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‘Riviera do Oriente Médio’? Trump se reúne com rei da Jordânia para discutir futuro de Gaza

Encontro provavelmente será marcado por tensões, após o presidente americano sugerir que os EUA ocupem o território palestino

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 fev 2025, 11h23 •
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o rei Abdullah da Jordânia se encontrarão nesta terça-feira, 11, na Casa Branca para discutir o futuro da Faixa de Gaza.

    A reunião bilateral entre os líderes provavelmente será marcada por tensões, após o presidente americano sugerir que os Estados Unidos tomem o controle de Gaza para transformá-la numa “Riviera do Oriente Médio”, que veria sua população realocada na Jordânia e o Egito — um plano que foi rejeitado tanto por ambos os países quanto pelos palestinos.

    O rei Abdullah já declarou sua oposição a qualquer proposta que envolva anexação de terras ou deslocamento de palestinos. Espera-se que o monarca alerte Trump que tais medidas podem incentivar o radicalismo, espalhar o caos na região, comprometer a paz com Israel e até ameaçar a estabilidade da Jordânia.

    Trump, no entanto, tem demonstrado impaciência com os líderes árabes que rejeitam sua proposta.

    Ameaça de Trump

    Um dia antes do encontro com o rei Abdullah, o chefe da Casa Branca afirmou que pode suspender a assistência americana à Jordânia e ao Egito caso os países não aceitem receber os palestinos deslocados da Faixa de Gaza durante a “reconstrução” do enclave. 

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    “Sim, talvez, claro, por que não?” Trump respondeu no Salão Oval quando perguntado se ele interromperia as remessas de ajuda. “Se eles não aceitarem, eu reteria possivelmente a ajuda, sim.”

    A Jordânia, que abriga mais de 2 milhões de refugiados palestinos em uma população de 11 milhões de pessoas, há décadas depende da ajuda econômica e militar dos Estados Unidos, que ultrapassa US$ 1 bilhão por ano.

    Cessar-fogo em Gaza

    O encontro entre Trump e o rei Abdullah acontece em meio a um momento tenso no frágil cessar-fogo entre Israel e o grupo palestino Hamas.

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    Na segunda-feira, o Hamas declarou que iria adiar a próxima liberação de reféns israelenses devido a violações do acordo por parte de Tel Aviv, que teria continuado com os ataques em Gaza e impedido o retorno de palestinos a suas casas no norte do enclave. Em resposta, Trump sugeriu o fim do cessar-fogo caso o Hamas não libertasse todos os reféns até o meio-dia de sábado, 15.

    A proposta de Trump de ocupar a Faixa de Gaza recebeu apoio do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que a classificou como “digna de consideração”.

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