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Trump demite chefe do Serviço Secreto

Determinado a adotar controles mais rígidos na fronteira sul, presidente americano muda cúpula do Departamento de Segurança Interna

Por Da redação
8 abr 2019, 19h10 • Atualizado em 30 jul 2020, 19h50
  • A saída de Kirstejn Nielsen do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, anunciada no domingo 7, deu a oportunidade ao presidente americano, Donald Trump, de mudar as lideranças de áreas sensíveis dessa pasta, como imigração e espionagem. O atual chefe do Serviço Secreto, Randolph Alles, perdeu o posto, assim como o diretor dos Serviços de Cidadania e Imigração, Francis Cissna.

    Com Nielsen, demitida por discordar de seu chefe sobre o controle draconiano da fronteira com o México, também foi despedido o conselheiro-geral do departamento, John Mitnik. Em comunicado, a Casa Branca confirmou a saída de Alles, agradeceu seus 40 anos de serviço público e indicou seu sucessor, James Murray, que faz parte da carreira do Serviço Secreto.

    A queda de Alles teria sido motivada pela falha do serviço secreto ao deixar passar uma cidadã chinesa no resort de Trump em Mar-a-Lago, na Flórida, na semana passada. A invasora carregava consigo equipamentos eletrônicos, entre os quais um pendrive com um programa de captura de dados, e está sendo investigada como suspeita de espionagem. Trump estava presente no resort.

    Segundo o jornal The New York Times, a intenção de Trump é realmente pegar mais pesado na questão da segurança, em especial na fronteira sul. Nielsen, em sua opinião, não estava fazendo o suficiente. O presidente lhe pedira para fechar os postos de controle na divisa com o México e parar de receber os pedidos de refúgio. Nielsen discordou e argumentou não serem essas ações efetivas nem apropriadas.

    Nesta segunda-feira, ela não expressou estar descontente com sua saída do governo.

    Segundo o Times, os líderes do Congresso ficaram perdidos diante de tantas mudanças. O senador republicano Ron Johnson, que preside o Comitê de Segurança Interna, afirmou estar preocupado com o “crescente esvaziamento da liderança no departamento que cuida dos mais significativos problemas enfrentados pelo país”.

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