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Ginástica brasileira inaugura novo centro de treinamento

Por AE

Rio – A ginástica artística brasileira ganhou uma nova casa. Nesta quarta-feira, foi inaugurado o centro de treinamento para a modalidade, no Velódromo da Barra, no Rio. Logo em seu primeiro dia de funcionamento, o local foi elogiado pelos principais ginastas do País, como Diego Hypolito e Jade Barbosa, que apontaram a modernidade dos aparelhos instalados.

“Quando entrei aqui pela primeira vez fiquei muito impressionado. Nunca vi um centro tão bom quanto esse. Esse é um ginásio da maneira que a gente sempre sonhou”, comentou Diego. “A gente achou que isso nunca fosse acontecer. Nossa, o Brasil conseguiu! Fico muito feliz em fazer parte dessa história, porque quando eu comecei não havia nada disso. As atletas mais jovens já se beneficiarão desta estrutura”, completou Jade.

Baseado nos principais centros de treinamento para ginástica do mundo, o espaço recebeu mais de 100 equipamentos de ponta. Além dos aparelhos da modalidade, foi montada estrutura para musculação e fisioterapia. De acordo com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), o custo total do projeto foi de cerca de R$ 450 mil.

“Tenho muito orgulho em inaugurar um centro de treinamento de alto nível como este. Poder entregar um CT com toda esta estrutura à ginástica é um exemplo do que podemos dar aos nossos atletas. Todo o esforço do Comitê Olímpico Brasileiro caminha na direção de atender os atletas brasileiros da melhor forma possível. Esta entrega é um exemplo desse comprometimento”, afirmou o presidente da entidade, Carlos Arthur Nuzman.

Com o amplo espaço disponível no CT, as seleções brasileiras masculina e feminina poderão treinar simultaneamente. Ciclistas e patinadores de velocidade, que usufruem das instalações do velódromo, também poderão trabalhar no local. Além disso, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) espera receber ginastas de outros países, em uma espécie de intercâmbio de atletas.

“Posso afirmar que este é o melhor centro de treinamento de ginástica artística do mundo. Nossos atletas viajam o mundo todo e estão aí para comprovar isso. Precisávamos desta excelente estrutura para dar o salto de qualidade para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, e Rio, em 2016”, disse a presidente da CBG, Maria Luciene Resende.