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Os temas tratados na reunião de Lula com representantes do governo Biden

Encontro em Brasília nesta segunda-feira teve participação de ex-chanceler Celso Amorim e Fernando Haddad

Por Da Redação
Atualizado em 5 dez 2022, 11h51 - Publicado em 5 dez 2022, 11h50
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  • 16 November 2022, Egypt, Scharm El Scheich: Luiz Inacio Lula da Silva, President of Brazil, sits on a stage in the Brazilian Pavilion at the UN Climate Summit COP27. Photo: Christophe Gateau/dpa (Photo by Christophe Gateau/picture alliance via Getty Images)
    O presidente eleito Lula: negociação decisiva nesta semana (Christophe Gateau/Getty Images)

    Representantes do governo dos Estados Unidos se encontraram na manhã desta segunda-feira, 5, com o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e a equipe de transição do próximo governo. A visita, que começou por volta das 11h, dá continuidade ao primeiro diálogo entre Joe Biden e Lula em outubro deste ano, quando o presidente americano selou um compromisso de abrir canais de comunicação entre os dois países durante a transição para o próximo governo brasileiro.

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    “Durante as reuniões, Sullivan discutirá como os Estados Unidos e o Brasil continuarão a trabalhar juntos por desafios em comum, como o combate à mudança climática, a preservação da segurança alimentar, a promoção da democracia e a gerência da migração regional”, afirmou a Casa Branca em comunicado.

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    Do lado americano, participam o conselheiro de Segurança Nacional, Jake Sullivan, e o diretor sênior para assuntos do Hemisfério Ocidental do Conselho Nacional de Segurança, Juan Gonzalez. Já entre os brasileiros, participam o ex-chanceler Celso Amorim, que é um dos principais assessores de Lula para política externa, e o ex-candidato presidencial Fernando Haddad, cotado para assumir a Fazenda.

    + Com ‘muitos convites’, Lula deve encontrar Biden já neste ano, diz Haddad

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    Além de Lula, os representantes dos EUA terão encontros com o senador Jaques Wagner, integrante do gabinete da transição, e com o almirante Flavio Rocha, secretário Especial de Assuntos Estratégicos do governo de Bolsonaro.

    Na sexta-feira, Lula afirmou que o encontro seria usado também para definir a data de uma viagem aos Estados Unidos. Mais cedo, Haddad já havia afirmado que o presidente eleito recebeu “muitos convites de grandes potências” e, além de viajar à Argentina, também deve ir a Washington antes da posse.

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