Governo trata Constituição com descaso com ‘PEC da Bondade’
Carta Magna vai passar a conter exceção à regra
O governo se mobiliza para aprovar a ‘PEC da bondade’ nesta quinta-feira no Senado e encaminhar o tema para ser apreciado a jato pela Câmara. Mas as discussões em torno da medida, vista como essencial para o presidente Jair Bolsonaro recuperar a popularidade junto à população mais carente, não devem acabar tão cedo. Isso porque a legislação eleitoral brasileira impede que haja ampliação de programas sociais em ano de eleições e a PEC vai distribuir vouchers para caminhoneiros e aumentar o valor do vale gás e do Auxílio Brasil. A exceção ocorre quando há estado de emergência. Para driblar a regra, o Planalto alega que o aumento dos combustíveis no cenário internacional cria uma condição de emergência, esse ano. Ao criar uma situação de emergência no papel, o governo coloca uma exceção para dentro do conjunto de normas essenciais do país que compõe a Constituição Brasileira. Esse é o tema do Giro VEJA desta quinta-feira. Confira:
O número que pode azedar o sonho eleitoral de Lula em 2026
Risco de interferência de Trump no Brasil existe, mas não da maneira óbvia, diz especialista
Em decisão sigilosa, PGR arquiva investigação sobre segredos de Lula e Janja no Planalto
O novo (e doloroso) revés contra Wagner Moura rumo ao Oscar
Após Trump ameaçar invasão, Sheinbaum rebate e pede ‘coordenação’ México-EUA







