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Trump foi acusado de abusar sexualmente de adolescente nos arquivos Epstein, diz site

Denúncia faria parte de documentos divulgados pelo Departamento de Justiça nesta sexta-feira

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 jan 2026, 19h10 •
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi acusado de abusar sexualmente de uma menor de idade em arquivos do caso Jeffrey Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça americano nesta sexta-feira, 30, segundo o site TMZ.

    De acordo com a denúncia, uma adolescente de aproximadamente 13 anos teria sido forçada a praticar sexo oral em Trump no estado de Nova Jersey. O texto afirma que durante o caso, que teria acontecido 35 anos atrás, a vítima teria mordido o pênis do agora presidente e relatado o que aconteceu a outras pessoas.

    O documento afirma, segundo a TMZ, que as autoridades federais encaminharam a denúncia ao escritório de Washington para que fosse realizada uma entrevista. Não se sabe se houve investigações posteriores ou a veracidade das acusações.

    O caso integra uma nova leva de documentos divulgados nesta sexta-feira  no âmbito da investigação sobre a rede de exploração sexual operada por Epstein, que fez fortuna no mercado financeiro e foi condenado por abusar sexualmente de menores. O principal epicentro dos crimes era uma ilha particular nas Ilhas Virgens Americanas, frequentemente visitada por convidados que viajavam no avião privado do financista, apelidado de “Lolita Express”. O empresário morreu em 2019, em uma prisão de Nova York, enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual de menores.

    Segundo o vice-procurador-geral dos Estados Unidos, Todd Blanche, o material inclui milhares de documentos, além de mais de 2.000 vídeos e cerca de 180.000 imagens, muitas delas contendo pornografia comercial. De acordo com o Departamento de Justiça, as imagens de mulheres serão censuradas, com exceção das que envolvem Ghislaine Maxwell, ex-companheira de Epstein e condenada por auxiliar o esquema de abuso sexual.

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    Segundo Blanche, a divulgação atual marca a fase final do processo de revisão conduzido pelo Departamento de Justiça para garantir transparência e cumprimento da lei. Ele também afirmou que a Casa Branca não interferiu na liberação do material. “Não protegemos Trump na divulgação dos arquivos”, declarou.

    Documentos divulgados anteriormente lançaram luz sobre os vínculos de Epstein com executivos, celebridades, acadêmicos e políticos, incluindo Donald Trump e o ex-presidente Bill Clinton.

    Talvez os documentos mais significativos divulgados até agora sejam dois e-mails do FBI, de julho de 2019, que mencionam dez “co-conspiradores” de Epstein. Apenas Ghislaine Maxwell, ex-namorada de Epstein, foi acusada em relação a seus crimes, e os nomes dos supostos “co-conspiradores” aparecem tarjados nos e-mails. Maxwell cumpre pena de 20 anos de prisão por recrutar menores para Epstein, cuja morte foi declarada suicídio.

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    Trump, antigo amigo próximo de Epstein, e Clinton aparecem de forma destacada nos arquivos publicados até o momento, mas não foram acusados de nenhum crime.

    No início do mês, um documento judicial revelou que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos havia divulgado apenas 1% dos arquivos do caso Jeffrey Epstein. Em uma atualização de cinco páginas, a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, informou que proteger as identidades das vítimas era sua principal prioridade, o que levou a atrasos. Antes da liberação desta sexta, haviam sido divulgados 12.285 documentos, totalizando 125.575 páginas.

    Os arquivos começaram a ser divulgados após a sanção, em novembro, da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein. No entanto, os democratas, que lideram o Comitê de Supervisão da Câmara dos Estados Unidos, acusam o governo de Donald Trump de reter documentos e retardar o processo de maneira intencional, com o objetivo de supostamente proteger o presidente. O republicano foi citado em várias páginas e pode ser visto em uma série de fotos ao lado de Epstein tornadas públicas até o momento.

    Como promessa de campanha, Trump disse que liberaria os documentos relacionados ao caso se retornasse à Casa Branca. Em janeiro, quando o republicano publicou arquivos sobre a investigação, um clima de insatisfação tomou conta: as informações divulgadas já eram conhecidas. Pressionado, o presidente dos EUA virou alvo de uma teoria da conspiração dentro da sua base política, a Make America Great Again (MAGA), de que está em uma lista secreta de pessoas que se beneficiavam do esquema de Epstein.

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