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‘Isso é mentira’, afirma Crivella sobre acusações de Cabral

Representantes de Aécio Neves e outros citados na delação de Sergio Cabral também se manifestaram sobre as denúncias feitas pelo ex-governador do Rio

Por Estadão Conteúdo Atualizado em 5 abr 2019, 21h31 - Publicado em 5 abr 2019, 21h30

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), classificou a acusação feita por Sérgio Cabral como “mais uma grande mentira plantada para tentar desestruturar a minha gestão e minhas convicções como homem público”. E completou: “Jamais conseguirão manchar a minha honra”. Crivella se manifestou por meio de um vídeo que postou no Facebook. “Isso é mentira. Eu não conheço o senhor Arminio Fraga, nunca estive com ele nem tampouco ele me ofereceu qualquer recurso, e a minha opção por Eduardo Paes se deu porque era o candidato que tinha afinidade com os evangélicos. Todos os evangélicos apoiaram Eduardo Paes em sua primeira candidatura (a prefeito do Rio)”.

O advogado Alberto Zacharias Toron, que representa o deputado Aécio Neves (PSDB-MG), afirmou que o parlamentar “desconhece qualquer pedido de apoio feito pelo ex-governador para a campanha presidencial do PSDB em 2014”. Afirmou ainda que “todas as doações realizadas àquela campanha estão devidamente declaradas e foram aprovadas pela Justiça Eleitoral”.

O ex-deputado estadual Jorge Picciani (MDB) afirmou, por meio do seu advogado, que só vai se manifestar depois de ter acesso formal à íntegra do depoimento de Cabral.

Em nota, a Fetranspor afirmou que “desde setembro de 2017 é presidida por um novo executivo, sem qualquer ligação com a gestão passada e com os fatos relacionados às investigações em andamento”, que “adotou uma política rígida de compliance e de governança” e que “vem cumprindo todas as determinações judiciais”.

A reportagem também procurou o ex-prefeito Eduardo Paes, o economista Armínio Fraga e o empresário Eike Batista, por telefone e e-mail mas não obteve resposta até a conclusão desta edição.

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