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Palestinos em Gaza sofrem ‘ameaça imediata’ de morrer de fome, diz ONU

Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas afirma que quase toda a população de Gaza precisa de assistência alimentar

Por Da Redação
Atualizado em 17 nov 2023, 14h58 - Publicado em 17 nov 2023, 08h44

Em meio à guerra entre Israel e o grupo terrorista palestino Hamas, o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas (PMA) disse nesta sexta-feira, 17, que os civis da Faixa de Gaza enfrentam a “possibilidade imediata” de morrer de fome, devido à falta de alimentos.

A diretora executiva do PAM, Cindy McCain, afirmou que quase toda a população de Gaza, com seus mais de 2 milhões de habitantes, necessita desesperadamente de assistência alimentar.

“Com o inverno a aproximar-se rapidamente, abrigos inseguros e superlotados e a falta de água potável, os civis enfrentam a possibilidade imediata de morrer de fome”, disse ela em comunicado.

As entregas de ajuda humanitária das Nações Unidas à Faixa de Gaza foram suspensas novamente nesta sexta-feira devido à escassez de combustível e a um corte nos serviços de comunicação. Pelo segundo dia consecutivo, na quinta-feira nenhum caminhão com suprimentos chegou a Gaza.

Segundo a agência de notícias Reuters, três caminhões de combustível estavam prontos para cruzar a fronteira do Egito com Gaza nesta sexta-feira, mas ainda não recebeu permissão.

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Um funcionário de direitos humanos das Nações Unidas, Pedro Arrojo-Agudo, exortou que Israel deveria permitir a entrada de água e combustível no território palestino, para reiniciar a rede sanitária e de abastecimento de água.

“Cada hora que passa, em que Israel impede o fornecimento de água potável na Faixa de Gaza, em uma violação flagrante do direito internacional, coloca os habitantes de Gaza em risco de morrer de sede e de doenças”, disse Arrojo-Agudo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta sexta-feira que estava muito preocupada com a propagação de doenças em Gaza. De acordo com o órgão, há mais de 70 mil casos notificados de infecções respiratórias agudas e mais de 44 mil casos de diarreia, muito mais do que o esperado nesse período de tempo desde o início da guerra.

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