Oferta hexa: Assine por apenas 7,99

Fifa decide sobre caso de assistente do VAR acusado de gesto supremacista

Monitor da Fifa contra discriminação sugeriu afastamento de Shaun Evans; ele não será punido por falta de evidências

Por Natalia Tiemi Hanada Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 jun 2026, 21h54 | Atualizado em 15 jun 2026, 21h55
Fifa decide sobre caso de assistente do VAR acusado de gesto supremacista Priorizar nos meus resultados Google

Após investigar o suposto gesto supremacista feito pelo assistente de VAR Shaun Evans durante a partida entre Alemanha e Curaçao, a Fifa anunciou nesta segunda, 15, que não encontrou evidências de que o árbitro australiano tenha cometido qualquer irregularidade e, portanto, ele não será punido.

Em comunicado, a entidade máxima do futebol afirmou que “não encontrou evidências de violação do Código Disciplinar”. Para chegar essa decisão, a Fifa também se baseou na declaração do próprio árbitro, na qual ele negou ter feito “intencionalmente qualquer gesto ou símbolo com a mão para comunicar uma mensagem, afiliação, jogo ou crença de qualquer tipo”.

“A única explicação que posso oferecer é que o movimento foi um tique involuntário, subconsciente, e naquele momento eu não tinha consciência de tê-lo feito”, explicou Evans.

“Entendo como o gesto foi interpretado e lamento. No entanto, quero ser muito claro e afirmar categoricamente que não fiz de forma consciente e deliberada o gesto que foi sugerido”, acrescentou.

No domingo, 14, durante a transmissão televisiva pré-jogo da partida do Grupo E da Copa do Mundo entre Alemanha e Curaçao (vitória dos europeus por 7 a 1), enquanto a equipe de arbitragem era apresentada, imagens da sala do VAR mostraram Evans com o braço esquerdo estendido e próximo à perna direita.

Continua após a publicidade

Pouco depois, o árbitro assistente mudou o gesto com a mão e aparentemente fez um sinal associado a discurso de ódio, formando um círculo com o polegar e o indicador enquanto estendia o dedo médio, o anelar e o mínimo.

O sinal, conhecido como “OK”, é associado a grupos supremacistas brancos, que afirmam que ele representa as letras “W” e “P” de “White Power” (“Poder Branco”), de acordo com a Liga Antidifamação (ADL), uma ONG americana que combate a intolerância. A imagem do árbitro de 38 anos se espalhou rapidamente nas redes sociais, gerando controvérsia e acusações de supremacia branca contra Evans.

Após o incidente na partida, os árbitros de vídeo deixaram de posar para a câmera quando eram apresentados na transmissão internacional, e ficaram olhando para as telas para análise de vídeo.

Continua após a publicidade

A decisão da Fifa não segue a orientação do monitor de discriminação da entidade, Fare network, que pediu o afastamento do profissional. “Por que um supervisor do VAR está fazendo esse símbolo em um evento global de futebol no exato momento em que sabe que as câmeras estão sobre ele?”, questionou o monitor que trabalha com a Fifa e a Uefa no monitoramento de cânticos, bandeiras e símbolos racistas e discriminatórios em partidas internacionais.

(Com AFP)

Publicidade

TUDO SOBRE A COPA,
EM UM SÓ LUGAR

VER COBERTURA COMPLETA

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Estádio de futebol lotado com bandeira do Brasil e bola no campo, e um jogador de camisa amarela comemorando. À direita, capas de revistas Veja, Super, Viagem e Quatro Rodas flutuando sobre fundo verde escuroTorcedor de costas, vestindo camisa amarela, comemora com os braços erguidos em um estádio de futebol lotado, sob um céu verde-azulado. Uma bola de futebol com a bandeira do Brasil está no campo. À direita, um fundo verde escuro com um pequeno ícone de árvore branca no canto inferior direito
OFERTA CAMPEÂ

Digital Básico

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 29% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 10,00) + Abril Signature Ouro, o novo programa de benefícios da Abril, que te dá acesso a descontos exclusivos e cashback em centenas de estabelecimentos.
De: R$ 55,90/mês
A partir de R$ 39,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).