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Agência dos EUA alerta para risco de camarão com césio radioativo vendido em mercados

Produto foi distribuído em diversos estados; supermercados já retiraram os lotes suspeitos das prateleiras

Por Júlia Sofia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 ago 2025, 15h01 •
  • A agência de saúde dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) emitiu nesta terça-feira, 19, um alerta sobre a possível presença de material radioativo em lotes de camarão cru e congelado importado da Indonésia. Os produtos, da marca Great Value, foram distribuídos pelo Walmart em diversos estados americanos.

    “Se você comprou recentemente camarão cru congelado do Walmart, jogue-o fora”, recomendou a FDA em comunicado oficial.

    Testes preliminares identificaram traços de césio-137, um isótopo radioativo, em três lotes suspeitos. Consumidores de 13 estados foram orientados a descartar imediatamente os produtos. Segundo a agência, porém, nenhum lote que testou positivo chegou ao abastecimento alimentar dos EUA.

    Embora os níveis detectados estejam abaixo do considerado perigoso para consumo humano, a FDA determinou a retirada preventiva dos camarões e suspendeu temporariamente novas importações do fornecedor indonésio BMS Foods.

    Autoridades sanitárias americanas e indonésias investigam a origem da contaminação. Uma das hipóteses é que ela tenha ocorrido durante o transporte, em contêineres mal higienizados. O Walmart afirmou que já removeu os produtos de circulação e que está colaborando com as autoridades no rastreamento da cadeia de fornecimento.

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    Todos os itens da BMS Foods estão temporariamente proibidos de entrar nos Estados Unidos “até que a empresa tenha resolvido as condições que deram origem à aparência da violação”, informou a FDA.

    De acordo com a Agência de Proteção Ambiental (EPA), o césio-137 é um subproduto de reações nucleares e pode se ligar a outros elementos, formando compostos de fácil dispersão. A exposição externa a grandes quantidades pode causar queimaduras, doença aguda por radiação e até a morte.

    O material é o mesmo do acidente radiológico de 1987 em Goiânia, que resultou em quatro mortes e ao menos 1.600 pessoas afetadas.

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