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Israel diz que líder supremo do Irã está morto e que corpo foi encontrado

Autoridades iranianas, no entanto, afirmaram que o aiatolá Ali Khamenei está vivo e foi transferido para um local seguro

Por Sara Salbert Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 fev 2026, 17h29 • Atualizado em 28 fev 2026, 17h50
  • Um alto funcionário israelense disse à agência de notícia Reuters que o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, foi morto nos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã neste sábado, 28. Ainda não há confirmação oficial do relato.

    Segundo a imprensa norte-americana, fotos do corpo de Khamenei teriam sido mostradas a autoridades israelenses.

    O relato se dá após o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmar durante um pronunciamento que há “fortes indícios” de que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto durante os ataques deste sábado. Autoridades iranianas, no entanto, afirmaram que Khamenei está vivo e foi transferido para um local seguro.

    No discurso em hebraico, Netanyahu disse que as forças israelenses destruíram o complexo do líder supremo do Irã, e que a ofensiva matou comandantes da Guarda Revolucionária do Irã e altos funcionários ligados ao programa nuclear iraniano.

    Segundo a televisão estatal israelense KAN, que citou fontes do governo, Khamenei e o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, foram alvos da ação coordenada dos EUA com Israel, que é inimigo histórico do regime dos aiatolás que comandam o país persa.

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    O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse à NBC News que Khamenei e Pezeshkian ainda estavam vivos “até onde eu sei”.

    “Todos os funcionários de alto escalão estão vivos”, afirmou Araghchi. “Então, todos estão agora em sua posição, e estamos lidando com essa situação, e está tudo bem.”

    Uma fonte com conhecimento do assunto disse anteriormente à agência de notícias Reuters que Khamenei não estava em Teerã e havia sido transferido para um local seguro.

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    + Os possíveis sucessores em caso de morte do líder supremo do Irã, segundo avaliação dos EUA

    Os ataques também teriam mirado outras figuras importantes do regime, incluindo o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Sayyid Abdolrahim Mousavi, o secretário do recém-criado Conselho de Defesa do Irã, Ali Shamkhani, e o secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani.

    O ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e um comandante da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour, foram mortos nos ataques, segundo fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters.

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    O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, classificou o ataque como “preventivo”, ordenado para “evitar ameaças”. O presidente americano, Donald Trump, confirmou os ataques e disse que o objetivo é defender o povo americano e garantir “que o Irã não terá uma arma nuclear”.

    Em resposta, o Irã lançou um ataque a instalações militares americanas no Bahrein, no Kuwait e no Catar. O regime também lançou mísseis e drones contra Israel. Ainda não há informações sobre possíveis danos.

    O Ministério da Defesa do Catar afirmou que as Forças Armadas do país derrubaram vários mísseis antes que eles alcançassem seu espaço aéreo.

    O Ministério das Relações Exteriores do Irã confirmou a retaliação, afirmando que o país “não hesitará” em sua resposta. “Chegou a hora de defender a pátria e enfrentar o ataque militar do inimigo”, publicou o ministério em comunicado na rede social X. “Assim como estávamos preparados para negociações, estivemos ainda mais preparados para a defesa em todos os momentos. As forças armadas da República Islâmica do Irã responderão de forma decisiva aos agressores, com plena autoridade.”

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