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Trump diz que prepara reunião com Putin para discutir guerra na Ucrânia

Kremlin afirmou estar aberto às negociações, mas não há data confirmada; Kiev diz esperar conversas de alto nível com Washington após posse

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 jan 2025, 09h59 • Atualizado em 10 jan 2025, 09h59
  • O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que toma posse em dez dias, disse na noite de quinta-feira 9 que prepara uma reunião com seu homólogo russo, Vladimir Putin. Ele não deu uma data exata para o encontro, que deve se debruçar sobre a guerra na Ucrânia.

    “Ele (Putin) quer se encontrar comigo, e estamos marcando”, disse Trump a repórteres em seu resort Mar-a-Lago na Flórida. “Ele disse isso até publicamente e temos que acabar com essa guerra. Isso é uma bagunça sangrenta.”

    Em resposta, o Kremlin afirmou estar aberto às negociações, mas que nenhum detalhe havia sido confirmado ainda.

    Trump prometeu negociar o fim da guerra na Ucrânia logo após assumir o cargo em 20 de janeiro e expressou duras críticas ao contínuo apoio militar e financeiro dos Estados Unidos a Kiev. Durante a campanha, ele afirmou que encerraria o conflito “em 24 horas”.

    Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia disse nesta sexta-feira, 10, que seu governo prevê conversas de alto nível com a administração Trump após a posse. Isso incluiria uma eventual reunião entre o presidente americano e o ucraniano, Volodymyr Zelensky.

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    Negociações de paz

    Trump nomeou Keith Kellogg, ex-conselheiro de Segurança Nacional e tenente-general aposentado do exército dos Estados Unidos, como enviado especial à Ucrânia e à Rússia em seu segundo mandato.

    Kellogg expôs suas ideias sobre como Washington ajudaria a encerrar a guerra em um artigo publicado pelo America First Policy Institute, um think tank pró-Trump, em abril do ano passado. No texto, ele propôs que Kiev só deveria receber mais ajuda dos Estados Unidos se concordasse em participar de tratativas para um acordo de paz com Moscou.

    O artigo também sugeriu, no entanto, que se o Kremlin se recusasse a sentar à mesa de negociações com o governo ucraniano, os americanos deveriam dar continuidade ao financiamento para Kiev.

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    Após a vitória de Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos em novembro, Zelensky disse acreditar que, com ele no poder, a guerra “terminaria mais cedo”. O líder ucraniano também afirmou que os dois tiveram uma “troca construtiva” por telefone, embora não tenha especificado se o governo americano fez alguma exigência sobre possíveis negociações com a Rússia.

    Os dois se encontraram em Paris, com mediação do presidente francês, Emmanuel Macron, em dezembro do ano passado. Após as conversas, Trump pediu um “cessar-fogo imediato” na Ucrânia.

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