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Giba passa por cirurgia e pode voltar a jogar em 3 meses

Por AE Rio – O ponteiro Giba, da seleção brasileira masculina de vôlei e da Cimed/Sky, realizou nesta segunda-feira, no Rio, uma cirurgia na tíbia esquerda, que durou aproximadamente duas horas. De acordo com o médico Ney Pecegueiro, a operação foi bem sucedida. “A cirurgia foi um sucesso e tudo aconteceu como esperávamos”, disse o […]

Por Da Redação
13 fev 2012, 13h34
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  • Por AE

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    Rio – O ponteiro Giba, da seleção brasileira masculina de vôlei e da Cimed/Sky, realizou nesta segunda-feira, no Rio, uma cirurgia na tíbia esquerda, que durou aproximadamente duas horas. De acordo com o médico Ney Pecegueiro, a operação foi bem sucedida. “A cirurgia foi um sucesso e tudo aconteceu como esperávamos”, disse o médico da seleção brasileira.

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    Segundo o médico, Giba deve ser liberado para treinar em dois meses. E com mais um mês de recuperação, o ponteiro poderá atuar novamente. Assim, ele não deve correr riscos de ficar fora da Olimpíada de Londres. “Ele deve ficar de duas a três semanas com o auxílio de muletas, com carga parcial, ou seja, pisando com um pouco do peso e, em torno de três semanas, fazemos novos controles de radiografia. Conforme for, já passamos a intensificar o trabalho”, detalhou Pecegueiro.

    Giba sofria com dores na canela esquerda há aproximadamente cinco meses e decidiu operar neste momento para ter tempo de se recuperar para a Olimpíada, marcada para acontecer entre 27 de julho e 12 de agosto.

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    “Colocamos uma haste de titânio por dentro do osso. Essa haste é presa com parafusos e ela imobiliza o osso por dentro. Isso faz com que a fratura consolide e propicia que possamos acelerar um pouquinho a volta aos treinamentos. Quer dizer, não precisamos esperar colar totalmente para começar a se preparar, pois como está fixado com essa haste, nos dá a liberdade de cada vez ir intensificando os treinamentos mesmo antes da fratura colar totalmente”, explicou Pecegueiro.

    O médico explicou que a haste tem o tamanho do osso inteiro e permitirá a recuperação total de Giba. “Ela entra por cima do joelho e vai até o tornozelo. Fixa o osso de cima até embaixo. Com isso, a tíbia fica 100%, a fratura consolida e a gente espera que, desta forma, o problema esteja resolvido”, disse.

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    Tricampeão mundial e medalhista de ouro na Olimpíada de Atenas, em 2004, Giba espera poder encerrar a sua trajetória na seleção brasileira com a disputa dos Jogos de Londres. Por causa da fratura na canela, Giba ainda não pôde estrear pela Cimed na Superliga Masculina de Vôlei, mas deverá ter condições de disputar a Olimpíada.

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