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Rússia lança mísseis contra Ucrânia após sofrer maior ataque na guerra

Ação mirou infraestrutura energética no leste do país; Zelensky denuncia destruição de instalações de gás em meio ao frio do inverno

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 jan 2025, 08h40 •
  • A Rússia lançou uma nova salva de mísseis e drones contra a Ucrânia nesta quarta-feira, 15, um dia após sofrer o maior ataque aéreo desde o início da guerra. A ação mirou a infraestrutura energética ucraniana, com danos registrados em instalações de gás, em meio ao congelante inverno do Hemisfério Norte.

    O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que as forças russas lançaram mais de 40 mísseis e 70 drones. As defesas aéreas ucranianas derrubaram pelo menos 30 mísseis, segundo ele.

    “Outro ataque russo massivo. Estamos no meio do inverno, e o alvo dos russos continua inalterado: nossa infraestrutura de energia”, disse Zelensky em uma publicação no X, antigo Twitter. “Entre seus objetivos estavam instalações de gás e energia que sustentam a vida normal de nosso povo.”

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    Kiev, a capital, também foi atingida. Centenas de moradores se abrigaram em estações de metrô subterrâneas, onde dormiram sobre tapetes de ioga ou em cadeiras dobráveis. O governador da região de Lviv, no oeste da Ucrânia, disse que duas instalações de energia, nos distritos de Drohobych e Stryi, foram danificadas. Na vizinha Ivano-Frankivsk, o governador informou que as defesas aéreas interceptaram ataques russos às instalações. Não houve relatos de feridos.

    Crise de energia no inverno

    Ucranianos usam gás natural para o sistema de aquecimento de suas casas e e para cozinhar. Durante os meses de verão, o país armazena gás para utilizar no inverno, quando a produção diária não cobre a demanda.

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    As instalações subterrâneas de armazenamento de gás da Ucrânia estão localizadas na parte leste do país, incluindo a área de Stryi. Sua importância aumentou desde que Kiev cortou um acordo de trânsito de gás com a Rússia.

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    Moscou intensificou seus bombardeios ao setor de energia ucraniano desde março de 2024, reduzindo pela metade a capacidade de geração de eletricidade e provocando longos e contínuos apagões em todo o país.

    Cidades, empresas e a população começou a instalar novas fontes de energia, incluindo painéis solares, baterias, geradores e outros equipamentos, para sobreviver aos meses frios. Zelensky, em visita à vizinha Polônia nesta quarta-feira, reiterou seus apelos aos aliados ocidentais para fortalecer as defesas aéreas da Ucrânia.

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