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China pede que EUA deem segurança pessoal a Maduro e libertem ditador

Embaixador chinês na ONU, Fu Cong discursou na reunião emergencial do Conselho de Segurança do órgão, em Nova York

Por Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 jan 2026, 13h21 • Atualizado em 5 jan 2026, 13h54
  • Participando da reunião emergencial do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Nova York, na manhã desta segunda-feira, 5, o embaixador da China na ONU, Fu Cong, pediu que os Estados Unidos providenciem segurança ao ditador venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, e que os libertem.

    Na mesma ocasião, o embaixador reiterou que a China se opõe “firmemente” à invasão americana na Venezuela, ocorrida há dois dias, e que culminou na captura de Maduro, e afirmou que os Estados Unidos colocaram o poder acima do multilateralismo, e a ação militar acima dos esforços diplomáticos.

    A reunião desta manhã foi convocada depois que a Venezuela enviou uma carta no sábado, 3, dia da operação americana, solicitando uma reunião de emergência do conselho, pedido que foi apoiado pelos governos de China e Rússia.

    Fu Cong ainda defendeu a Venezuela como um estado soberano, assim como fez Vasily Nebenzya, o embaixador russo na reunião.

    Durante seu discurso, Nebenzya pregou que os Estados Unidos não pode agir como “juíz supremo” que invada qualquer país ignorando o Direito Internacional e a soberania dos Estados. Questionou, ainda, o papel da ONU diante do contexto.

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    “Será que as Nações Unidas e o Conselho de Segurança não existem mais e há uma necessidade de seguir apenas as regras de Washington, por assim dizer? E a autodeterminação de todas as pessoas e seu direito para determinar o seu futuro não valem mais? São as questões que devemos cuidar hoje”, destacou o russo.

    Pouco depois do fim da reunião, previsto para as 14h de Brasília, Maduro deve comparecer a sua primeira audiência perante um juiz de Nova York. Tanto Maduro quanto sua esposa serão apresentados ao magistrado Alvin K. Hellerstein sob diversas acusações, como narcotráfico, posse ilegal de armas e narcoterrorismo.

     

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