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Países se unem para reabrir Estreito de Ormuz em meio à tensão global pela alta do petróleo

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Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 mar 2026, 18h59 •
  • Países que estavam resistentes a ajudar os Estados Unidos a reabrir o Estreito de Ormuz voltaram atrás e se declararam “dispostos a contribuir”. A notícia é destaque na página principal do site de VEJA. Alemanha, França, Itália, Países Baixos, Reino Unido e Japão pediram, em um comunicado conjunto, a suspensão imediata e geral dos ataques a infraestruturas civis, em particular as instalações de petróleo e de gás. A declaração ocorre depois de o complexo industrial de Ras Laffan, maior polo de exportação de gás natural liquefeito do mundo, que fica no Catar, sofrer sucessivos ataques do Irã. O país lançou os ataques em resposta à ofensiva de Israel contra o campo de Pars Sul.

    O direcionamento dos ataques a instalações de energia fez a cotação do petróleo disparar. O Brent ultrapassou a marca de 119 dólares. No fechamento, o contrato para maio subiu 1,18%, a 108 dólares o barril. A alta do petróleo já se reflete no preço dos combustíveis aqui no Brasil, especialmente do diesel, o que acaba pressionando o custo dos fretes, o que encarece produtos e serviços. Diante do risco de impacto na inflação e também da ameaça de greve dos caminhoneiros, o governo anunciou a retirada dos impostos federais sobre o diesel e também a fiscalização do cumprimento da tabela de frete. O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores, Wallace Landim, conhecido como Chorão, afirmou, em entrevista ao programa Mercado, que os motoristas aguardam a formalização das medidas anunciadas pelo governo antes de decidir por uma paralisação.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou hoje a saída do cargo para concorrer ao governo de São Paulo. Foi durante um evento com o presidente Lula na capital paulista. No mesmo evento, o presidente Lula afirmou que o momento econômico é bom, mas que poderia estar melhor se não fosse a guerra no Irã. Sem citar nominalmente Donald Trump, Lula fez críticas ao presidente dos Estados Unidos. Falou sobre as medidas do governo para evitar, aqui no país, o impacto econômico do conflito e voltou a pedir que os governadores retirem o ICMS dos combustíveis. Lula também reclamou do corte da Selic.

    O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, anulou a quebra de sigilo do fundo Arleen. Esse fundo comprou a participação de uma empresa da família do ministro Dias Toffoli no resort Tayayá, no Paraná. A quebra de sigilo tinha sido aprovada pela CPI do Crime Organizado.

    Dezoito deputados estaduais de partidos como PT, PSOL, PCdoB e PSB protocolaram uma representação no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo contra a deputada Fabiana Bolsonaro, do PL. Em discurso no plenário da Alesp ontem, ela se pintou de marrom, prática conhecida como blackface, e fez declarações preconceituosas sobre identidade de gênero. Nas redes sociais, Fabiana Bolsonaro disse que o que ela fez está sendo distorcido.

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