa possibilidade. Há quem diga ainda que ele acompanharia a saída do ministro.

    Neste cenário, os nomes do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e do ministro da CGU, Vinícius de Carvalho, despontam como favoritos. O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco também seria uma alternativa, principalmente depois que Lula optou por ignorar as articulações de Davi Alcolumbre pelo parlamentar e indicou Jorge Messias ao STF no lugar de Luís Roberto Barroso.

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