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Como funcionam as prévias eleitorais nos EUA

A grande disputa é travada no Partido Democrata, com oito pré-candidatos concorrendo para enfrentar Donald Trump em novembro

Por Julia Braun - 28 fev 2020, 07h00

A disputa pela vaga de candidato democrata à Casa Branca nas eleições de novembro chega na próxima terça-feira, 3, a sua primeira etapa crítica: as prévias em 14 dos 50 estados americanos e um território. Conhecida desde 1988 como Super Tuesday, essa fase marcará a estreia nas urnas do magnata das Comunicações Michael Bloomberg, ex-prefeito de Nova York, que estrategicamente havia ficado de fora das quatro prévias anteriores.

Outros sete candidatos concorrem nos Estados Unidos para ser o adversário de Donald Trump nas eleições americanas de 2020.

Desta vez, o Partido Republicano já tem seu escolhido garantido, apesar de Trump ainda ter um desafiador a sua candidatura nas primárias da legenda: o ex-governador de Massachusetts William Weld, que até agora sofreu derrotas acachapantes nas prévias. A grande disputa será travada mesmo entre os democratas.

Há quatro anos, nessa mesma etapa, os vencedores foram a democrata Hillary Clinton, ex-senadora e ex-secretária de Estado, e o então magnata do setor imobiliário Donald Trump, filiado ao Partido Republicano.

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Até que o vencedor seja consagrado na convenção marcada para julho, os democratas ainda terão de ser escrutinados nos outros 32 estados americanos. A tendência é de os menos preparados, em termos de financiamento e de apoio popular, desistirem no meio do caminho.

Entenda como funcionam as prévias, a distribuição dos votos e as convenções nacionais nos Estados Unidos, parte essencial do processo que antecede a eleição geral para presidente.

 

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